Lugar de maquiagem é no celular

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Empresários paranaenses criam aplicativo para líder mundial de beleza. Lançamento de plataforma omnichannel aconteceu na última semana, em Nova Iorque

A startup curitibana Neostore (myneostore.com) já nasceu pensando grande. Em março do ano passado, venceu uma competição nacional de tecnologia promovida pela L’Oréal – a gigante mundial em beleza. Durante 24h seguidas de trabalhos, a Neostore criou um aplicativo móvel para integrar todos os canais de vendas, facilitar a experiência de compra e tornar os produtos da linha Maybelline mais conhecidos em todo país. Como prêmio, recebeu a quantia de R$ 100 mil – dinheiro que está sendo utilizado para desenvolver o projeto.

Em janeiro desse ano, os sócios da Neostore ampliaram os horizontes e lançaram a startup em Nova Iorque, na NRF Retail  Big Show – a maior feira de varejo dos Estados Unidos. E como ousadia é uma das características dessa jovem empresa, eles divulgaram a Neostore no telão da Times Square, trocaram experiências com gente de vários países e apresentaram suas novidades em dois encontros para mais de 300 executivos da Europa, Ásia, América do Norte e Brasil. Para a empresária Fabíola Paes, uma das sócias na startup, a Neostore tem fortes diferenciais competitivos. “Possuímos uma plataforma mobile que integra as mais variadas experiências de compras, facilita a vida do consumidor e aumenta a conversão de vendas para o lojista. E o melhor: podemos atuar em qualquer ramo do varejo”, explica.

Multicanais

Com esse trabalho, a startup brasileira vai ajudar a filial nacional da L’Oréal a ficar mais perto dos consumidores, interagir com seus atuais e futuros clientes, além de ampliar o relacionamento com mensagens sobre as novidades e promoções de toda linha Maybelline, que envolve fórmulas científicas avançadas, texturas revolucionárias e cores que ditam tendências mundo afora.

O aplicativo criado pela Neostore deve ser lançado no primeiro semestre de 2017 e a expectativa é que 30% das vendas sejam feitas por meio do aplicativo ainda neste ano. Entre as facilidades, ele permite ao cliente acessar vídeos com consultoria de beleza, consultar a disponibilidade dos produtos nos locais mais próximos e integrar o mundo virtual com as lojas físicas.

Para ter uma ideia do potencial de uso dessa ferramenta, basta ver o tamanho da L’Oréal. A multinacional francesa detém um portfólio de 32 marcas internacionais, teve faturamento próximo de 26 de bilhões de Euros em 2015, emprega 82.900 funcionários em todo mundo e está presente em todas as redes de distribuições como mercados, lojas de departamento, farmácias, salões de beleza, entre outros canais.

Fabíola, que também é coordenadora do Laboratório de Varejo e do MBA em Gestão do Varejo e Administração de Shopping Center da Universidade Positivo, relata que o conceito omnichannel – usar todos os canais de vendas simultaneamente – é hoje uma das grandes tendências no setor, uma vez que, dentro desta perspectiva, não existe mais diferença entre a loja física e a online. O cliente tanto pode conhecer o produto na internet e comprar na loja física, ou o contrário. “Com um consumidor multicanal, é necessário que as empresas de varejo estejam preparadas para atender a este novo perfil de cliente e a implementação de plataformas específicas vem suprir esta demanda, além de apresentar novas estratégias de comunicação, enfatiza. “A Neostore oferece ao varejista uma visão única do cliente por meio da plataforma Mobile que integra sistema do e-commerce, ERP da loja física e gateway de pagamento. O cliente pode escolher o produto preferido e escolher a melhor forma receber em casa ou buscar direto na loja mais próxima”, completa o sócio fundador da empresa, responsável pelo desenvolvimento da plataforma Mobile Android e iOS, João de Souza.

Outros dois parceiros da startup que acreditam nas  vantagens do conceito omnichannel são a Positivo Informática e O Boticário, ambos com tecnologias personalizadas. E a  meta da empresa é ampliar o número de clientes até dezembro, com produtos customizados para cada parceiro. “Nossa previsão é otimista, tanto que temos quatro vagas em aberto – três para desenvolvedores mobile e uma para a área administrativo/financeiro”, completa Fabíola.

A média do investimento na Neostore varia de acordo com o porte e as necessidades de cada cliente e os resultados são vistos de modo muito rápido.  Segundo o relatório do E-bit (2016), o e-commerce faturou cerca de 5 bilhões em vendas via dispositivos móveis no ano de 2015. Isso representou 12% dos 41,3 bilhões de vendas totais em varejo on-line. Conforme a pesquisa, os demais  88% foram realizados por meio de desktop. A expectativa era chegar a 30% das vendas por meio de dispositivos móveis, em 2016. Nos EUA esse percentual já representa 52%, de acordo com a NRF Big Show 2017.

Saiba mais em http://myneostore.com

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Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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