Estão abertas inscrições para congresso sobre bioética e humanização na saúde na era digital, que acontece entre dias 2 e 5 de julho Créditos: Divulgação

Monja Coen participa de congresso sobre bioética e humanização na saúde na era digital

Evento em Curitiba apresenta exemplos inspiradores implantados por hospitais

Entre os dias 2 e 5 de julho, Curitiba será sede do V Congresso Internacional Ibero-Americano de Bioética e do XI Congresso de Humanização e Bioética, com o tema “Humanização na saúde na era digital”. Realizado na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), em parceria com a Sociedade Brasileira de Bioética e a Revista Ibero-americana de Bioética, além dos hospitais São Marcelino Champagnat e Universitário Cajuru, o evento tem como objetivo debater os desafios bioéticos da saúde na era digital, pela perspectiva de proteção dos direitos humanos.

A palestra de abertura será conduzida pela Monja Coen, missionária oficial da tradição Soto Shu no Brasil, escritora, professora e palestrante renomada, com o tema “O viver e morrer na era digital”. Além disso, a programação do evento inclui oficinas, debates e minicursos com temáticas relevantes, como “Auriculoterapia no hospital como prática integrativa e complementar em saúde”, “Saúde e exclusão digital de pessoas vulneráveis”, e “Inteligência artificial, ética e saúde”, entre outras.

O evento também será palco para a apresentação de projetos bem-sucedidos  implementados nos hospitais São Marcelino Champagnat e Universitário Cajuru, entre eles o “Amigo Bicho” e as atividades de voluntariado nas instituições. O Complexo de Saúde do Grupo Marista mantém um Grupo de Trabalho de Humanização (GTH) estruturado e multiprofissional, que atua com base em dez diretrizes gerais e diversas atividades que promovem acolhimento e bem-estar. Essas iniciativas resultam em um índice de satisfação de 80% com o atendimento humanizado oferecido.

O congresso é aberto ao público em geral, com descontos especiais para estudantes, colaboradores e voluntários do Complexo de Saúde do Grupo Marista. Para mais informações sobre valores e inscrições, acesse o site pucpr.br/congressodehumanizacao.

Serviço: 

V Congresso Internacional Ibero-Americano de Bioética e XI Congresso de Humanização e Bioética

Data: 2 a 5 de julho 

Horários: 
02/07 – 18h às 20h30
03/07 – 7h30 às 20h
04/07 – 8h15 às 20h
05/07 – 8h15 às 19h 

Local: TUCA (Bloco Azul), Câmpus Curitiba da PUCPR – Rua Imaculada Conceição, 1155 

Sobre o Hospital São Marcelino Champagnat

O Hospital São Marcelino Champagnat faz parte do Grupo Marista e nasceu com o compromisso de atender seus pacientes de forma completa e com princípios médicos de qualidade e segurança. É referência em procedimentos cirúrgicos de média e alta complexidade. Nas especialidades destacam-se: cardiologia, neurocirurgia, ortopedia e cirurgia geral e bariátrica, além de serviços diferenciados de check-up. Planejado para atender a todos os quesitos internacionais de qualidade assistencial, é o único do Paraná certificado pela Joint Commission International (JCI).

Sobre o Hospital Universitário Cajuru

O Hospital Universitário Cajuru é uma instituição filantrópica com atendimento 100% SUS e com a certificação de qualidade da Organização Nacional de Acreditação (ONA) nível 1. Está orientado pelos princípios éticos, cristãos e valores do Grupo Marista. Vinculado às escolas de Medicina e Ciências da Vida da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), preza pelo atendimento humanizado, com destaque para procedimentos cirúrgicos, transplante renal, urgência, emergência, traumas e atendimento de retaguarda a Pronto Atendimentos e UPAs de Curitiba e cidades da Região Metropolitana.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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