Marilda Castanha conversa com jovens leitores no 19º Salão FNLIJ

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Ação marca lançamento do livro “Sem Fim” no Brasil

De 21 a 28 de junho, a Editora Positivo participa do 19º Salão da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) para Crianças e Jovens e leva um presente para os novos leitores: uma conversa com a ilustradora Marilda Castanha, autora do livro “Sem Fim”, premiado no Nami Concours, na Coreia do Sul. Esse encontro, que também marca o lançamento do livro no Brasil, acontece às 15 horas do dia 27, no espaço Biblioteca FNLIJ Criança.

Marilda Castanha representa o Brasil este ano no Nami Concours, concurso que destaca os maiores expoentes dos picture books – livros de imagens – do mundo. Sua obra “Sem Fim”, publicada pela Editora Positivo, foi a única selecionada no evento, cuja exposição dos livros premiados abriu na primeira semana de maio e prossegue até a próxima edição do concurso.

Reconhecida na categoria Purple Island, a obra concorreu com outros 1.777 artistas de 89 nações. O livro ficou entre os 150 selecionados de 43 países e ainda integra o catálogo que marca a terceira edição do evento. O local onde está sendo realizada a mostra, a Ilha de Nami, fica a cerca de uma hora da capital sul coreana Seul e é um destino ecológico e cultural do país asiático. Além disso, “Sem Fim” faz parte da exposição bienal internacional que integra o concurso: o Nambook Festival, dedicado aos livros ilustrados para crianças. Nela, as ilustrações premiadas são transformadas em ambientes interativos nas salas, cabines e corredores da Biblioteca de Nami.

Considerada uma obra interacionista, “Sem Fim” traz a convivência entre um homem e uma árvore, descrita apenas por ilustrações feitas com tinta acrílica e máscara de aquarela. No livro, que integra a coleção “História à Vista”, a autora promove indagações sobre harmonia e renovação, o real e o imaginário, e provoca reflexões sobre as possíveis transformações que podem surgir por meio da relação entre o ser humano e o meio ambiente.

“Sem Fim” é um trabalho que reúne a paixão da autora pelas suas “árvores inventadas” ao ser humano, bem como a um elemento silencioso: a caixa, que nada mais é do que uma bela metáfora para a consciência. O livro levou dois anos para ser finalizado e mostra a força de Marilda Castanha no desenho, com a cor amarela e os tons terra que lhe são peculiares. Ele também estampa a capa do catálogo da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) para a Feira de Bolonha 2017 e, recentemente, recebeu o Selo de Altamente Recomendável pela entidade, além de integrar a lista dos “30 melhores livros infantis do ano 2017” na seleção da revista Crescer.

O livro “Sem Fim” (60 páginas, R$ 54,90) pode ser encontrado em livrarias de todo o Brasil e no site www.editorapositivo.com.br.  Além de promover o encontro da autora-ilustradora com os jovens leitores, a Editora Positivo participa do Salão no estande de número 34.

Serviço

O quê: Conversa com a autora-ilustradora Marilda Castanha e lançamento do livro “Sem Fim” (Editora Positivo).

Quando: 27/07, às 15h, no espaço Biblioteca FNLIJ Criança.

Onde: 19ª Salão FNLIJ, Centro de Convenções SulAmérica/Salão Nobre – Av. Paulo de Frontin, 01, Cidade Nova, Centro, Rio de Janeiro.

Horário: De segunda a sexta – 8h30 às 17h / Sábado e domingo – 10h às 18h.

Ingresso: R$ 12,00 (meia entrada para menores de idade, idosos e portadores de deficiência)

Sobre o FNLIJ

Em sua 19ª edição, o Salão FNLIJ do Livro para Crianças e Jovens é um evento que faz parte do calendário de escolas e famílias do Rio de Janeiro. Seu objetivo é destacar a importância da leitura literária junto aos professores, pais, alunos e filhos para a formação de leitores e para uma educação de qualidade, valorizando o espaço da biblioteca como o local por excelência para se ter acesso aos livros. Todas as crianças e jovens ganham um livro de presente, selecionado pela FNLIJ, na saída do evento.  Mais informações podem ser obtidas em http://www.fnlij.org.br/.

 

Sobre a autora-ilustradora

Marilda Castanha começou a ilustrar livros infantis no final dos anos 80. Em 1997 participou de um Seminário de Ilustração na Bratislava (capital da Eslováquia). Ilustrou vários autores, participou de exposições e, em 2000, com o livro “Pindorama, terra das Palmeiras” ganhou os prêmios Runner up (Japão), Prix Octogone (Paris) e no Brasil o prêmio Jabuti de Ilustração. Em 2011 ganhou novamente o prêmio Jabuti com o livro “Mil e uma estrelas” e foi selecionada para o catálogo White Ravens, da Biblioteca Internacional da Juventude de Munique (Alemanha). Participou de várias mostras da exposição Le Immagini della Fantasia, em Sármede, norte da Itália. Atualmente mora em Santa Luzia, região metropolitana de Belo Horizonte, com o marido (o ilustrador Nelson Cruz) e seus dois filhos.

Sobre a Editora Positivo

Fundada há 37 anos, a Editora Positivo tem a missão de construir um mundo melhor por meio da educação. Tendo as boas práticas de ensino como seu DNA, a Editora especializou-se ao longo dos anos e tornou-se referência no segmento educacional, desenvolvendo livros didáticos, literatura infantil e juvenil, sistemas de ensino e dicionários. A Editora Positivo está presente em milhares de escolas públicas e particulares com os seus sistemas de ensino. Amplamente recomendados pela área pedagógica e reconhecidos pelos seus resultados, os sistemas foram criados de modo a atender a realidade de cada unidade escolar. Para a rede pública a editora disponibiliza o Sistema de Ensino Aprende Brasil. Já as escolas particulares contam com o Sistema Positivo de Ensino e com o Conquista. Cerca de 2 milhões de alunos utilizam os sistemas de ensino da Editora Positivo, em escolas públicas e particulares, no Brasil e no Japão.

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Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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