Jovem paranaense disputa vaga para Olimpíada Internacional de Astronomia

Enzo Lebelem Gevard, de apenas 17 anos, é único representante do Paraná na última fase nacional da competição

Enzo Lebelem Gevard, um talentoso estudante de 17 anos, da cidade de Curitiba, no Paraná, conquistou uma posição entre os 50 melhores na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). O desempenho o qualificou para os treinamentos presenciais que selecionarão duas equipes para representar o Brasil na 17.ª International Olympiad of Astronomy and Astrophysics (XVII IOAA) e na 16.ª Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (XVI OLAA). 

A jornada de Enzo na Olimpíada Brasileira de Astronomia começou em 2023, quando ele superou a nota de corte de 7,0, garantindo a vaga nas seletivas internacionais. Essa etapa inicial consistiu em uma maratona de três provas de duas horas cada, abrangendo tópicos de Astronomia e Astrofísica. Com desempenho notável, Enzo se classificou entre os 200 melhores, avançando para uma seletiva presencial em Barra do Piraí (RJ). Lá, ele enfrentou duas provas adicionais – teóricas e de observação – de maior dificuldade. Nesse grupo, Enzo alcançou a 25.ª melhor nota, classificando-o entre os 50 finalistas que participaram da primeira fase de treinamento em abril. Enzo agora se prepara para a segunda fase, que será realizada entre 19 e 25 de maio.  

Enzo Lebelem Gevard, atualmente no 3.° ano do Ensino Médio no Curso Positivo, começou a preparação no Colégio Positivo – Jardim Ambiental, em Curitiba. Ele se prepara para prestar vestibular para Engenharia Aeroespacial. “Ainda não digeri o fato de estar entre os 50 melhores. Durante a primeira etapa presencial, encontrei muitos estudantes com bastante experiência nessas provas, o que inicialmente reduziu minhas expectativas de avançar”, explica.

Em 2018, Enzo teve conhecimento das olimpíadas acadêmicas por seus professores e decidiu testar os conhecimentos. Desde então, o jovem acumula participações nas Olimpíadas Paranaense e Brasileira de Matemática (OBMEP e OPRM), Física (OBF), Ciências (ONC) e Informática (OBI). “Como meu foco é aplicar para universidades americanas, a participação em olimpíadas de conhecimento se torna um diferencial no meu currículo. Aqui no Brasil, pretendo prestar vestibular para a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e para o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA)”, revela o estudante.

Enquanto aguarda a última etapa antes das olimpíadas internacionais, Enzo mantém a intensa rotina de estudos, que envolve resolver exercícios, simulados e memorizar objetos celestes. “Desde pequeno, sempre fui curioso sobre o funcionamento do Cosmos e tinha um grande interesse por conteúdos de física, astronomia e matemática”, finaliza. 

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Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. 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