Orquestra Filarmônica Jovem de Israel se apresenta em Curitiba

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Orquestra Filarmônica Jovem de Israel, da Escola de Música Buchmann-Mehta da Universidade de Tel Aviv, desembarca em Curitiba para uma apresentação na terça-feira, 14 de novembro, sob regência de Eyal Ein-Habar e tendo como solista o violonista Guy Braunstein. O concerto, que integra as comemorações dos 45 anos do Grupo Positivo, tem no programa duas obras de Johannes Brahms: a Sinfonia nº 3 e o Concerto para violino.
Reconhecidamente de altíssimo nível, a Orquestra Filarmônica Jovem de Israel traz “o selo de aprovação” da Orquestra Filarmônica de Israel, aclamada como uma das melhores do mundo. A apresentação conta com cinco músicos brasileiros que estudam atualmente na Escola de Música Buchmann-Mehta. Os ingressos estão à venda nowww.diskingressos.com.br.
 
SERVIÇO
Orquestra Filarmônica Jovem de Israel
Escola de Música Buchmann-Mehta da Universidade de Tel Aviv
Guy Braunstein violino
Eyal Ein-Habar regência
Programa
Johannes Brahms (1833-1897)
Sinfonia nº 3 em fá maior, Op. 90
Concerto para violino em ré maior, Op. 77
Solista: Guy Braunstein
Terça-feira, 14 de Novembro, 20h30
Teatro Positivo – Grande Auditório (R. Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza 5.300)
Ingressos: www.diskingressos.com.br
 
Mais informações:
GUY BRAUNSTEIN
O violinista Guy Braunstein nasceu em Tel Aviv, onde estudou com Chaim Taub. Prosseguiu seus estudos em Nova York, com Glenn Dicterow e Pinchas Zuckerman. Tendo começado carreira internacional muito jovem, como solista e músico de câmara, Braunstein já se apresentou com as mais importantes orquestras e maestros do mundo – entre elas, Filarmônica de Israel, Tonhalle de Zurique, Sinfônica de Bamberg, Orquestra da Rádio de Frankfurt, Filarmônica do La Scala e Filarmônica de Berlim.
Seus trabalhos em música de câmara incluem projetos com músicos como Isaac Stern, András Schiff, Zubin Mehta, Maurizio Pollini, Yefim Bronfman, Daniel Barenboim, Simon Rattle, Mitsuko Uchida, Lang Lang, Emmanuel Ax e Angelika Kirschlager. Braunstein foi o mais jovem violinista a ser indicado como spalla da Filarmônica de Berlim, em 2000. Ele ocupou a posição até o término da temporada 2012-13, quando passou a se dedicar à carreira solo. Braunstein se apresenta com um violino feito em 1679 pelo luthier Francesco Ruggieri.
 
EYAL EIN-HABAR
O israelense Eyal Ein-Habar, maestro e flautista, é primeira flauta da Orquestra Filarmônica de Israel desde 1997. Dirige o departamento de instrumentos de sopro da Escola de Música Buchmann-Mehta da Universidade de Tel Aviv, sendo também professor de flauta da instituição. Vencedor de vários concurso internacionais de flauta, atua regularmente como solista de flauta e como maestro junto às principais orquestras israelenses, bem como a várias orquestras de todo o mundo – entre elas a própria Filarmônica de Israel. E participa regularmente de festivais de música de câmara em Israel, Europa, Américas do Norte e do Sul e Canadá.
Seus mais recentes compromissos internacionais como solista e-ou como maestros incluem a Sinfônica da Universidade de Concepção (Chile), a Orquestra Juvenil RIAS (Berlim), a Camerata Nórdica (Suécia), a Filarmônica Kaliska (Polônia) e a Sinfônica Nacional de Colômbia. Eyal Ein-Habar tem diversos discos gravados, com o Israel Woodwind Quintet, o Israel Flute Ensemble e outros grupos de câmara. Seu CD mais recente é “Mendelssohn and Farrenc Trios”, ele à flauta junto a Adi Tal, cello, e Lahav Shani, piano.
 
ORQUESTRA FILARMÔNICA JOVEM DE ISRAEL
A Orquestra Filarmônica Jovem de Israel, da Escola de Música Buchmann-Mehta da Universidade de Tel Aviv, é a orquestra que prepara músicos para a Orquestra Filarmônica de Israel, oferecendo a eles um abrangente programa de treinamento orquestral. Nesse programa, os estudantes trabalham junto aos principais instrumentistas da Orquestra Filarmônica de Israel e integram a orquestra em grandes concertos pelo mundo, como parte do programa de estágio. Master classes com maestros convidados e solistas da proporcionam aos estudantes um enriquecimento profissional do mais alto nível artístico.
A orquestra dispõe de um programa de Bolsas de Estudos para jovens talentosos carentes do mundo todo – vários brasileiros já foram agraciados. O diretor do programa de treinamento orquestral é o maestro Eyal Ein-Habar. Entre os músicos que têm colaborado com a Orquestra Filarmônica Jovem de Israel estão os maestros Zubin Mehta, Christoph von Dohnányi, Gustavo Dudamel e Kurt Masur e os solistas Yo-Yo Ma, Itzhak Perlman, Maxim Vengerov, Julian Rachlin, Mischa Maisky, Menachem Pressler e Yefim Bronfman.
A Orquestra Filarmônica Jovem de Israel mantém séries de concertos na Universidade de Tel Aviv e se apresenta anualmente sob a batuta do maestro Zubin Mehta no Mann Auditorium em Tel Aviv. Turnês recentes incluíram apresentações no Auditório Nacional de Música em Madri, na Konzerthaus em Berlim e na Tonhalle em Zurique. Em Janeiro de 2008, a Orquestra apresentou-se na Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, sob regência de Zubin Mehta, em concerto comemorativo do Dia Internacional em Memória do Holocausto. Em Dezembro de 2010 a Orquestra apresentou-se na Tonhalle em Zurique, novamente sob a batuta do maestro Mehta.
Em 2011, a Orquestra Jovem realizou uma turnê no Brasil, passando por cidades de São Paulo (São Paulo, Paulínia, Araraquara, São Carlos e Ribeirão Preto), Minas Gerais (Poços de Caldas) e Rio de Janeiro (Rio de Janeiro).
 

Sobre o Grupo Positivo

O Positivo nasceu há 45 anos, a partir da ideia um grupo de professores visionários que criaram um curso pré-vestibular inovador. Hoje, a marca Positivo consolidou sua liderança em todas as áreas em que atua (Ensino, Soluções Educacionais, Cultura, Tecnologia e Gráfica), graças à qualidade de seus serviços e produtos. Na área de Ensino, o Grupo atua desde a Educação Infantil até o Ensino Superior – Graduação (Bacharelados, Licenciaturas e Cursos Superiores de Tecnologia), Especialização, Mestrado e Doutorado. Mais de 2 milhões de alunos utilizam os sistemas de ensino da Editora Positivo, em escolas públicas e particulares, no Brasil e no Japão. Escolas de mais de 40 países utilizam soluções desenvolvidas pela divisão de Tecnologia Educacional da Positivo Tecnologia, a maior fabricante brasileira de computadores. A Posigraf, uma das maiores gráficas da América Latina, tem filiais e representações em todo o Brasil e atende clientes no exterior. Na área cultural, conta com seis espaços destinados a eventos e exposições (Expo Renault Barigui, Teatro Positivo – Pequeno Auditório, Teatro Positivo – Grande Auditório, Expo Unimed Curitiba, Estação Eventos e Espaço Thá). O Grupo Positivo conta ainda com o Instituto Positivo, com foco em centralizar e potencializar as ações de responsabilidade social e investimento social privado das suas empresas e unidades educacionais.

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*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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