Lideranças do setor debatem o mercado automotivo pós-pandemia

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TBtalKs acontece nesta quarta-feira, 13, com transmissão ao vivo e gratuita

Com as medidas de isolamento social, necessárias para garantir o combate ao novo coronavírus, as vendas de veículos em todo o Brasil caíram mais de 70%, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Com apenas 55,7 mil veículos novos vendidos em abril, o mercado brasileiro registrou o pior resultado mensal para o setor desde fevereiro de 1999.

As principais dúvidas dos empresários do setor são: o que será deste mercado depois da crise? Como retomar as vendas? O que está sendo transformado para sempre com esta crise? Como se destacar para sobreviver? Quais as principais mudanças no comportamento do consumidor que devem perdurar? Para responder essas e outras questões, a Tecnobank convidou o cientista político e diretor da Vector Análise, Leonardo Barreto, para mediar um bate-papo entre o presidente da ACREFI (Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento), Hilgo Gonçalves; o presidente da FENABRAVE (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), Alarico Assumpção Júnior; o vice-presidente da FENAUTO (Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores), Enilson Espínola Souza; e o vice-presidente da Tecnobank, Luís Otávio Matias.

O evento, 100% on-line, acontece nesta quarta-feira, 13, às 14h30. A live “Depois da crise: a recuperação da venda de veículos no Brasil” faz parte do projeto TBtalKs, uma série de debates envolvendo os mercados financeiros e automotivos, abordando temas como gestão, segurança de dados e tecnologia, com lideranças nacionais. A live pode ser acompanhada neste link: https://bit.ly/livetbtalks .

SERVIÇO:

TBtalks “Depois da crise: a recuperação da venda de veículos no Brasil”

Quarta-feira, 13 de maio, às 14h30

Gratuito e aberto ao público

Participação pelo link https://bit.ly/livetbtalks

__________________________________________

Sobre os convidados

Hilgo Gonçalves é presidente da ACREFI. Possui mais de 40 anos de experiência no segmento financeiro. Foi eleito pela Consumidor Moderno como um dos 5 melhores CEOs do varejo nacional em 2013 e 2014.

Alarico Assumpção Júnior é presidente da FENABRAVE. Já presidiu a ALADDA – Asociación Latinoamericana de Distribuidores de Automotores, que representa os concessionários de veículos da América Latina e EUA.

Enilson Espínola Souza é vice-presidente da FENAUTO e co-fundador da federação. Presidiu o ABN Amro-Brasil e o Webmotors, além de ser consultor de gestão empresarial.

Luís Otávio Matias é vice-presidente da Tecnobank. Possui mais de 30 anos de experiência no segmento financeiro, tendo, por 15 anos, atuado no Itaú, banco do qual foi vice-presidente.

Leonardo Barreto é cientista político e diretor da Vector Análise, foi professor na Universidade de Brasília e diretor de pesquisas políticas na FSB Comunicação.

Sobre a Tecnobank

Tecnobank é uma empresa brasileira de tecnologia para segmentos de negócios, que desenvolve soluções agregadas que geram segurança e agilidade aos processos eletrônicos dos segmentos bancário, financeiro e de veículos. Homologada pelos órgãos executivos de trânsito, é autorizada a realizar consultas às bases oficiais de informações sobre condutores (Renach), veículos (Renavam) e infrações (Renainf) do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. 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