Pais e alunos do Colégio Positivo assumem compromisso em prol da educação pública

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No início de 2016, o Colégio Positivo convidou os responsáveis pelos alunos para um projeto ousado: somar os recursos destinados pelas famílias e pelo Instituto Positivo para criar uma rede de pessoas comprometidas para além da educação dos próprios filhos. Com a proposta, as famílias dos estudantes passaram a apoiar milhares de outras crianças que estudam na rede pública.
Essa mobilização, que nasceu como uma iniciativa piloto, vem se fortalecendo. Em 2017, os alunos do Ensino Superior das unidades do Grupo Positivo também foram convidados a se engajar. Este ano, o montante arrecadado com os familiares dos estudantes do Colégio Positivo foi de R$ 34 mil, que, somados ao investimento do Instituto Positivo, alcançaram mais de R$ 1.5 milhão. A região beneficiada com tais recursos é composta por 22 municípios, rurais e urbanos, situados na Grande Florianópolis. Juntos, tais municípios atendem mais de 86 mil alunos, matriculados em 463 escolas. “Estamos construindo pontes entre aqueles que desejam investir para a melhoria da educação e os profissionais e professores comprometidos com essa mudança”, destaca o diretor-geral do Colégio Positivo, Celso Hartmann.
O trabalho do Instituto Positivo tem como premissa unir secretários municipais de educação que atuam no mesmo território geográfico, para que passem a planejar e a trabalhar em conjunto – e não mais isoladamente -, trocando experiências, somando esforços, recursos e competências. Essa metodologia, homologada pelo Ministério da Educação, chama-se Arranjo de Desenvolvimento da Educação (ADE). Conforme o Diretor de Articulação e Inovação do Instituto Ayrton Senna e conselheiro do Instituto Positivo, Mozart Neves Ramos, “os Arranjos são uma ferramenta importante para a gestão educacional, pois evitam o isolamento dos municípios, a descontinuidade sucessiva devido trocas de governo, além de fortalecerem as competências dos gestores da educação pública”.
Segundo a coordenadora do Instituto Positivo, Cristiane da Fonseca, os recursos doados foram aplicados diretamente para apoiar os professores e atender 1.300 alunos, de 14 municípios distintos, a fim de melhorar o processo de alfabetização e reduzir a distorção entre idade e ano escolar. Entre os principais resultados desse investimento, 92% dos alunos inseridos em programas de alfabetização foram plenamente alfabetizados. Além disso, 100% dos alunos que ingressaram nos programas de correção de fluxo, devido à reprovação ou evasão escolar, conseguiram progredir de ano. “Esses resultados só estão sendo possíveis devido às parcerias firmadas – entre elas, com o Instituto Ayrton Senna e Associação dos Municípios da Grande Florianópolis, além da união dos profissionais que atuam nos municípios atendidos, pois eles participaram de formações conjuntas, compartilharam as dificuldades e experiências de sala de aula e estabeleceram compromissos mútuos”, revela Cristiane.
Em 2018, esse trabalho está sendo intensificado. Além da constituição de um comitê local para acompanhar e apoiar as iniciativas, também estão previstos avanços com relação às três metas definidas pelos integrantes do Arranjo: expansão dos programas de melhoria do processo de alfabetização; análise detalhada, por escola, das razões da não aprendizagem dos alunos; e análise da aplicação dos recursos da educação por município aderente.
De acordo com Eliziane Gorniak, diretora executiva do Instituto Positivo, “os benefícios desse trabalho ultrapassam os limites do território da região da Grande Florianópolis, pois os aprendizados e as experiências ali vividas estão sendo registrados e compartilhados com outras regiões do Brasil. E isso já vem incentivando a criação de novos Arranjos de Desenvolvimento da Educação que, por sua vez, irão beneficiar mais alunos em nosso país”.
 
Sobre o Instituto Positivo
O Instituto Positivo (IP) foi criado em 2012 para atuar na área de investimento social de todo o Grupo Positivo em favor da comunidade. A missão do Instituto Positivo é contribuir para a melhoria da qualidade da Educação Pública brasileira por meio do incentivo ao Regime de Colaboração, modelo estratégico de cooperação entre os estados, municípios e união que estimula o trabalho em rede e a troca de experiências. Para tornar isso possível, o Instituto Positivo adotou o Arranjo de Desenvolvimento da Educação (ADE), metodologia homologada pelo MEC que favorece o trabalho colaborativo entre Secretarias de Educação de municípios próximos geograficamente. Nesse contexto, os participantes do ADE se apoiam mutuamente para colocar em prática ações estratégicas com o objetivo de avançar na melhoria dos indicadores da Educação. Desde 2015 o Instituto é o articulador técnico do Arranjo de Desenvolvimento da Educação da região da grande Florianópolis, o ADE/Granfpolis, que já vem impactando e trazendo avanços na aprendizagem dos alunos. Para ter mais informações, acesse a revista de resultados 2017 na área de “Publicações: Produção de Conhecimento” no site do IP:http://instituto.positivo.com.br/.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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