Manutenções regulares otimizam desempenho de prensa de sapata

O recondicionamento do rolo SymBeltTM da prensa de sapata (SymBeltTM Overhaul) da Valmet proporciona o alto desempenho e a confiabilidade de funcionamento durante o período de campanha entre as manutenções programadas

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Em 2008 foi realizado pela Valmet, líder mundial no desenvolvimento e fornecimento de tecnologias, automação e serviços para os setores de celulose, papel e energia, o primeiro SymBeltTM Overhaul na América do Sul. Mais que uma reforma, o overhaul recondiciona secadoras de celulose e máquinas de papel, conferindo condições de desempenho semelhantes a um equipamento novo. Desde então, cerca de vinte serviços de recondicionamento garantiram o alto desempenho e confiabilidade de funcionamento de equipamentos. Nos últimos dezoito meses a Valmet realizou o overhaul de oito rolos de clientes da América do Sul.

“Acreditamos que cuidar do equipamento realizando as devidas manutenções e inspeções garantem melhor andamento e eficiência do rolo, teor seco e propriedades físicas da folha. A falta desses serviços confere ao equipamento riscos desnecessários de paradas não programadas da máquina”, disse Mauricio Gomes, engenheiro de vendas da Valmet.

No processo de secagem da celulose, a prensa de sapata no rolo SymBeltTM desempenha um papel muito importante no aumento do teor seco da folha de celulose, removendo em torno de 20% a 25% da água neste único equipamento. A prensa de sapata é o último ponto de prensagem da folha antes da entrada do secador e, por isso, estar operando sempre nas melhores condições de manutenção é de suma importância para a continuidade do processo de secagem. Hoje existem mais de 400 prensas de sapata SymBeltTM em operação no mundo.

Para a realização do serviço de overhaul, a equipe de serviços da Valmet organiza e planeja em conjunto com seus clientes todas as necessidades de materiais, assim como o melhor momento de aquisição para a realização dos serviços na data planejada pela fábrica. As manutenções podem ter intervalos de quatro a cinco anos, representando pouca interferência no dia a dia das operações. Apesar de raras, prolongam a vida útil da manta, garantem a operabilidade sem interrupções e resultam em melhor secagem, economia de energia e custos. 

A Valmet oferece um conjunto de materiais e peças de reposição composto por mais de 60 itens, incluindo vedações, mangueiras, suportes, cilindros e outros. O fornecimento do material é importado, garantindo a confiabilidade no equipamento, com peças 100% genuínas. Após recondicionamento, os profissionais da Valmet acompanham o reinício do equipamento com a realização de testes operacionais, com objetivo de verificar possíveis falhas de carga nos cilindros. Um dos resultados desses testes é o gráfico tridimensional do perfil de carga que mostra ao cliente como está o desempenho de prensagem na largura total do rolo.

Lado a lado com o cliente

A Valmet conta com profissionais especializados em serviços de campo para os overhauls, atendendo em seus centros de serviços ou mesmo na própria fábrica do cliente. Aliada aos centros de tecnologia na Finlândia, a companhia dá suporte durante a execução dos serviços, tanto presencialmente, quanto por atendimento “remoto” com um especialista através do Valmet Performance Center.

Sobre a Valmet

A Valmet é líder mundial no desenvolvimento e fornecimento de tecnologias, automação e serviços para os setores de celulose, papel e energia, com mais de 220 anos de história e 13.000 funcionários. No Brasil, a Valmet está presente com quatro unidades. A gestão da Valmet na América do Sul está concentrada na unidade de Araucária-PR, com o suporte das unidades de Sorocaba-SP, Campinas-SP, Belo Horizonte-MG, Santiago e Concepción, as duas últimas no Chile. Mais informações em: https://www.valmet.com.br     

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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