Orquestra de Cordas Bachiana Filarmônica e maestro João Carlos Martins se apresentam no Teatro Liberdade

O Projeto Circuito Música Instrumental traz a São Paulo a Orquestra de Cordas Bachiana Filarmônica e o maestro João Carlos Martins para apresentação no Teatro Liberdade, no dia 16 de setembro. O concerto, gratuito, tem início às 20h30 e segue todos os protocolos de segurança vigentes e de acessibilidade à PCD (Pessoa com Deficiência). Os ingressos podem ser adquiridos no link https://bileto.sympla.com.br/event/75674/d/153157 a partir do dia 1º de setembro de 2022.

Com a proposta de realizar concertos de música instrumental de diversos gêneros, o projeto leva à população apresentações musicais gratuitas, fomentando a cultura e contribuindo para uma formação cultural de qualidade. Desenvolver o senso crítico, aguçar o interesse do público e apresentar orquestras e grupos de qualidade é o maior objetivo.

O Circuito Música Instrumental é viabilizado pelo Ministério do Turismo, através da Secretaria Especial de Cultura, e produzido pela Villa 7 Produções Culturais em parceria com a AH 7 Gestão Cultural. “Promover a cultura e aproximá-la das pessoas é uma das formas mais importantes de estimular o exercício da cidadania, com a busca de conhecimento e a educação”, afirma Cristiano Caporici, diretor de Comunicação e Marketing da Tecnobank, empresa patrocinadora do concerto.

Do piano à regência

João Carlos Martins acumula grandes conquistas em sua carreira. Por isso, é aclamado por onde passa, além de ser considerado um dos maiores intérpretes de Bach pela imprensa do Brasil e do mundo. Aos 21 anos, fez seu primeiro recital no Carnegie Hall, onde tocou com as maiores orquestras americanas e europeias. A carreira de pianista foi cessada por uma série de problemas nas mãos. Mas a paixão pela música o fez voltar ao cenário como regente. Há mais de dez anos à frente da Orquestra Bachiana Filarmônica, João Carlos Martins tem trabalhado em prol da democratização da cultura no país, levando música erudita para as mais diversas plateias Brasil afora.

Orquestra Bachiana Filarmônica

Formada por um grupo de músicos selecionados entre as melhores orquestras brasileiras, a Orquestra Bachiana Filarmônica é elogiada no mundo todo. Estruturada por cinco primeiros violinos, quatro segundos violinos, três violas, dois cellos, um contrabaixo, um oboé, um fagote, um clarinete, uma flauta e uma percussão, a orquestra é integrada por profissionais que fazem questão de aprimorar seu talento com trabalho e estudo.

Sobre a Tecnobank

Investir e apoiar iniciativas culturais selecionadas faz parte do DNA da Tecnobank, com o objetivo de promover a qualidade musical no país e proporcionar cultura como cidadania, conhecimento e qualidade de vida para clientes, colaboradores e seus familiares. Com uma história marcada por inovação tecnológica e evolução contínua, a Tecnobank desenvolve soluções agregadas que geram segurança e agilidade ao processo eletrônico de registro de contratos de financiamento de veículos. Homologada pelos órgãos executivos de trânsito, a Tecnobank, fundada em 2007, tem sede em São Paulo (SP), mas atua em 14 estados brasileiros, com infraestrutura tecnológica de última geração, contribuindo de maneira simples e eficaz com a geração de negócios de milhares de clientes que confiam na nossa experiência, pautada pelos mais rigorosos programas de Compliance, Segurança da Informação e Privacidade & Proteção de Dados. A Tecnobank é certificada como uma excelente empresa para trabalhar, com três prêmios em 2020, e o terceiro selo consecutivo em 2022, concedidos pelo Great Place to Work (GPTW).

Sobre a Villa 7 Cultura

Com experiência de uma década no desenvolvimento de atividades culturais, a Villa 7 Cultura cria projetos assertivos, direcionados e personalizados para empresas que desejam promover a sinergia entre sua missão, visão e valores com as necessidades (reais) da comunidade que os recebe.

A partir do comprometimento necessário para condução dos projetos de maneira ágil e singular com transparência e boa utilização dos recursos, a Villa 7 estreita laços com ONGs, instituições e artistas, trabalhando árdua e intensivamente para levar o melhor conteúdo para plateias mais do que especiais.

Sobre a AH7 Gestão Cultural

A AH7 Gestão Cultural atua para democratizar o acesso à arte e cultura para cocriar o futuro desejável para todos. Nascida em 2014, a AH7 tem a responsabilidade de gerir aquilo que é subjetivo, impalpável e simbólico de forma objetiva e organizada,sem riscos de interferência no processo criativo, sintonizando ideias e potencializando os resultados das ações pleiteadas.

 

Serviço

Orquestra de Cordas Bachiana Filarmônica e o maestro João Carlos Martins

Local: Teatro Liberdade – Endereço: R. São Joaquim, 129 – Liberdade, São Paulo (SP)

Dia 16/09/2022 Horário: 20h30

Retire seu ingresso no link – https://bileto.sympla.com.br/event/75674/d/153157 a partir do dia 1/09/2022

Classificação livre Evento gratuito

Acessibilidade física, auditiva e visual.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. 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