Neodent é reconhecida como “Empresa Amiga” da Santa Casa de Curitiba

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Empréstimo de unidade móvel oferece aos profissionais de saúde do Hospital uma área para descanso e refeições

A Neodent foi reconhecida como “Empresa Amiga” da Santa Casa de Curitiba na luta contra a Covid-19. A empresa, que é líder do mercado de implantes dentários na América Latina, cedeu, em junho, a unidade móvel da Expedição Novos Sorrisos para que seja utilizada pelos profissionais da saúde da instituição, que estão na linha de frente do combate à Covid-19. Há quatro meses, eles podem utilizar o espaço para descanso e refeições.

O empréstimo da unidade móvel do projeto também atendeu durante um período os profissionais do Centro Médico Hospitalar de Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba. Na estrutura, os profissionais que lidam diretamente com pacientes suspeitos e confirmados com o novo coronavírus contam com um espaço exclusivo, já que não podem usar as áreas de descanso comuns dos hospitais. Ao todo, mais de 50 colaboradores são beneficiados com esse espaço de forma direta.

 “Com a necessidade de isolamento e distanciamento social, tivemos que interromper temporariamente nosso projeto, que roda o Brasil promovendo atendimentos odontológicos e ações de educação para as pessoas que não têm condições de cuidar da saúde bucal. No entanto, entendemos que precisávamos colaborar de alguma forma com a população nesse momento de pandemia e decidimos emprestar a unidade móvel da nossa expedição para servir de apoio e área de descanso para os profissionais de saúde que estão trabalhando heroicamente na linha de frente do combate à Covid-19”, explica o CEO da Neodent, Matthias Schupp.

 “A ação trouxe grande benefício para os colaboradores que executam atividades dedicadas aos pacientes suspeitos e confirmados pelo novo coronavírus, pois proporciona o distanciamento social, evitando, assim, o contato com outros colaboradores e pacientes. Agradecemos à Neodent, em nome de toda a equipe do Hospital Santa Casa, pela parceria e benefício despendido neste momento. Cada ação é uma dádiva, uma oportunidade de melhoria e auxílio para o enfrentamento desta pandemia. Por isso, resolvemos homenagear a empresa com esse título de Empresa Amiga”, comenta a diretora hospitalar da Santa Casa, Noemi Garcia Moraes.

A Santa Casa é o hospital mais antigo de Curitiba, atendendo à população há 140 anos.  Durante esse período, abriu novas UTIs para atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e tratamento da Covid-19 e começou a campanha #SantaCasaAFavorDaVida, arrecadando doações para abertura de novos leitos, visto que é um dos hospitais que mais recebe pacientes com o novo vírus.

Link para doação: http://santacasacuritiba.com.br/santacasaafavordavida/

Sobre a Neodent

Fundada há mais de 25 anos, a Neodent é a empresa líder em implantes no Brasil, onde vende mais de um milhão de implantes anualmente. A Neodent está entre os três principais fornecedores de implantes do mundo e está disponível em mais de 60 países. O sucesso da marca se deve a suas soluções odontológicas diretas, progressivas e acessíveis, que trazem novos sorrisos para milhões de pessoas. Sediada em Curitiba, Brasil, a Neodent® é uma empresa do Grupo Straumann (SIX: STMN), líder global em substituição de dentes e soluções odontológicas que restauram sorrisos e confiança.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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