Mercado de luxo segue na contramão da crise

[flgallery id=16 /]

Cresce procura por imóveis, produtos e serviços de alto valor agregado

Já deixou de ser novidade há algum tempo que o cenário econômico do Brasil não é dos melhores. Mas, alguns segmentos ignoram essa tendência e seguem navegando em águas mais calmas – ou não tão turbulentas. O mercado de luxo é um desses setores que seguiu na contramão da crise e superou o desempenho de vendas de 2014, antes mesmo do fim de 2015.
O setor imobiliário também reflete o comportamento da parcela mais abonada da população, tanto no Brasil como no exterior. O sul do estado da Flórida, nos Estados Unidos, é um exemplo. Os brasileiros estão ajudando a mudar o cenário local, onde cerca de 126 torres residenciais estão em planejamento ou em obras em janeiro de 2016. De acordo com André Duek, proprietário da imobiliária Duek Realty nos Estados Unidos, as regiões de Miami e Orlando, que antes eram apenas destinos de férias para os brasileiros, se tornaram local de moradia. “As mudanças políticas e econômicas do Brasil estimularam a migração de muitos residentes do Brasil para os EUA. Mesmo com a cotação desfavorável, a estabilidade norte-americana atrai o público das classes mais altas”, analisa Duek. No ano passado, a região recebeu cerca de 6,1 bilhões de dólares somente de investidores estrangeiros, como brasileiros, argentinos, colombianos e venezuelanos, entre outros. O valor representa 36 % de todo investimento feito na região.
A coordenadora do Núcleo de Estudos e Laboratório de Excelência em Serviços da Universidade Positivo, Carolina Parolin, explica que o segmento se adequou à situação e mudou condições tradicionais do varejo global. “Mesmo com o dólar em alta, o setor conseguiu contornar a situação e adequou os preços praticados por aqui. O que antes valia a pena ser comprado no exterior, passou a ter igual valor ou ser até mais em conta aqui no Brasil, com a vantagem do crédito”, explica.
No Brasil, a procura por condomínios de luxo cresce a cada ano. O portal de imóveis VivaReal realizou um estudo para analisar a busca por esse tipo de imóvel. Em 2015, a demanda cresceu 32%, quando comparado a 2014. Fortaleza (CE) foi a capital que apresentou o maior aumento de buscas por condomínios de luxo, com acréscimo de 92% pela procura por imóveis de alto padrão. Curitiba (PR) vem na sequência, com 70% de aumento, seguida de Porto Alegre (RS), com 67%, e Florianópolis (SC), 62%. A tendência de aumento do número desse tipo de empreendimento pode ser associada a fatores como o aumento da violência e à participação da mulher no mercado de trabalho.
Em Curitiba, houve aumento na procura pelos condomínios de luxo e a chegada da A.Yoshii Engenharia a Curitiba comprova a demanda da cidade por imóveis de alto padrão. Com forte atuação em Londrina e Maringá (PR), a empresa está investindo na capital paranaense, com a construção do primeiro empreendimento, o Maison Heritage Ecoville. A entrega está prevista para 2019.
“Como diferencial, investimos em alta qualidade e tecnologia de ponta”, explica o arquiteto do empreendimento, Manuel Baggio Pereira. São duas piscinas, uma coberta e outra ao ar livre, área de lazer que lembra um clube e apartamentos com inúmeros diferenciais. “Um dos exemplos é a varanda que projetamos. Ela tem 14 m² e pode ser integrada à sala de estar e jantar”, ressalta.
Além disso, a A.Yoshii prioriza os prazos de entrega. “Nossa meta é sempre entregar bem antes do cronograma estipulado. Os consumidores ficam tão acostumados a atrasos em obras que esse acaba sendo um diferencial que para nós é um procedimento padrão”, comenta Baggio.
O apartamento decorado do Maison Heritage Ecoville pode ser visto no showroom permanente da construtora, localizado no Batel. O empreendimento terá 29 pavimentos, sendo os dois primeiros de garagens e área comum, do terceiro ao 27º andar de apartamentos (um por andar) e uma cobertura duplex, com 753 metros quadrados de área privativa, mais um terraço de 89 metros. Os demais apartamentos terão entre 428 e 433 metros quadrados de área privativa, sendo alguns com terraços e quatro (ou cinco) vagas de garagem. Os apartamentos serão entregues com diversos itens de acabamento já instalados, como lareira e piso aquecido nos banheiros e ponto para instalação de chopeira.
A área comum oferecerá salas de diversos usos, Salão de Festas, Espaço Zen, Fitness, Bicicletário, piscina coberta e externa, Spa, Sala de Jogos, Brinquedoteca, Playground, Teen Lounge, Espaço Gourmet, entre outros.
 
Sobre o Grupo A.Yoshii
A A.Yoshii Engenharia foi fundada há 50 anos pelo engenheiro civil Atsushi Yoshii, em Apucarana e transferiu sua sede para Londrina em 1979. No início, cresceu executando obras pelo regime de empreitada global para clientes como Banco América do Sul, Casas Pernambucanas e Banco Itaú. Atingiu outras cidades do País, como Recife, Salvador, Brasília, São Paulo e Porto Alegre e, atualmente, desenvolve obras de grande porte, como usinas de açúcar e álcool e fábricas de papel e celulose.
Com inúmeros empreendimentos residenciais realizados nas principais cidades do Paraná, se destaca pela qualidade e pontualidade na entrega. Em 2009, foi criada a Yticon, marca do grupo que foca no desenvolvimento de empreendimentos econômicos para quem procura seu primeiro imóvel. Em 2010 a A.Yoshii iniciou suas atividades em Maringá e, em 2015, em Curitiba.
Uma das características marcantes da empresa é atuar sempre com equipe própria na execução de obras. Com isso, a A.Yoshii se diferencia pela qualidade dos projetos, respeito aos prazos e atendimento ao cliente. O resultado figura em premiações e rankings: em outubro de 2015 o Grupo A.Yoshii foi eleito o terceiro melhor em Gestão de Pessoas na categoria de 3 mil a 7 mil funcionários, de acordo com o jornal Valor Econômico. Em 2014 a construtora foi classificada entre as 150 melhores empresas para trabalhar, segundo a revista Você S/A.
 
Showroom A.Yoshii
A A.Yoshii criou um lugar exclusivo para receber os visitantes e apresentar seus novos projetos.
O Showroom A.Yoshii fica na Rua Bispo Dom José, 2058 e está aberto todos os dias, inclusive finais de semana e feriados, das 9h às 19h.
Telefone para contato: (41) 3337-2500.

Share:

Latest posts

LORD-KRONY
Hard Rock Cafe Curitiba recebe espetáculo em homenagem a Freddie Mercury e o Queen
Bem-estar (1)
Bem-estar emocional como foco no ambiente de trabalho: mudanças na NR-1 colocam a saúde mental como pilar essencial nas estratégias corporativas
*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
ARTIGO: Mentalidade AI First: cinco skills fundamentais para os gestores de RH desenvolverem ainda este ano

Sign up for our newsletter

Acompanhe nossas redes

related articles

LORD-KRONY
Hard Rock Cafe Curitiba recebe espetáculo em homenagem a Freddie Mercury e o Queen
Freddie-Verso, apresentado por Lord Krony, reúne clássicos da banda em noite dedicada ao legado do cantor O...
Saiba mais >
Bem-estar (1)
Bem-estar emocional como foco no ambiente de trabalho: mudanças na NR-1 colocam a saúde mental como pilar essencial nas estratégias corporativas
Modelo cooperativista se destaca pelo pioneirismo em ações voltadas ao bem-estar emocional dos colaboradores O...
Saiba mais >
*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
ARTIGO: Mentalidade AI First: cinco skills fundamentais para os gestores de RH desenvolverem ainda este ano
*por Juliana Maria – head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em...
Saiba mais >
Dr. Geninho Thomé, fundador da Neodent.
Paranaense Geninho Thomé é reconhecido entre os 100 Mais Influentes da Saúde na categoria Empresário
Trajetória marcada pela inovação e pela ampliação do acesso à saúde bucal coloca o fundador da Neodent...
Saiba mais >