Na contramão da crise, construtora lança empreendimento de alto padrão com 40% das unidades vendidas

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Grupo A.Yoshii apresenta o Glória Residence, localizado na Gleba Palhano, região nobre de Londrina

Números da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) mostram que, por conta da pandemia do novo coronavírus, 79% das construtoras pretendem adiar lançamentos imobiliários. A pesquisa aponta que as vendas imobiliárias cresceram 26% entre janeiro e março de 2020, em comparação com o mesmo período do ano passado, mas estão em queda por conta do cenário atual.

Na contramão da crise, a A.Yoshii – construtora que está há 55 anos no mercado – fará o lançamento de um empreendimento em Londrina (PR): o Glória Residence. Localizado na região da Gleba Palhano, um dos pontos mais valorizados da cidade, o condomínio de alto padrão com 27 pavimentos e quatro apartamentos por andar já possui 40% das unidades vendidas. “Tivemos muita procura no pré-lançamento por conta da inovação no processo de vendas, 100% online e tour virtual pelo decorado. As pessoas têm buscado um investimento seguro neste momento e o imóvel é uma excelente opção. O Glória possui diversos diferenciais, tanto no apartamento quanto nas áreas comuns e acompanha as tendências do mercado”, destaca o gerente de unidade da A.Yoshii em Londrina, Ricardo Kitamura. 

Com projeto assinado pela Spagnuolo Arquitetura, o empreendimento oferece três pavimentos com áreas de lazer, entre elas espaço fitness, coworking, brinquedoteca, sala de yoga, playground, quadra poliesportiva, lavanderia coletiva e espaço gourmet. E, como diferencial, o condomínio possui sistema de reaproveitamento da água pluvial. 

“No pavimento térreo oferecemos um coworking exclusivo, com salas para administração e copa para funcionários; com acesso restrito e isolado das áreas sociais. Essas soluções estão comuns nos tempos de hoje, em que o home office cresceu diante do isolamento social. Nos apartamentos, aplicamos alternativas que reduzem o impacto ambiental e melhoram o desempenho térmico da edificação, como ventilação e iluminação natural e reaproveitamento da água da chuva”, explica o arquiteto do projeto, José Carlos Spagnuolo.

Com área privativa de 114 m², os apartamentos possuem uma suíte, dois dormitórios e duas vagas de garagem. A opção de planta inteligente também possibilita a adaptação do apartamento para duas suítes e uma sala estendida. Outra característica do apartamento é a possibilidade de adaptar o quarto de hóspedes em escritório – tendência que serviu de inspiração para o apartamento decorado do empreendimento. “O home office está em alta e precisamos estar atentos às mudanças de comportamento dos consumidores para criarmos espaços versáteis, que sejam eficazes e eficientes”, explica Kitamura.

Plataformas virtuais

Em meio à pandemia, recorrer a plataformas virtuais e estratégias diferenciadas são alternativas para que os negócios não parem. Para este empreendimento, o Grupo A.Yoshii investe em um lançamento com recursos digitais para que os clientes possam conhecer o novo projeto. “Todas as ferramentas virtuais e redes sociais serão utilizadas para que nossos clientes sintam-se perto de nós neste lançamento, que será marcante. Investimos na digitalização de 100% do atendimento e dos trâmites para venda, além de site, chat, aplicativos de relacionamento e tour virtual nos decorados”, conta a gerente de marketing do Grupo A.Yoshii, Maria Fernanda Benelli Vicente.

Projetado pela arquiteta Juliana Meda, o apartamento decorado possui elementos de madeira e concreto, apresentando equilíbrio entre os dois materiais que se contrastam. “O Glória foi projetado para a família, direcionamos para um ambiente integrado que traz conforto e aconchego. Ele foi pensado para valorizar as refeições em conjunto, com uma  sala de estar, que também serve como copa. Como revestimento que se destaca, temos o concreto e a madeira, que combinam muito bem com o mármore branco e trazem um efeito requintado”, comenta a arquiteta. 

Além das praticidades e serviços 100% online disponíveis até o fechamento do contrato, o apartamento decorado Glória Residence também pode ser visitado com agendamento prévio no showroom de Londrina.

Grupo A.Yoshii

Fundado em 1965, o Grupo A.Yoshii já construiu mais de 2 milhões de m² do Sul ao Nordeste do Brasil, entre obras industriais, edifícios corporativos e residenciais, escolas, universidades, teatros e centros esportivos. É composto pela A.Yoshii Engenharia, com sólida atuação em construções de edifícios residenciais e comerciais de alto padrão em Londrina, Maringá, Curitiba e Campinas; pela Yticon Construção e Incorporação, que realiza empreendimentos econômicos, localizados em regiões de potencial valorização em municípios do Paraná e interior de São Paulo; pelo Instituto A.Yoshii, voltado para a inserção social e a democratização cultural; e atua em Obras Corporativas, atendendo a grandes corporações em suas plantas industriais, nos mais variados segmentos da economia, como papel e celulose, alimentício, químico, agronegócio, energia, assim como usinas sucroalcooleiras, centros logísticos, plantas automobilísticas, entre outros. Mais informações: www.ayoshii.com.br

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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