Morretes reabre para turismo neste fim de semana

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Restaurantes, parques, pousadas e outras atrações locais retomam atividades seguindo medidas para preservar a saúde de visitantes e colaboradores

A Prefeitura de Morretes acaba de anunciar a reabertura do turismo na cidade litorânea, a partir desta sexta-feira (9 de abril). Mas a decisão é cautelosa e segue recomendações das autoridades sanitárias para não colocar em risco a saúde dos turistas, dos colaboradores dos empreendimentos turísticos e dos moradores do município. 

Para acessar a cidade, será necessário entrar no site www.morretesdestinocerto.com.br para fazer um cadastro e gerar um QR Code, que será apresentado na barreira sanitária. O objetivo da ferramenta, implantada pela Motu Inteligência Digital, é controlar o fluxo na cidade e fazer rastreamento de contatos, caso necessário. Cerca de 5 mil pessoas poderão visitar Morretes por dia, desde que tenha o QR Code. Caso contrário, o visitante não poderá entrar na cidade. A recomendação é que seja feita reserva antecipada diretamente com os estabelecimentos da região ou compra prévia dos passeios.

Com as atividades baseadas quase que totalmente no turismo, a cidade foi uma das mais afetadas no Paraná durante a pandemia. “A abertura dos destinos de turismo é crucial para o desenvolvimento financeiro da região. Temos plena consciência disso e as empresas estão capacitadas, dentro de cada área, para fazer valer todos os protocolos de segurança. Aos poucos, e com muita responsabilidade, tenho certeza que iremos superar as dificuldades”, destaca a secretária de Turismo, Cultura, Urbanismo e Meio Ambiente de Morretes e proprietária do Ekôa Park, Tatiana Perim. 

O empreendimento, que é um atrativo turístico que retorna neste final de semana. O paraíso ecológico ocupa uma área de 238 hectares, localizado dentro da maior área contínua remanescente de Mata Atlântica, denominada Grande Reserva. O Ekôa Park oferece atividades de aventura, lazer, entretenimento, educação ambiental e desenvolvimento profissional. O parque se adequou ao plano de reabertura, trazendo algumas novidades para garantir a segurança dos turistas, colaboradores e moradores da cidade.

Uma das medidas adotadas foi restringir o número de pessoas e o acesso a algumas atrações. Além disso, o restaurante Oka Gastronomia deixou de servir o tradicional buffet para oferecer pratos a la carte e opções de cestas de piquenique, para as famílias degustarem ao ar livre. 

A cidade por si só apresenta lazer, cultura, história e gastronomia típica regional. “É um ótimo destino para aqueles que querem se desligar da rotina do dia a dia, viajar e vivenciar experiências enriquecedoras. Os empreendimentos da região se prepararam para receber os turistas com muita alegria e segurança. É uma ótima oportunidade para se reconectar com a natureza e recarregar as baterias”, finaliza a secretária. 

Sobre o Ekôa Park

O Ekôa Park é um paraíso ecológico dentro da maior área contínua remanescente de Mata Atlântica, que encanta e inspira por meio de experiências únicas e transformadoras, conectando as pessoas com a natureza. Localizado em Morretes, na região litorânea do Paraná, o parque foi criado a partir da necessidade de proteger e preservar uma reserva de 238 hectares de Floresta Atlântica, ameaçada pelo desmatamento irregular, invasão de posseiros e caçadores. Acreditando no poder da transformação, o empreendimento foi idealizado para mudar esse cenário, agindo como um catalisador de novas oportunidades e disseminador de conhecimento, em uma área privilegiada destinada ao lazer, entretenimento, educação ambiental e desenvolvimento profissional.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. 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