Nova sede representa consolidação do Sicredi nos Campos Gerais

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Cooperativa inaugurou sua nova sede regional e agência Ponta Grossa Nova Rússia

A Cooperativa Sicredi Campos Gerais PR/SP inaugurou, na sexta-feira (31), sua nova sede regional e, junto à ela, a agência Ponta Grossa Nova Rússia. Ao todo, são cerca de 12 mil m² de área construída, com investimento de mais de R$ 34 milhões. O local será o novo posto de trabalho da equipe de aproximadamente 90 pessoas.
Fundada em Ponta Grossa há 28 anos, a Cooperativa Sicredi Campos Gerais PR/SP já conta com três agências na cidade e mais de 10 mil associados. Ao todo, são 22 agências nos estados do Paraná e São Paulo. No Brasil, o sistema Sicredi está presente em 20 estados, com 1.500 agências e mais de 3,5 milhões de associados.
Para o presidente da cooperativa, Popke Ferdinand Van Der Vinne, a obra é considerada o marco da consolidação da Sicredi Campos Gerais, que concluiu de forma estratégica e eficaz, a revitalização e expansão de todas as suas agências. “Uma obra como esta demonstra o quanto o Sicredi está comprometido com a qualidade no atendimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua”, destaca.
O diretor executivo da cooperativa, Márcio Zwierewicz, lembra a expansão vivida nos últimos anos e acredita num futuro ainda mais promissor. “Somente nos últimos quatro meses, inauguramos agências maiores e mais modernas em Piraí do Sul, Ponta Grossa Oficinas e Castro Centro. Com a inauguração deste prédio próprio, que comporta a agência da Nova Rússia e sede regional, estamos estruturados fisicamente para que, de forma sustentável, possamos dobrar de tamanho, seja nos indicadores financeiros, seja no número de associados, passando dos atuais 50 para 100 mil”, alega.
Tilene Farina, diretora de operações da Sicredi Campos Gerais PR/SP, destaca os diferenciais da nova sede. “São 12 mil m² de área construída, divididos entre cinco pavimentos de sede regional, dois subsolos de estacionamento, e dois pavimentos para a agência Nova Rússia, com espaço específico para atendimento a pessoas físicas e jurídicas. O prédio respeita diversos princípios de sustentabilidade, entre eles o uso de placas fotovoltaicas que geram energia suficiente para abastecer até 30 casas”, revela.
A sede e agência inauguradas apresentam a nova marca Sicredi, lançada em 2016. Para os próximos dois anos, o objetivo é que a marca esteja em todas as agências Sicredi do Brasil.
 
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,5 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 20 estados*, com 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros.
Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.
*Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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