Papel da liderança jovem é tema de evento em Curitiba

1º Summit dos Comitês Jovens do Sicredi recebe palestrantes de renome nacional

 

A importância do jovem no universo das cooperativas e o papel da liderança na era da colaboração e da criatividade são alguns dos temas que estarão em debate nesta semana (22 e 23 de maio), em Curitiba. O 1º Summit dos Comitês Jovens do Sicredi – primeira instituição financeira cooperativa do Brasil – reunirá palestrantes de renome nacional para discutir o papel das gerações Y e Z na gestão das cooperativas de crédito e no mercado financeiro como um todo.
O evento é destinado à liderança jovem das cooperativas e também públicos de interesse do Sicredi e visa estreitar o vínculo da instituição financeira com os jovens.
Com uma programação que mescla palestras e atividades práticas, o encontro contará com vários estudiosos do tema, que dividirão suas experiências com o público. Entre elas estão Eduardo Lyra, autor do livro Jovens Falcões, que narra a trajetória de 14 jovens empreendedores que mudam o mundo com seus projetos e iniciativas; Gustavo Caetano, jovem empreendedor e fundador da Samba Tech, plataforma online para a transmissão de vídeos corporativos, que já recebeu prêmios como o Business Insider e reconhecimento da Forbes; e Gisele Gomes, proprietária da Achieve Desenvolvimento, empresa de consultoria em assessoria executiva, relações internacionais e intercultura.
Além disso, o evento também contará com o painel “15×15”, que trará uma série de apresentações de 15 minutos com cases de sucesso de jovens empreendedores, como o de Ricardo Dória, fundador da Aldeia Coworking – primeiro escritório de coworking do Sul do Brasil, entre outros profissionais de destaque.
Inspiração do Público Interno:
Carlos Gustavo Alves Ferreira e Cássia Salvalaggio, ambos colaboradores do Sicredi apresentarão seus cases ganhadores do Wycup (World Young Credit Union People), reconhecimento do Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (Woccu), destinado a jovens cooperativistas que desenvolveram iniciativas de relevância econômica e social nas regiões de atuação de suas cooperativas de crédito.  Fábio Burile, Diretor Executivo do Sicredi, narrará sua experiência vitoriosa: de estagiário até o cargo de liderança exercido atualmente.
Degustação da Plataforma Digital Woop Sicredi:
Além das palestras e discussões, o Sicredi também irá apresentar em primeira mão o Woop Sicredi, plataforma digital que será lançada ainda esse ano. Pelo aplicativo, cujo nome é uma combinação da expressão “Wow” e da palavra “Coop”, será possível abrir contas-correntes através do celular, gerenciar uma série de pacotes de soluções financeiras e participar de clube de fidelidade das cooperativas integrantes do Sistema Sicredi de maneira totalmente virtual, sem precisar passar em uma agência física.
 
Serviço:
1º Summit dos Comitês Jovens
Data: 22 e 23 de maio de 2018
Local: Universidade Positivo – Pequeno Auditório
Endereço: Rua Professor Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 – Campo Comprido, Curitiba
Horário: 22 de maio – 8h30 às 18h
23 de maio – 8h30 às 15h30
 
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,7 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 21 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.
*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. 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