Líderes do Sicredi debatem cenários e tendências econômicas em Fórum Nacional

No dia 01 de setembro, o Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de cinco milhões de associados e atuação em 24 estados brasileiros e no Distrito Federal, realizou a edição 2021 do Fórum Nacional de Presidentes e Diretores Executivos. O evento teve como foco as transformações do mercado, o avanço da tecnologia e os direcionadores para o futuro e, assim como no ano passado, foi realizado em formato híbrido, com toda a audiência conectada remotamente.

Na abertura do Fórum, o presidente da SicrediPar, Fernando Dall´Agnese, deu as boas-vindas aos participantes e destacou os números sólidos da instituição financeira cooperativa no semestre: R$ 177 bilhões em ativos, R$ 107 bilhões em carteira de crédito, R$ 120 bilhões em depósitos, R$ 22 bilhões em patrimônio líquido e R$2,3 bilhões de resultados nos primeiros meses do ano.

“O desempenho, mais do que materializar o trabalho das nossas cooperativas focadas no atendimento às necessidades do associado, atestam a solidez e representatividade do Sicredi. Nosso modelo, ao mesmo tempo tradicional e inovador, nunca fez tanto sentido, pois, por meio da cooperação ajudamos a construir uma sociedade mais próspera. O último ano foi desafiador para todos, mas seguimos crescendo de forma constante e segura, guiados pelo nosso propósito e impactando positivamente a vida das pessoas e das comunidades onde estamos inseridos”, afirma Dall’ Agnese.

Na sequência, Paulo Sérgio Neves de Souza, diretor de Fiscalização do Banco Central do Brasil, convidado pelo Sicredi para participar do Fórum, ministrou palestra sobre “Tendências e perspectivas para as cooperativas de crédito no mercado financeiro”, destacando especialmente os processos de digitalização, como Open Banking, Pix e moedas digitais. Na sequência, o economista Alexandre Schwartsman, ex-diretor de Assuntos Internacionais do Banco Central (BC), realizou apresentação com foco nos cenários e tendências econômicas.  Completando a manhã de debates, a jornalista Sonia Favaretto, presidente do Conselho Brasileiro do Global Reporting Initiative (GRI), trouxe para a conversa questões ligadas ao ESG e a competitividade no mercado. No período da tarde, Carlos Piazza, com sólida experiência em gestão de ambientes digitais, comunicação e marketing integrados e gestão da diversidade, contemplou as mudanças na cultura da transformação, abordando futuro, tecnologia e pessoas.

O diretor executivo do Centro Administrativo Sicredi, João Tavares, baseou sua fala nos direcionadores para o crescimento da instituição financeira cooperativa. O dirigente destacou a capacidade da instituição financeira se adaptar ao longo de sua história, e ratificou que isso se deve aos valores do cooperativismo, por focar no associado, com as pessoas como elo principal para o desenvolvimento. 

Logo após, as cooperativas ganharam espaço no Fórum com a apresentação do painel de cases de boas práticas, cujo mote foi a atuação e o comprometimento com o propósito do cooperativismo e impacto positivo nas comunidades. Os cases foram: “Aí chegou”, iniciativa focada em diversidade e inclusão da Sicredi Pernambucred; “Levando o Sicredi para todos”, voltada à potencialização do processo de associação ao Sicredi, desenvolvida pela Sicredi Grandes Rios; “Programa Juntas”, para auxiliar na construção de novos negócios, da Sicredi Cerrado em parceria com o Sebrae; “Inovação”, focado na experiência fisital, elaborado pela Sicredi Nossa Terra PR/SP; “Uai Leva”, app em parceria com os taxistas locais, pela Sicredi Alto Uruguai; e “Captação de Recursos – Selo Verde”, primeira captação verde certificada pela CBI, apresentado pela equipe do Centro Administrativo Sicredi.

Por fim, Celso Ronaldo Raguzzoni Figueira, vice-presidente do Conselho de Administração da SicrediPar e presidente da Central Sicredi Brasil Central, celebrou mais uma edição do Fórum Nacional de Presidente e Diretores Executivos destacando como a instituição pode gerar ainda mais valor e impacto positivo aos seus associados. Segundo Figueira, mais do que nunca, com presença nacional e atuação regional, marcada pelos diferentes sotaques, o Sicredi segue firme no apoio para a construção de uma sociedade mais próspera. 

Sobre o Sicredi 

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 24 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br).

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. 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