Londrina promove plantio de árvores em comemoração ao Dia Mundial da Árvore

Doadas pelo Instituto A.Yoshii, 33 mudas de árvores nativas serão plantadas em local de preservação permanente localizado na Chácara Graciosa

Canela de cheiro, pitanga, fruta-do-conde, graviola, romã, carambola, cereja, gabiroba, pitanga preta, jenipapo, jambo-rosa e grumixama. No total, 33 mudas de 12 espécies nativas da Mata Atlântica foram plantadas por voluntários do Instituto A.Yoshii, como parte do projeto Mais Verde. A ação foi realizada na zona Sul de Londrina (PR), por conta do Dia da Árvore (21/09). Ao todo, 54 voluntários, incluindo colaboradores da construtora e seus familiares, participaram dessa iniciativa. 

Em conformidade com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, com foco especial na Meta 11, que visa apoiar relações positivas com o meio ambiente para o desenvolvimento regional, a ação de plantio realizada pelo Instituto A.Yoshii faz parte dos esforços de revitalização e preservação de uma área protegida e naturalmente coberta por vegetação nativa, com a função crucial de preservar os recursos hídricos, a paisagem, a estabilidade geológica e a biodiversidade do local. 

Para a voluntária Fernanda Osko Souza, a experiência foi marcante. “Poder compartilhar com meus filhos a experiência de plantar uma árvore foi único, Em meio a rotina da cidade, poder parar, sentir a natureza e contribuir com o futuro nos faz pensar o quanto estamos acelerados e é necessário “pausar”. Na volta para casa, meu filho disse: “Mãe, foi uma experiência que não vou esquecer, a melhor de todas!”, relata a colaboradora da A.Yoshii Engenharia. 

Histórico Projeto Mais Verde

O objetivo do projeto é promover o voluntariado, o contato com a natureza, preservar o meio ambiente e proporcionar aos participantes a experiência ao ar livre e a emoção de plantar uma árvore, que pode se tornar um marco especial para muitas pessoas. Ao promover o plantio de árvores, o Instituto incentiva o reflorestamento de áreas desmatadas e contribui para a redução da emissão de CO2. 

A ação também serve como uma oportunidade para todos refletirem sobre a importância de pequenas atitudes de cuidado com o planeta. “A sustentabilidade é um pilar importante do Instituto A.Yoshii, e a ideia deste projeto é colaborar com as questões ambientais e sustentáveis para deixarmos um mundo melhor para nossos filhos”, completa o presidente do Instituto, Aparecido Siqueira. Nos últimos anos, voluntários plantaram centenas de mudas de árvores nativas, como Embaúba, Pimenteira, Figueira Branca e Ipê Amarelo. 

Sobre o Instituto A.Yoshii

Fundada em 2006, a entidade sem fins lucrativos promove ações solidárias ligadas à educação, ao meio ambiente e à cultura, em busca de resultados com impacto social positivo. Ao longo dos 16 anos de atuação, o Instituto A.Yoshii promoveu diversas iniciativas voltadas para pessoas em situação de vulnerabilidade econômica-social, minimização de impactos no meio ambiente e democratização do acesso à cultura e à educação. Em 2022, o Instituto foi reconhecido pelo sexto ano consecutivo com o Selo Sesi ODS, como uma das principais organizações que trabalham em prol dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU. Mais informações: www.institutoayoshii.org.br.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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