Nem Dia das Mães, nem Dia dos Pais: Colégio Positivo Joinville comemora o Dia da Família neste sábado

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O formato de família com pai, mãe e filhos, que representava a quase totalidade das famílias do século passado, já não se encaixa mais no atual modelo nuclear das famílias brasileiras. A mudança foi reconhecida pelo dicionário Houaiss, que redefiniu o significado da palavra família, deixando-o mais próximo da realidade e abrangente: “Núcleo social de pessoas unidas por laços afetivos, que geralmente compartilham o mesmo espaço e mantêm entre si uma relação solidária”.
Essa transformação nos modelos familiares levou os educadores e as instituições de ensino a repensarem a forma de dialogar e homenagear os membros da família dos alunos. Por isso, em vez de comemorar o Dia das Mães (em maio) e, depois, o Dia dos Pais (em agosto), o Colégio Positivo Joinville optou por comemorar o Dia da Família no próximo sábado (4), já que a data é lembrada no dia 15 de maio. A proposta do evento é proporcionar momentos de intensidade e interatividade das crianças com seus familiares no ambiente escolar. Durante toda a manhã, haverá jogos esportivos, atividades musicais, roda de capoeira, dança, pintura, contação de história, massagem, escultura em argila, jogos de tabuleiros, fotografia e bazar.
Para a diretora do Colégio Positivo Joinville, Mirian Zanatta, é um momento para celebrar o afeto, o amor e a união que definem a família, já que a estrutura familiar é a base para o desenvolvimento das crianças. “Por meio do encontro, busca-se ampliar a convivência e cumplicidade entre os alunos, seus pais, avós e demais familiares, oportunizando a troca de experiências e vivências marcantes e divertidas, que ficarão guardadas na memória e serão lembradas na vida adulta”, afirma.
A evolução do modelo familiar
A sociedade brasileira do século passado, tutelada pelo código civil de 1916, trazia uma visão diferente em relação à família, em função do contexto social da época. A família matrimonializada, patriarcal e patrimonialista apresentava distinção entre os membros. As pessoas unidas sem os laços matrimoniais e os filhos nascidos dessas uniões sofriam discriminação.
Com a Constituição Federal de 1988, surgiu um novo conceito de família, denominado eudemonista, que prima pelo afeto entre os integrantes. O crescimento da participação da mulher no mercado de trabalho, no final do século XX, fez com que as famílias passassem de um modelo no qual o número de integrantes era muito grande, para outro nuclear, formado apenas por pai, mãe e filhos. Atualmente, a família pós-nuclear é pluralística, para a qual a forma não importa – e sim o afeto, a cooperação entre seus membros, independente de sexo e de padrões pré-estabelecidos.
 
Sobre o Colégio Positivo Joinville
O Colégio Positivo Joinville foi incorporado à rede de colégios do Grupo Positivo em 2016 e, desde então, combina tecnologia aplicada à educação, material didático atualizado e professores qualificados, com o compromisso de formar cidadãos conscientes e solidários. Localizado em Joinville (SC), o Colégio Positivo Joinville tem turmas de Educação Infantil (Bilíngue), Ensino Fundamental I (Bilíngue), Ensino Fundamental II, Ensino Médio Regular e Ensino Médio Integral. Além disso, os alunos têm à sua disposição atividades complementares esportivas e culturais, incentivo ao empreendedorismo e aulas de Língua Inglesa diferenciadas.
 

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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