Live apresenta oportunidades de bolsas de estudos na Holanda para brasileiros

Evento online vai contar com a participação de representante de agência governamental que organiza programa de estudos no país

Quase 90 mil estudantes estrangeiros são acolhidos todos os anos na Holanda – o equivalente a 12% de seus alunos de ensino superior. Bolsas de estudos parciais e integrais são oferecidas pelas instituições holandesas e muitas destinadas exclusivamente para brasileiros. E, para estimular jovens estudantes e profissionais a desenvolverem educação internacional e integração com a cultura holandesa, a Cooperativa Castrolanda em parceria com a Associação Cultural Brasil-Holanda (ACBH), agência governamental Nuffic Neso Brazil e apoio da Frísia e Capal – que junto com a Castrolanda compõem a Unium, promovem uma live para apresentar todas as oportunidades de bolsas de estudos no país europeu. “Fomentar a sucessão e gestão é um tema de extrema relevância. Incentivar a busca por novos conhecimentos e estudos no exterior para serem aplicados posteriormente nas propriedades faz parte da nossa atuação”, destaca Roselia Gomes, Supervisora de Relacionamento com Cooperado da Cooperativa Castrolanda.

O programa Orange TulipScholarship Brazil, promovido pela Nuffic Neso Brazil, é voltado especialmente para estudantes brasileiros com excelência acadêmica. O projeto oferece bolsas (integrais ou parciais) sobre o valor da anuidade (tuitionfee) e, em alguns casos, cobre outros custos, como visto e seguro. Mesmo com a pandemia, a coordenadora do Global Integration da ACBH, Marina van der Vinne, afirma que essa é uma oportunidade para os estudantes brasileiros conhecerem as oportunidades de estudos na Holanda e se planejarem para uma futura inscrição no programa de bolsas. “Há muito tempo era meu desejo trazer a Nuffic para a atenção dos paranaenses. Não foi fácil, mas, devido à situação de pandemia, encontramos novas maneiras de trazer essas informações aos jovens. Espero que muitos venham buscar novos desafios e experiências e conhecer mais deste mundo, inclusive de sua própria história e cultura”, diz Marina.

De acordo com o Education Promotion & Alumni Officer da Nuffic Neso Brazil, Eduardo Zdanowicz, o Orange TulipScholarship Brazil é uma grande oportunidade para os brasileiros adquirirem enriquecimento pessoal e profissional. “Toda experiência no exterior é sempre muito rica. Estudar na Holanda é viver em um país receptivo, seguro e com alta qualidade de vida. As universidades holandesas são reconhecidas internacionalmente como referência em educação de qualidade. E nessa live nós vamos mostrar o que é necessário para os brasileiros se inscreverem no programa de bolsas na Holanda e até mesmo como se preparar para essa experiência”, diz Zdanowicz.

Com mais de 2.100 cursos ministrados em inglês e referência mundial em pesquisa científica, as universidades holandesas estão entre as instituições com melhor desempenho educacional do mundo. O ensino superior do país fica em quarto lugar no ranking Times Higher Education, atrás apenas dos Estados Unidos, Inglaterra e Alemanha. 

O evento online, com a participação de Eduardo e Marina, será realizado no dia 23 de julho a partir das 19 horas no YouTube.

Serviço:

Live sobre oportunidades de estudo e bolsas na Holanda

Data: quinta-feira, 23 de julho de 2020
Horário: 19 horas
Link: https://bit.ly/3fOgcAb

Sobre a ACBH

A Associação Cultural Brasil-Holanda (ACBH) é uma organização formada por holandeses e descendentes de holandeses no Brasil, oriundos de diversas colônias. Visa preservar o patrimônio histórico artístico e cultural holandês e brasileiro para a posteridade. Também quer incentivar, desenvolver e divulgar as várias formas de expressão cultural. Mais informações: https://www.acbh.com.br/

Sobre a Unium

Marca institucional das indústrias das cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal, a Unium representa os projetos em que as cooperativas paranaenses atuam em parceria. Todas as marcas reunidas pela Unium, inclusive a Alegra, são reconhecidas pela qualidade e excelência. 

A Unium também conta com três marcas de lácteos: Naturalle – de produtos livres de aditivos -, Colônia Holandesa e Colaso. No setor de grãos, a Unium conta com a marca Herança Holandesa – farinha de trigo produzida em uma unidade totalmente adequada à ISO 22000, o que a qualifica com elevados padrões de exigência. Mais informações: http://unium.coop.br/

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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