O natural está de volta: empreendimentos residenciais de alto padrão incorporam biofilia e decoração artesanal

Em diversos segmentos como moda, literatura, arte, música, design e arquitetura, o clássico sempre garante espaço. Oposto ao que é antigo e ultrapassado, o atemporal vem repaginado e volta a encantar o público ansioso pelo fim do confinamento vivido nos últimos meses. A retomada ao novo normal sugere o retorno às raízes e à essência de cada um. O luxo flerta com tendências naturais, aproxima-se da natureza e desfruta conscientemente de suas matérias-primas originais: linho, juta, sisal, bambu, palha, madeiras nativas e pedras. O cenário urbano e as residências nunca estiveram tão arborizados e a conexão com a natureza está mais fortalecida do que nunca. 

A Feira de Móveis de Milão e a Casa Cor Paraná 2021 corroboram a nova tendência sustentável. Os empreendimentos apresentam layouts integrados à natureza e à biofilia. O design biofílico vai muito além de estilo ou gosto pessoal.  Elementos da natureza como luz natural, vegetação, uso e reaproveitamento de matérias-primas e fibras naturais, e formas orgânicas integrados aos espaços construídos visam promover sensação de bem-estar, relaxamento, saúde, conforto emocional e tranquilidade. A interação com o natural é bem-vinda e incentivada nesta nova fase porque, além de tudo, cria uma atmosfera aconchegante, acolhedora e segura, melhorando a saúde e a psique da pessoa. 

A temporada das experiências e do escapismo idílico

Exclusividade, conforto e sofisticação são elementos intrínsecos ao mercado imobiliário de luxo. A temporada que está por vir aproxima as pessoas das suas raízes e bem-estar, oferecendo uma experiência inédita ao transformar o conceito de “morar bem”. O movimento do escapismo valoriza e impulsiona a desconexão da rotina acelerada e estimula o reencontro com a harmonia interior, natureza e relaxamento. As novas tendências aproximam o homem da natureza e do orgânico, ao mesmo tempo que habitam as casas contemporâneas e promovem experiências de estar e ser consciente. 

Instituto A.Yoshii aposta na tendência com Projeto Obra & Arte

Precursor e atento às tendências, o Instituto A.Yoshii criou em 2018 o Projeto Obra & Arte, iniciativa que reúne o acesso à cultura, a preservação do meio ambiente e a valorização das pessoas. Nesse projeto, o Instituto firmou parceria com o Coletivo ÔDA e seus renomados artistas, designers e criativos para desenvolver peças como sofás, cadeiras, mesas e artigos de decoração com materiais da construção civil que seriam descartados. Os resíduos mais utilizados foram vergalhão de aço, ferro, arames, canos de PVC, bobinas de madeira, parafusos e madeira.

Com o mote “Sou uma peça sustentável”, cada mobiliário é posteriormente disposto nos ambientes decorados e showrooms das praças onde o Grupo A.Yoshii atua. O projeto possibilita que colaboradores do grupo e artistas envolvidos visualizem o ciclo da reciclagem dando-lhe novo significado e diminuindo o impacto ambiental. A iniciativa possibilita transformar o descarte em arte.

A construtora A.Yoshii, por sua vez, inaugurou a tendência do regresso ao natural com o empreendimento de luxo Quintessence, localizado em Curitiba. O imóvel situado em área nobre do Batel apresenta uma fachada diferenciada na cidade, integralmente orgânica com uso de biofilia emoldurando o sofisticado empreendimento.

Grupo A.Yoshii revigora tendência com o novo empreendimento Epic

Precursor e revolucionário, o Grupo A.Yoshii prenunciou a tendência à biofilia e o regresso ao natural com o novo empreendimento Epic, que acaba de ser lançado em Curitiba. O imóvel localizado em frente ao Clube Curitibano apresenta uma fachada única na cidade, integralmente orgânica com linhas fluidas e leves e muita natureza e painéis verdes emoldurando o sofisticado empreendimento. O projeto foi desenvolvido para aproximar a natureza e o futuro morador, transmitindo vitalidade e retratando a verdadeira condição de habitar com qualidade, em uma verdadeira mansão suspensa. 

“O Epic será único e exclusivo. Com uma arquitetura contemporânea livre, o empreendimento prioriza a funcionalidade e o conforto em todos os ambientes, resultando em uma alquimia entre os espaços. A energia e vivacidade da natureza e da arquitetura mais orgânica e naturalista deste lançamento trará muita qualidade de vida para o morador”, complementa Ricardo Kitamura, diretor de unidade. 

DNA natural com originalidade em casa

A aplicabilidade da tendência naturalista orgânica na decoração de casa requer alguns cuidados para garantir um ambiente interessante, aconchegante e fresco, sem sobrecarregar os espaços com muitas informações. As arquitetas do grupo prepararam algumas dicas: 

  • Selecionar mobiliários feitos em fibras naturais como juta, vime ou linho. Esses materiais são excelentes opções para “vestir” itens da casa. 
  • Optar por mobiliários feitos ou revestidos em madeira que cumprem sua funcionalidade e ainda decoram os espaços. Troncos de madeira também são tendência para decoração do interior e exterior das residências. Um tronco de madeira pode funcionar como bandeja ou até um centro de mesa. 
  • As plantas, por excelência, são o maior elemento natural para usar na decoração. Incluir verde em casa dará vida e cor aos espaços. 
  • Para adotar a tendência naturalista, sugere-se incluir elementos sustentáveis e artesanais na decoração de casa. 
  • Por fim, não esqueça das cores. Tons crus, amadeirados e claros, como o nude, areia, bege e até o branco servem para trazer leveza, aconchego e tranquilidade ao ambiente. 

 

Sobre a A.Yoshii

Desde 1965, a A.Yoshii atua na construção e incorporação de imóveis residenciais e comerciais de alto padrão. Localizados nos bairros nobres de Londrina, Maringá, Curitiba e Campinas, os empreendimentos se tornaram cartões postais dessas cidades. Com pontualidade na entrega e excelente padrão de acabamento, a construtora executa suas obras com excelência e inovação, priorizando as demandas do mercado, os anseios dos compradores, a segurança do trabalhador e a conservação ambiental. Mais informações: www.ayoshii.com.br

Sobre o Grupo A.Yoshii

Fundado há mais de 55 anos, o Grupo A.Yoshii já construiu mais de 2 milhões de m² do Sul ao Nordeste do Brasil, entre obras industriais, edifícios corporativos e residenciais, escolas, universidades, teatros e centros esportivos. É composto pela A.Yoshii Engenharia, com sólida atuação em construções de edifícios residenciais e comerciais de alto padrão em Londrina, Maringá, Curitiba e Campinas; pela Yticon Construção e Incorporação, que realiza empreendimentos econômicos, localizados em regiões de potencial valorização em municípios do Paraná; e pelo Instituto A.Yoshii, voltado para a inserção social e democratização cultural. Além disso, atua em Obras Corporativas, atendendo grandes corporações em suas plantas industriais, nos mais variados segmentos da economia, como papel e celulose, alimentício, químico, agronegócio, energia, assim como usinas sucroalcooleiras, centros logísticos, plantas automobilísticas, entre outros. Mais informações: www.ayoshii.com.br

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*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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