O que as crianças gostam de ler?

Pesquisa mostra lista de livros infantis preferidos por crianças de até 15 anos

Uma pesquisa realizada com 992 crianças e jovens de um a 15 anos das cidades paranaenses de Curitiba, Cascavel, Foz do Iguaçu, Londrina e Ponta Grossa, além das catarinenses Florianópolis e Joinville revelou a lista dos livros que as crianças mais gostam – citados por elas mesmas e divididos por idade e sexo. O levantamento foi realizado pelo Colégio Positivo, em abril. “Sabíamos quais os livros mais indicados por especialistas, professores e críticos literários, mas nunca vimos uma lista de livros infantis indicados de crianças para crianças”, comenta a diretora de marketing das unidades do Colégio Positivo, Patrícia Russo Gibran.

Apenas para os alunos da Educação Infantil (crianças até 5 anos), os pais preencheram a lista dos livros preferidos. No topo do ranking, a fábula dos Três Porquinhos. Nesta fase, a preferência varia bastante de acordo com o sexo da criança. Enquanto os livros preferidos das meninas são sobre princesas, os dos meninos são sobre dinossauros. Outros personagens entre os mais citados foram a Turma da Mônica, João e o Pé de Feijão e Chapeuzinho Vermelho. Com cinco anos, Lúcia Silva Galvão, de Curitiba (PR), citou um livro inusitado de princesas. O título é “Até as princesas soltam pum”, de Ilan Brenman, com ilustrações de Ionit Zilberman. “Ela acha muito engraçado”, comenta a mãe de Lúcia, Suellen Galvão.

Entre as crianças de cinco a sete anos, o livro preferido é “A Vaca Fotógrafa”, de Adriano Messias, com ilustrações de Jean-Claude R. Alphen. Também é de Adriano Messias o segundo livro mais citado, “Telefante sem fio”, que traz ilustrações do premiado Rogério Coelho. As histórias de princesas continuam sendo as preferidas entre as meninas dessa faixa etária. Outros títulos como “Menina bonita do laço de fita”, de Ana Maria Machado, livros e gibis da Turma da Mônica e mangás também estão entre os preferidos de crianças dessas idades.

A curitibana Júlia Rigotto Oliva, de sete anos, é uma grande devoradora de livros. A atual coleção preferida dela é Bat Pat, do autor italiano Roberto Pavanello. Para recomendar livros e promover a troca entre amigos, ela e a mãe criaram uma página no Instagram chamada Biblioteca da Jujuba. “Com isso, procuramos incentivar a leitura e o consumo responsável”, conta Mariana Rigotto, mãe da Júlia.

Na faixa de oito a 11 anos, três coleções lideraram o ranking. Citados por ambos os sexos, a coleção de Harry Potter, da britânica J.K. Rowling, é a preferida das meninas, enquanto a coleção Diário de um Banana, do cartunista norte-americano Jeff Kinney, é a mais lida pelos meninos. A terceira do ranking é a coleção “A casa na árvore”, do australiano Andy Griffiths, com ilustrações de Terry Denton. Logo em seguida, foram citados o livro “O Pequeno Príncipe”, do francês Antoine de Saint-Exupéry, e a coleção “Homem Cão”, do norte-americano Dav Pilkey, mesmo autor de “Capitão Cueca”, também citado na lista. 

Dos livros da britânica J.K. Rowling, o João Bento, de nove anos, indica o “Harry Potter e a Pedra Filosofal”. De acordo com o estudante, além de contar uma história legal e emocionante, o livro fala de um menino que não sabia nada sobre seus pais. “De repente, tudo muda quando vai para Hogwarts e descobre que é um bruxo poderoso e sempre foi amado por seus pais”, conta.

As meninas dessa faixa etária mencionaram ainda a coleção “Diário de uma garota nada popular”, da escritora norte-americana Rachel Renée Russell. Com dez anos, as amigas Ana Clara Salini Mirandola e Sofia Henn Godinho, de Joinville, contaram que estão lendo e adorando. Aluna do colégio bilíngue Passo Certo, de Cascavel, Alícia Theresa Leonel da Silva, de nove anos, disse que adora o autor inglês Shakespeare e indicou a obra Romeu e Julieta como a sua preferida.

Best-seller mundial, a série de sete livros do bruxinho Harry Potter é líder isolada da preferência dos jovens de 12 a 15 anos, principalmente entre as meninas. Nessa faixa etária, Diário de um Banana continua sendo a coleção mais lida pelos meninos, e “O Pequeno Príncipe” aparece em terceiro no ranking, escolhido igualmente entre eles e elas. Além de “Diário de uma garota nada popular” e “A casa na árvore”, outros dois títulos aparecem no topo desta lista: a trilogia “Divergente”, da norte-americana Veronica Roth, e a série “Percy Jackson”, do norte-americano Rick Riordan.

Em Ponta Grossa, outro livro se destacou entre os jovens: Diário de Anne Frank, escrito entre 12 de junho de 1942 e 1º de agosto de 1944, durante a Segunda Guerra Mundial, por Annelies Marie Frank, uma adolescente alemã de origem judaica, vítima do Holocausto. “O livro narra momentos vivenciados por um grupo de judeus confinados em um esconderijo durante a ocupação nazista dos Países Baixos”, conta a pontagrossense Joana Queiroz Dias, de 12 anos. “Anne começou a escrever o diário quando tinha apenas 13 anos de idade e faleceu aos 15. A história é muito forte e emocionante”, justifica Laura Menegat Schuinski, de 10 anos.

Veja a lista completa dos livros indicados por idade

1 a 5 anos

1° – Princesas

2° – Os Três Porquinhos

3° – Dinossauros

4° – Chapeuzinho Vermelho

5° – Turma da Mônica

6° – João e o Pé de Feijão

5 a 7 anos

1° – A Vaca Fotógrafa

2° – Telefante sem fio

3° – Princesas

4° – Menina bonita do laço de fita

5° – Turma da Mônica

6° – O Pequeno Príncipe

8 a 11 anos

1° – Harry Potter

2° – Diário de um Banana

3° – A casa na árvore

4° – O Pequeno Príncipe

5° – Homem Cão

6° – Diário de uma garota nada popular

12 a 15 anos

1° – Harry Potter

2° – Diário de um Banana

3° – O Pequeno Príncipe

4° – Divergente

5° – Percy Jackson

6° – Diário de uma garota nada popular

Sobre o Colégio Positivo

O Colégio Positivo compreende oito unidades na cidade de Curitiba, onde nasceu e desenvolveu o modelo de ensino levado a todo o país e ao exterior. O Colégio Positivo – Júnior, o Colégio Positivo – Jardim Ambiental, o Colégio Positivo – Ângelo Sampaio, o Colégio Positivo – Hauer, o Colégio Positivo – Internacional, o Colégio Positivo – Água Verde, o Colégio Positivo – Boa Vista e o Colégio Positivo – Batel atendem alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio, sempre combinando tecnologia aplicada à Educação, material didático atualizado e professores qualificados, com o compromisso de formar cidadãos conscientes e solidários. Em 2016, o grupo chegou em Santa Catarina – onde hoje fica o Colégio Positivo – Joinville e o Colégio Positivo – Joinville Jr. Em 2017, foi incorporado ao grupo o Colégio Positivo – Santa Maria, em Londrina (PR). Em 2018, o Positivo chegou a Ponta Grossa (PR), onde hoje está o Colégio Positivo – Master. Em 2019, somaram-se ao Grupo duas unidades da escola Passo Certo, em Cascavel (PR), e o Colégio Semeador, em Foz do Iguaçu (PR). Com a aquisição do Colégio Vila Olímpia, em Florianópolis (SC), o Colégio Positivo passa a contar com 16 unidades de ensino, em sete cidades, no Sul do Brasil, que atendem, juntas, aproximadamente 15 mil alunos desde a Educação Infantil

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Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. 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Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. 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