Mostra de Teatro tem 15 peças gratuitas neste fim de semana

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Viagem no tempo, mistério, princesas, conflitos interpessoais. Esses são alguns dos temas retratados na Mostra de Teatro do Colégio Positivo, que traz 15 peças, gratuitas e abertas ao público, neste fim de semana. Com o tema “Eu, cidadão do mundo”, os alunos de Teatro da Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio recebem o público no Colégio Positivo – Jardim Ambiental, em Curitiba. 

De acordo com a assessora de Teatro do Colégio Positivo, Rafaela Ricardo, as peças encenam situações do poder transformador do ser humano. “Por meio de enredos inspiradores, os espetáculos carregam histórias que provocam sensações e aguçam sentimentos”, conta. Segundo ela, os alunos se envolvem com a peça desde a criação da história até a interpretação. “Com a participação, eles foram instigados a refletir sobre como se enxergam e como reagem como transformadores do mundo”, conta. 

A Mostra de Teatro do Colégio Positivo faz parte da décima segunda edição da Posiarte – um projeto cultural que visa estimular e divulgar as potencialidades dos alunos e sua capacidade de inovação e criação. São mais de sete mil estudantes da Educação Infantil ao Ensino Médio do Colégio Positivo, de Curitiba (PR), que participam da Posiarte, com apresentações de canto, dança, interpretação, movimentos de ginástica, textos, videoclipes e artes plásticas.

Programação

21 de setembro (sábado):

14h15 – Sunnyside farm 

15h – A fuga das Princesas 

15h45 – Luz, câmera, ação! 

16h30 – The amazing time travelers 

17h15 – Portal dos medos 

18h – Vizinho eh, vizinho ah! 

18h45 – Em busca dos sonhos – A aventura dos bichos…

19h30 Despertar da arte 

22 de setembro (domingo):

15h – A ilha do tesouro 

15h45 – Uma lição diferente 

16h30 – SOS Olimpo 

17h15 – Circus em:“Espetáculo Harmonia”

18h – Ilha perdida 

18h45 – Nasce uma princesa 

19h30 – Sunflower Delusions 

Serviço

Mostra de Teatro – Colégio Positivo

Local: Colégio Positivo – Jardim  Ambiental (Rua Itupava, 985 – Hugo Lange)

Entrada gratuita

Sobre o Colégio Positivo

O Colégio Positivo compreende cinco unidades na cidade de Curitiba, onde nasceu e desenvolveu o modelo de ensino levado a todo o país e ao exterior. O Colégio Positivo Júnior, o Colégio Positivo – Jardim Ambiental, o Colégio Positivo –  Ângelo Sampaio, o Colégio Positivo Hauer e o Colégio Positivo Internacional atendem alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio, sempre combinando tecnologia aplicada à educação, material didático atualizado e professores qualificados, com o compromisso de formar cidadãos conscientes e solidários. Os alunos têm à sua disposição atividades complementares esportivas e culturais, incentivo ao empreendedorismo e aulas de Língua Inglesa diferenciadas, além de aprendizado internacional na unidade que leva essa proposta em seu nome. Em 2016, foi incorporada ao Positivo o Colégio Positivo Joinville (SC) e, em 2017, o Colégio Positivo – Santa Maria, em Londrina (PR). Em 2018, o Positivo ganhou duas unidades em Ponta Grossa (PR): Colégio Girassol e Positivo Master.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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