Nova campanha institucional do Sicredi reforça o sentido de cooperação

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Com o mote “Fazer juntos”, vídeos e outras peças ressaltam a força transformadora propiciada pela união dos seres humanos

O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 3,5 milhões de associados e atuação em 20 estados brasileiros – estreia no domingo, 28 de maio, a sua nova campanha publicitária institucional. Desenvolvida pela Morya Porto Alegre, agência integrante do Grupo ABC, a campanha aborda o conceito “Fazer juntos”, destacando a importância da cooperação entre as pessoas. Em um movimento de posicionamento nacional, as ações e peças enfatizam o Sicredi como primeira instituição financeira cooperativa do Brasil.
A campanha terá âmbito nacional e é composta por quatro fases, a primeira delas, mais conceitual, tem como destaque um vídeo institucional de 1’30” minuto de duração. O filme, que aborda a presença da cooperação como ponto fundamental para a evolução do ser humano, será veiculado em canais televisivos abertos e fechados. No decorrer da campanha, serão destacados o diferencial do Sicredi ao estabelecer um relacionamento próximo e descomplicado com seus associados e também o portfólio completo de soluções financeiras da instituição.
“Com a nova campanha, apresentamos a força transformadora do Sicredi, que vem da união dos associados à nossa instituição financeira cooperativa, na qual todos são donos do negócio. A cooperação com o intuito de construir, empreender, liderar e melhorar a vida das pessoas é o grande valor para um mundo melhor para todos, pois ela propicia a geração de renda e o desenvolvimento das comunidades onde estamos. Existe um jeito de cuidar da vida financeira em que todos ganham e esse jeito é o “Fazer juntos’”, afirma Ana Pais, superintendente de Comunicação e Marketing do Banco Cooperativo Sicredi.
Com uma comunicação inspiradora e engajadora, a campanha do Sicredi traz os pilares da nova marca: simples, próximo e ativo. “Nosso objetivo com o ‘Fazer juntos’ é facilitar o processo de divulgação nacional da marca, explicar com maior clareza o que é o Sicredi e seus diferencias, apoiar a prospecção de novos associados, além de reafirmar os laços que unem os atuais 3,5 milhões de associados à instituição financeira cooperativa”, ressalta Ana Pais.
Além do vídeo, a campanha também se estenderá às revistas que circulam nas áreas de atuação do Sicredi e incluirá mídia de massa (spots, anúncios, mídia exterior e web), PDV (folheteria, móbile, banner e cartaz), ativação por meio de canais digitais e online (Facebook, YouTube e site do Sicredi) e ações trabalhadas para o público interno.
 
Ficha técnica do vídeo
Direção de Criação: Fábio Bernardi
Direção de Arte: Gregório Leal, Gabriel Martinez e Leonardo Curtis
Redação: José Pedro Goulart, Fábio Bernardi, Renato Angeli e Marlon Abrahão
Produção Gráfica: Melissa Bordin, Thiago Matheus Cavalheiro, Lori Pintos
Produção Eletrônica: Melissa Bordin
Mídia: Denise Marusiak, Mariana Velloso, Daniela Gurski
Planejamento: Lara Piccoli e Daniele Lazzarotto
Atendimento: Tânia Grigoletto
Fotografia: Marcelo Coelho
Tratamento de Imagem: Meca (Márcio Negherbon)
Produtora de Filme: Mínima
Diretor do Filme: José Pedro Goulart e Fernando Nectoux
Produtora de Áudio: F Goes (Fábio Goes)
Aprovação do Sicredi: Ana Pais e Caroline da Silva Siqueira
 
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,5 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 20 estados*, com 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.
 *Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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