Manfred Dasenbrock é reeleito no Conselho de Administração do Sistema Sicredi

Anúncio foi realizado durante a Assembleia Geral da SicrediPar; entre os membros reeleitos do Conselho de Administração também está o presidente da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, Jaime Basso, além de Luciano Kluppel, da Sicredi Novos Horizontes PR/SP/RJ, que assume cadeira no Conselho Fiscal

O presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ, Manfred Alfonso Dasenbrock, e o presidente da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, Jaime Basso, foram reeleitos e empossados no Conselho de Administração da SicrediPar, holding que controla as decisões estratégicas do Sistema. A cerimônia ocorreu durante a Assembleia Geral da Sicredi Participações S/A (SicrediPar) e da Sicredi Fundos Garantidores (SFG), na última terça-feira, dia 26, durante a programação do Fórum Nacional de Presidentes do Sicredi. No encontro, também  foram eleitos os novos membros do Conselho Fiscal. Além disso, foram apresentadas as demonstrações financeiras e a prestação de contas da instituição financeira cooperativa. 

O Conselho de Administração da SicrediPar é composto por 13 membros: o presidente e os conselheiros, sendo cinco presidentes das Centrais Sicredi, cinco representantes de cooperativas, um representante indicado pelo Rabo Partnerships B.V., instituição financeira holandesa parceira do Sicredi, além de um conselheiro independente. 

Integram o Conselho de Administração (2024 – 2027): Fernando Dall’Agnese (presidente) e os conselheiros Manfred Alfonso Dasenbrock (Central Sicredi PR/SP/RJ); Márcio Port (Central Sicredi Sul/Sudeste); João Carlos Spenthof (Central Sicredi Centro Norte); Celso Ronaldo Raguzzoni Figueira (Central Sicredi Brasil Central); Wilson Ribeiro de Moraes Filho (Central Sicredi Nordeste); Sidnei Strejevitch (Sicredi União RS/ES); Jaime Basso (Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP); Antonio Geraldo Wrobel (Sicredi Sudoeste MT/PA); Zeir Ascari (Sicredi Cerrado GO) e João Bezerra Júnior (Sicredi Evolução).

Para Manfred Dasenbrock, membro do colegiado e que representa as 31 cooperativas filiadas à Central Sicredi PR/SP/RJ, o modelo de gestão do Sicredi fortalece a atuação estratégica da instituição financeira cooperativa. “Temos em nossa essência o relacionamento próximo para atender as necessidades dos nossos associados nas regiões onde as cooperativas do Sicredi atuam. Somente na área da nossa Central, estamos presentes em mais de 650 municípios, com mais de 890 agências agregando valor aos 2,2 milhões de associados do Sicredi nos três estados. Por isso, é tão relevante termos representantes de cada região. Dessa maneira, e com os nossos pilares de ajuda mútua e cooperação, conseguimos atuar ativamente pelo propósito de construir juntos uma sociedade mais próspera”, afirma.

Luciano Kluppel assume cadeira no Conselho Fiscal 

Na governança do Sicredi, o Conselho Fiscal tem como objetivo garantir a proteção dos interesses dos associados e o atendimento às exigências e normativas oficiais e do Sistema. Com aprovação dos presidentes das cooperativas que compõem o Sicredi, também foram eleitos os novos conselheiros fiscais efetivos: Luciano Dias Carneiro Kluppel (Sicredi Novos Horizontes PR/SP/RJ); Tiago Luiz Schmidt (Sicredi Pioneira RS); Laercio Pedro Lenz (Sicredi Celeiro MT/RR); Wardes Antonio Conte Lemos (Sicredi Campo Grande MS); Edvaldo Maia Lopes Ferreira Filho (Sicredi Expansão), além dos cinco suplentes. 

Sobre o Sicredi 

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 7,5 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 2.700 agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.  

Site do Sicredi: Clique aqui  

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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