Menino Maluquinho homenageia curitibanos em Concerto de Natal

[flgallery id=609 /]

Espetáculo para 5 mil pessoas acontece nos dias 15 e 16 de dezembro, no Teatro Positivo

Com o tema “O Natal do Menino Maluquinho com a nossa gente”, o espetáculo de Natal deste ano da Universidade Positivo (UP) tem como protagonista a genialidade de Ziraldo, destacando-se a ilustração sempre alegre do Menino Maluquinho – um personagem único que acompanhou a infância de muitos e está sempre presente nas salas de aula de escolas no Brasil, e, por meio de 5 milhões de livros impressos com suas histórias, em mais de 20 países no mundo todo. Estarão no palco do Teatro Positivo, Grande Auditório, para o Concerto de Natal da Universidade Positivo (UP), nos dias 15 e 16 de dezembro, cerca de 460 artistas além de 60 profissionais nos bastidores (equipes de diretores, produtores, técnicos, professores, alunos do Grupo Positivo, amadores, profissionais e voluntários).Com a participação dos atores mirins Arthur Humphreys Recchia e Lorena Leminski Vieira e o ator Pedro Inoue, o personagem de Ziraldo mostra no palco a gente de Curitiba, com sua diversidade e miscigenação, valores e cultura de vários povos que ajudaram a tornar a cidade uma referência internacional. A música, as vozes, a interpretação cênica e a inspiração de Ziraldo unem-se às danças étnicas daqueles que vieram a Curitiba em busca da felicidade, da paz, do amor e da esperança que a cidade oferece a todos que aqui chegam ou por ela passam. “A cidade receberá um dos melhores Concertos de Natal”, afirma a diretora geral do espetáculo, Jô Braska Negrão. Com o patrocínio do Ministério da Cultura, do Grupo J. Malucelli, Supermercados Condor, parceiros e voluntários, o evento tem sua renda integralmente revertida para o Lar O Bom Caminho.
A apresentação de fim de ano da Universidade Positivo já entrou para o calendário de comemorações da capital paranaense, buscando inovar no repertório de música erudita e nacional, consolidando-se como um dos eventos artísticos mais importantes da região. “Nosso objetivo é mesclar os aspectos sociais e educacionais no concerto. Além da renda revertida a um projeto – escolhido com o apoio do Instituto Positivo -, o espetáculo tem o diferencial de servir como experiência a alunos da área de eventos e produção cultural e permite ao público acompanhar os bastidores do espetáculo”, conta Jô Braska Negrão.
O espetáculo é composto por: Orquestra Filarmônica, Orquestra Suzuki Curitiba, Cantores Solistas, Grande Coral (formado por alunos do Ensino Fundamental, Ensino Médio do Colégio Positivo e cantores voluntários de diversos corais), sob a regência da maestrina convidada Lúcia de Vasconcellos, Grupos Folclóricos de Dança e atores, tendo como regente titular o Maestro Alexandre Brasolim. Os ingressos custam R$ 20 e podem ser adquiridos na bilheteria do Teatro Positivo, nos quiosques Disk Ingressos ou pelo site www.diskingressos.com.br.
 
 
SERVIÇO
“O Natal do Menino Maluquinho com a nossa gente” – Concerto de Natal 2016 da Universidade Positivo
Data: 15 e 16 de dezembro, às 20h30
Local: Teatro Positivo – Grande Auditório (R. Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300)
Ingressos: R$20 e R$10 (meia-entrada)
Informações:  (41) 3317 3146 – (41) 3011 2324 – (41) 99678 2324 ou producao@proartemovimento.com
 
 
 
Especificações Técnicas
 
Direção Geral: Jô Braska Negrão
 
Orquestra Filarmônica e Grande Coro
Regência e Arranjos: Maestro Alexandre Brasolim
 
Orquestra Suzuki Curitiba
Associação da Educação do Talento Musical do Paraná
Diretora administrativa: Sibila Fuchs Schelin
 
Regente convidada do Grande Coro: Maestrina Lúcia de Vasconcellos
 
Participação especial: Ziraldo
 
Orquestra
Arregimentador: Pericles Gomes
 
 
GRANDE CORO
 
Coral da Esperança
Regência: Maria Madalena Wagner
Regência auxiliar: Letícia Casarotto
 
Coral de Itaipu
Regência: Gil Gonçalves
Coordenação: Leandro Piva
 
Coral Santa Rita
Regência: Elena Moukhorkina Moreno
Coordenação: Marilene Stoiani Nercolini
 
Coral UP Maturidade
Regência: Christopher Ancoski
Coordenação: Sandra Moreira Oliveira
 
Ensemble Projeto Broadway
Regência: Débora Bérgamo
Preparação cênica: Giovana Póvoas
Preparação vocal: Ricardo Bührer
 
Grupo Vocal Da Cidade Musical
Regentes: Ana Cristina Rissette Schreiber e Leila Letchakowski Chromiec
 
Grupo Vocal Do Colégio Positivo Ambiental
Regente: Edcea Cristina Godinho e Mônica de Paula Soares
 
Grupo Vocal Do Colégio Positivo Ambiental – Ensino Bilingue
Regente: Edcea Cristina Godinho e Fernanda Fausto de Almeida
Pianista: Ana Cristina Rissette Schreiber
 
Grupo Vocal Do Colégio Positivo Júnior
Regentes: Josilene Rocha Drummond
Pianista: Ragner Esperandio Seifert e Ana Elisa Cintra de Souza Estorilio
 
Grupo Vocal Do Colégio Positivo Internacional
Regentes: Rogéria Tatiane Soares Franchini e Lívia Ribeiro Silva
Pianistas: Ana Elisa Cintra de Souza Estorilio
 
Grupo Vocal Do Instituto Beija Flor
Regente: Ana Cristina Rissette Schreiber
Pianista: Jeimely Heep Bornohld
Assistente Social: Fabrícia Santana
 
 
Vocal Gogó À Brasileira
Regência: Anderson Nascimento
Coordenação: Simone Maraccini Olandoski
 
 
GRUPOS DE DANÇA ÉTNICA
 
Centro Espanhol do Paraná
Presidente: Blanca Hernando Barco
Coreógrafo: Aurélio Baggio
 
Folclore Grego Neoléa do Paraná
Presidente: Sula Frantzezos Kotzias
Coreógrafo: Robinson Kremer
 
Folclore Israelita do Paraná
Coordenação: Giovanna Mizrahi e Diana Axelrud
Coreógrafa: Vanessa Treistman
 
Grupo Folclórico Germânico Original Einigkeit Tanzgruppe da Sociedade Thalia
Presidente: Marcos Murara
Coordenadores de Dança: Simone Murara e Charles Riewe
 
Grupo Folclórico Ucraniano Poltava
Presidente: Elias Kalinovski
Coreógrafo: Andrey Denaschok
 
Grupo-Ítalo Brasileiro Santa Felicidade
Presidente: Rogerio Flor
Coreógrafo: Eduardo Fonseca de Oliveira
 
Wakaba Taiko – Nikkei Curitiba
Presidente: Rui Kiwoshi Hara
Coordenador dos tambores: Hermes Murakami
 
Wisła – Grupo Folclórico Polonês do Paraná
Presidente: Elmar Guarize
Coreógrafos: Lourival de Araújo Filho e Christine Andréa Guiz Fabian de Araújo
 
 
ATORES
Arthur Humphreys Recchia
Lorena Leminski Vieira
Pedro Inoue
 
PRODUÇÃO: K&L Empreendimentos Culturais e Artísticos  S/S e PAM Pró-Arte Movimento Produções Culturais e Eventos
 

Share:

Latest posts

Ganhador-poupanca-cianorte - -Jhon-Marlon-Feltrin-Prodentes - -eletricista-industrial (1)
Sicredi já distribuiu mais de R$ 3 milhões em prêmios para estimular o hábito de poupar
LORD-KRONY
Hard Rock Cafe Curitiba recebe espetáculo em homenagem a Freddie Mercury e o Queen
Bem-estar (1)
Bem-estar emocional como foco no ambiente de trabalho: mudanças na NR-1 colocam a saúde mental como pilar essencial nas estratégias corporativas

Sign up for our newsletter

Acompanhe nossas redes

related articles

Ganhador-poupanca-cianorte - -Jhon-Marlon-Feltrin-Prodentes - -eletricista-industrial (1)
Sicredi já distribuiu mais de R$ 3 milhões em prêmios para estimular o hábito de poupar
Mais de 400 associados já foram contemplados em 2026 na campanha Poupança Premiada, que segue até dezembro...
Saiba mais >
LORD-KRONY
Hard Rock Cafe Curitiba recebe espetáculo em homenagem a Freddie Mercury e o Queen
Freddie-Verso, apresentado por Lord Krony, reúne clássicos da banda em noite dedicada ao legado do cantor O...
Saiba mais >
Bem-estar (1)
Bem-estar emocional como foco no ambiente de trabalho: mudanças na NR-1 colocam a saúde mental como pilar essencial nas estratégias corporativas
Modelo cooperativista se destaca pelo pioneirismo em ações voltadas ao bem-estar emocional dos colaboradores O...
Saiba mais >
*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
ARTIGO: Mentalidade AI First: cinco skills fundamentais para os gestores de RH desenvolverem ainda este ano
*por Juliana Maria – head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em...
Saiba mais >