Londrina investe em tecnologia para se firmar como cidade inteligente

ICI passa a oferecer serviços de Tecnologia da Informação e Comunicação para o município

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Dados do IBGE mostram que Londrina é a quarta cidade paranaense que mais cresceu nos últimos anos. Figurando no ranking das 25 cidades mais inteligentes do Brasil, segundo o Connected Smart Cities 2018, o município foi o primeiro do País a implementar uma avenida inteligente, que conta com luminárias de LED, câmeras de alta definição e uma série de sensores que medem desde a quantidade de vagas de estacionamento disponíveis nas vias até níveis de ocupação das lixeiras.
O investimento em tecnologia e em novas soluções de gestão continuam fazendo parte da estratégia da cidade: recentemente, a Procuradoria Geral do Município de Londrina (PGML) e o Instituto das Cidades Inteligentes (ICI) firmaram contrato para o uso da Tecnologia da Informação e Comunicação, as chamadas TIC, na administração pública. O diretor-presidente do ICI, Fabrício Zanini, conta que ações como esta demonstram a preocupação do município em melhorar e facilitar a gestão pública. “Por meio de uma análise, é possível mapear os pontos de melhoria da governança para tornar os processos administrativos municipais mais ágeis e permitir melhor prestação de serviços aos cidadãos”, comenta Zanini.
A solução implantada é a de gestão de processos judiciais, que permite organizar e tornar eletrônicas todas as tramitações da PGML, de forma integrada com o sistema PROJUDI – programa mantido pelo Conselho Federal de Justiça. Com a solução, será possível oferecer aos procuradores maior transparência e eficiência na execução das atividades, além de permitir mais flexibilidade e facilidade no acesso às informações e processos judiciais.
Para o Procurador Geral do Município de Londrina, João Luiz Martins Esteves, a parceria com o ICI representa uma otimização dos recursos humanos. “Percebemos que muitas tarefas rotineiras feitas na Procuradoria ocupam muito tempo, e tendo em vista a tecnologia da informação já disponível, elas poderia facilmente ser reduzida e otimizadas”. Segundo ele, a ideia é dar mais qualidade ao serviço prestado no município.
A solução estabelece maior controle e monitoramento de ações da PGML, possibilitando um melhor planejamento e gestão das demandas dos processos judiciais. “O desenvolvimento de um novo conceito de gestão de processos eletrônicos é a premissa da solução implantada pelo ICI. Trabalhamos fortemente na transformação das cidades para torná-las mais inteligentes, integradas e inovadoras”, finaliza o diretor-presidente.
 
Sobre o ICI
O ICI – Instituto das Cidades Inteligentes é uma organização criada em 1998, com atuação em todo o território nacional, referência em pesquisa, integração, desenvolvimento e implementação de soluções completas de TIC para a gestão pública. Mais informações: www.ici.curitiba.org.br.

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Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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