Novidades do Congresso Mundial de Dermatologia Veterinária serão apresentadas em Teresina

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Evento marca abertura da primeira farmácia de manipulação exclusiva para pets na cidade

A veterinária e mestre em dermatologia pela USP, Dra. Rita Carmona, fará palestra nesta quinta-feira, 10 de novembro, no Rio Poty Hotel, em Teresina, para debater os principais problemas de pele dos animais domésticos. A especialista participou do 8º Congresso Mundial de Dermatologia Veterinária, realizado em junho, em Bordeaux, na França, que abordou, entre outros temas, a dermatite atópica.

O problema atinge boa parte dos pets, provocando coceira, vermelhidão e lesões cutâneas. De acordo com Rita Carmona, a doença alérgica genética é a mais comum na dermatologia veterinária, não tem tratamento e possui maior incidência em animais jovens, com até 2 anos de idade. “A palestra é uma breve atualização sobre o que foi apresentado no maior evento sobre o tema. O conteúdo envolve novidades do mercado, como medicamentos para controle da inflamação e também hidratantes e emolientes para a pele, com ação anti-inflamatória”, esclarece.

O evento, dirigido aos profissionais e estudantes da área, é promovido pela DrogaVET, maior farmácia de manipulação veterinária do Brasil, que acaba de chegar à capital do Piauí. A nova unidade, localizada na Avenida Dom Severino, 2.074, loja 4, no bairro São Cristóvão, possui 90m² e oferece aos clientes todo o portfólio de fórmulas e produtos da marca. “Essa será a primeira farmácia de manipulação exclusivamente veterinária na cidade. Com qualidade e diferenciais ainda não existentes na praça, os produtos da DrogaVET irão ajudar a melhorar a vida dos pets, tutores e veterinários da região”, conta Haroldo Adjafre Filho, franqueado da unidade de Teresina da DrogaVET.

Com a nova loja, a rede reforça sua presença na região Nordeste, onde possui franqueados em Fortaleza (CE), João Pessoa (PB), Salvador (BA) e Recife (PE). A marca prevê um crescimento de 15% em 2016, chegando a 35 lojas no Brasil até o final do ano. Com sede em Curitiba, a DrogaVET faturou cerca de R$ 29 milhões em 2015.

Sobre a DrogaVET

Criada em 2004, a DrogaVET está presente em mais de 30 cidades brasileiras e desenvolve medicamentos, suplementos e vitaminas tanto para pets (de companhia), quanto para animais de esporte, ornamentais, silvestres, de exposição e outros. A empresa alia um rigoroso controle de qualidade ao uso racional e eficiente de medicamentos, proporcionando economia aos proprietários, maior aceitação pelos animais e melhores resultados nos tratamentos ministrados pelos médicos veterinários.

Entre os diferenciais da manipulação veterinária da DrogaVET está a possibilidade de produzir formas farmacêuticas variadas que auxiliam a adesão do animal ao tratamento. Exemplo disso são as fórmulas que podem vir em formato de biscoitos com o sabor preferido do pet. As doses também são personalizadas conforme a necessidade e o peso do animal, evitando desperdícios. Mais informações www.drogavet.com.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. 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