Morretes lança campanha para conter avanço da Covid-19 no município

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Morretes lança campanha para conter avanço da Covid-19 no municípioIniciativa da Prefeitura e do Morretes Convention & Visitors Bureau visa conscientizar moradores da cidade sobre a importância das medidas de contenção para reduzir os impactos na saúde e na economiaMorretes é a segunda cidade com maior número de casos de Covid-19 no litoral do Paraná. Os boletins divulgados pela Secretaria Municipal da Saúde mostram que o município acumula mais de 120 infectados, sem óbitos registrados. Como estratégia para reduzir o impacto da doença na cidade, a Prefeitura do município e o Morretes Convention & Visitors Bureau lançaram nesta segunda-feira (06/07) a campanha “Morretes Destino Certo”, que visa proteger a saúde da população como solução para a retomada da economia. A campanha está disponível nos canais @prefmorretes, @visitemorretes e no Youtube.A iniciativa reforça medidas já regulamentadas pelo município, como obrigatoriedade do uso de máscara, proibição de aglomerações e protocolos rígidos de distanciamento social, além da fiscalização com barreiras sanitárias. A campanha também pede colaboração, por parte da população, com os profissionais que estão na linha de frente, protegendo a cidade. Outra medida implementada foi a proibição da entrada de pessoas que não residem em Morretes, desde o dia 9 de abril, o que impactou diretamente no turismo local, que já registra prejuízo de aproximadamente R$ 8 milhões entre os meses de março e junho. Em todo o Paraná, a pandemia também registrou impacto econômico no setor turístico: 50,6% dos entrevistados pela pesquisa realizada pela Paraná Turismo apontam que as restrições impostas pelo surto do novo coronavírus impactará até 75% da receita em 2020.De acordo com o levantamento realizado pela Universidade Estadual de Londrina, mais de 40% da população ativa em Morretes está empregada direta ou indiretamente pelo setor de turismo. O número também gera impacto na arrecadação de impostos do município, principalmente de ISS. “De forma indireta, todos dependem do turismo, porque a economia recebe uma injeção grande desse setor há muitos anos. A interrupção das atividades impacta bastante a cidade”, comenta o presidente do Morretes Convention & Visitors Bureau, Lourenço Malucelli.Empreendedora do setor do turismo na região, Tatiana Perim afirma que a urgência no momento é conscientizar a população para que as medidas de contenção da doença sejam seguidas e a retomada do turismo aconteça o mais rápido possível . “É imprescindível que toda a população adote as medidas preventivas para evitarmos um avanço acelerado da doença. O quanto antes contermos os índices na cidade, mais rápido poderemos pensar na reabertura cautelosa do turismo, que é uma das principais fontes de renda da região”, destaca. Sobre o Morretes Convention & Visitors BureauO Morretes Convention & Visitors Bureau é uma entidade apolítica e sem fins lucrativos, formada por aproximadamente 15 empresas empenhadas em apoiar o desenvolvimento do turismo local. São restaurantes, pousadas, parques, hotéis e comércios que acreditam no potencial gatronômico, histórico e natural de Morretes.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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