Nossa Saúde aposta em nova comunicação com o mercado

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Reposicionamento e nova identidade fazem parte da estratégia para ampliar market share e fidelizar clientes

Check up, avaliações, exames e diagnóstico não são atividades exclusivas dos médicos e profissionais de saúde. Essas ações, tão comuns para uma operadora de saúde, fizeram parte do dia a dia do marketing e agência de publicidade da Nossa Saúde, operadora de planos de saúde, nos últimos meses. Pesquisas e avaliações sobre a opinião de clientes e potenciais clientes, um verdadeiro check up interno e um diagnóstico certeiro: era preciso inovar e se reposicionar.
“A Nossa Saúde está investindo em infraestrutura, otimização de espaços e novidades na prestação de serviços e precisávamos comunicar isso ao mercado. Além disso, o foco do nosso negócio sempre foi oferecer um atendimento humanizado e um cuidado integrado e queríamos mostrar essa proximidade e atenção especial com nossos clientes”, revela Dulcimar De Conto, diretora geral da operadora de planos de saúde. “Realizamos pesquisas com clientes, parceiros, médicos e colaboradores internos e verificamos que nossa imagem é bastante positiva, mas a comunicação não estava transmitindo o verdadeiro conceito da empresa ao público final”, completa.
“Optamos por uma campanha que apresenta a reformulação pela qual decidimos passar e que inclui uma nova marca, que transmite mais modernidade, e um posicionamento que traduz o foco, o respeito, a atenção ao cliente e o atendimento diferenciado”, comenta Rosilene Lehmkuhl, gerente de Mercado e Marketing da Nossa Saúde. A campanha, criada pela agência So What, começou a ser veiculada em 2 de maio, contando com peças como comercial para TV e web, spots nas principais rádios de Curitiba e Região Metropolitana, anúncio em jornais, mídia exterior e digitais. Com o mote “A gente cuida melhor do que é nosso”, a campanha mostra situações do cotidiano, de carinho e atenção à família, amigos e aquilo que as pessoas mais prezam, associando ao mesmo cuidado com que a operadora busca tratar seus clientes. O comercial pode ser visto no canal do youtube da empresa:https://www.youtube.com/watch?v=heW_zvJjvoU
Para o lançamento da campanha, a operadora de planos de saúde realizou ainda um evento especial para seu público interno. “Reunimos toda a equipe, apresentamos os resultados de nossas pesquisas e a nova comunicação, afinal não basta apenas lançar uma nova campanha no mercado. É fundamental que os colaboradores “comprem” a ideia e saibam transmitir a mesma mensagem durante o atendimento ao cliente”, comenta Rosilene. Os clientes que estiveram presentes no dia do lançamento também foram recebidos de forma especial: ganharam um massageador para as mãos que remete ao novo conceito e à nova marca da empresa.
 
FICHA TÉCNICA CAMPANHA “A gente cuida melhor do que é nosso”
 
Anunciante: Planos Nossa Saúde
Produto: Reposicionamento de marca
Diretor de Criação: Rodrigo Poersch
Diretores de Arte: Gean Santos, Victor Gatto e Mariana Provenzi
Redatores: Natália Lago Adams
Fotografia: Studio Lak
Produtora: Ambiência
Trilha e locução: Canja Audio Culture
RTVC: Mayane Milinavicius e Daniela Machado
Atendimento: Bruno Lunardon e Fábio Sottomaior
Planejamento: Henrique Lovo
Mídia: Thatiana Almeida, Larissa Kohiyama e Sheila Ribas
Aprovação: Rosilene Lehmkuhl e Michelle Cicarello
 
Sobre a Nossa Saúde
Criada em 1990, a Nossa Saúde é uma operadora de planos de saúde com atuação em Curitiba, Região Metropolitana e litoral paranaense. Disponibiliza planos de saúde para pessoa física e jurídica e possui centros hospitalares em Curitiba e São José dos Pinhais, com atendimento exclusivo aos beneficiários, em urgências, emergências, consultas, exames e cirurgias em diversas especialidades.
É a única operadora de saúde a oferecer pronto atendimento 24 horas em São José dos Pinhais e, além dos centros hospitalares, conta com uma rede de mais de três mil prestadores de serviços credenciados.
Mais informações www.nossasaude.com.br

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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