Miguel Falabella dirige “Marrom, o musical”

O espetáculo musical “Marrom, o musical” retrata a vida e obra de uma das maiores cantoras brasileiras de reconhecimento universal. Alcione é considerada a Rainha do Samba, mas as suas interpretações transpõem as barreiras do gênero e de estilo, interpretando boleros, MPB, samba-canção, fados, tangos, forró e jazz.

O projeto celebra os 50 anos de carreira da cantora maranhense e traz a responsabilidade de fomentar a cultura brasileira por meio do viés teatral de divulgar o Maranhão com sua vasta cultura, a exemplo do Bumba meu Boi. Idealizado pelo ator e produtor Jô Santana, com texto e direção de Miguel Falabella, o terceiro espetáculo da série “Trilogia do Samba”, que apresentou “Cartola” e “Dona Ivone Lara”, encerra a trilogia homenageando uma das vozes mais singulares do Brasil, levando ao conhecimento nacional uma das culturas mais ricas do país.

A peça coloca 23 atores e atrizes em cena. Entre eles, estão nomes consagrados como Karin Hils, indicada ao prêmio Bibi Ferreira de melhor atriz em teatro musical pelo papel em “Donna Summer Musical”, mesma categoria que outra atriz que também integra o elenco de “Marrom: o Musical”, Letícia Soares, que venceu ano passado pelo desempenho em “A Cor Púrpura”.

O espetáculo fica em cartaz por dois meses na capital paulista e, posteriormente, deve rodar outros estados, como o Rio de Janeiro. Para o diretor de Marketing da Tecnobank, Cristiano Caporici, apoiar mais uma vez um evento cultural tão grandioso como esse demonstra a importância do investimento privado na cultura do nosso país. “ A Alcione já é um espetáculo à parte, agora, com esse musical, que traz a cultura maranhense para os palcos, é maravilhoso. É um orgulho muito grande fazer parte dessa história e ajudar a cultura nacional”, ressalta.

 

Serviço:

Espetáculo “Marrom, o musical” 

Data: 26 de agosto a 7 de novembro, em São Paulo

Sessões: de sexta a segunda-feira (sexta, sábado e segunda às 20h30; domingo, às 17h e, com sessão extra a partir de 3/9, às 16h de sábado)

Local: Teatro Sérgio Cardoso – Rua Rui Barbosa, 153, Bela Vista

Valores: R$ 80,00 a R$ 200,00 (inteiras) // R$ 40,00 a R$ 100,00 (meia-entrada)

Ingressos à venda: Sympla

Telefone: (11) 3288-0136

Classificação: Livre

 

Sobre a Tecnobank 

Investir e apoiar iniciativas culturais selecionadas faz parte do DNA da Tecnobank, com o objetivo de promover a qualidade musical no país e proporcionar cultura como cidadania, conhecimento e qualidade de vida para clientes, colaboradores e seus familiares. Com uma história marcada por inovação tecnológica e evolução contínua, a Tecnobank desenvolve soluções agregadas que geram segurança e agilidade ao processo eletrônico de registro de contratos de financiamento de veículos. Homologada pelos órgãos executivos de trânsito, a Tecnobank, fundada em 2007, tem sede em São Paulo (SP), mas atua em 14 estados brasileiros, com infraestrutura tecnológica de última geração, contribuindo de maneira simples e eficaz com a geração de negócios de milhares de clientes que confiam na nossa experiência, pautada pelos mais rigorosos programas de Compliance, Segurança da Informação e Privacidade & Proteção de Dados. A Tecnobank é certificada como uma excelente empresa para trabalhar, com três prêmios em 2020, e o terceiro selo consecutivo em 2022, concedidos pelo Great Place to Work (GPTW).

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Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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