Participação feminina no mercado de trabalho deve crescer mais que a masculina na próxima década

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Até 2030, 64,3% da população feminina em idade ativa estará empregada ou em busca de trabalho

Juciliane Pereira, de 35 anos, não se vê trabalhando em outra área que não seja o setor metalúrgico. Como preparadora de torno CNC, ela completou, em 2021, dez anos de atuação na Neodent, líder em implantes no Brasil, sendo nove deles no departamento de usinagem da companhia. Atualmente, Jucilaine é referência entre os colegas, em uma área anteriormente dominada por homens, por sua dedicação e conhecimento técnico. Mas nem sempre foi assim.

Quando iniciou a carreira na empresa, em 2011, a hoje experiente profissional nem mesmo sabia o que era um CNC (Computer Numeric Control, sistema que permite o controle de máquinas utilizado principalmente em tornos e centros de usinagem). “Eu aprendi praticamente do zero. Minha primeira função na companhia foi no setor de higienização. Seis meses depois, fiz um curso para operador de CNC, e, com um ano de empresa, gabaritei uma prova que me capacitava para trabalhar com usinagem na Neodent”, afirma Jucilaine. 

A “invasão” feminina em setores antes exclusivamente ocupados por homens é uma tendência em crescimento, de acordo com recente estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O levantamento afirma que, até 2030, 64,3% das mulheres em idade produtiva deverão estar empregadas ou em busca de trabalho, ao passo que a porcentagem masculina diminuirá de 89,6% para 82,7%, em comparação à década de 1990. 

Além disso, a pesquisa do Ipea também mostra que elas também têm buscado mais estudo e formação superior que os colegas masculinos. “A empresa nos dá chance de evoluir e oportunidades de crescer. Tem sido uma experiência maravilhosa, ainda mais com todo o suporte da Neodent e com o auxílio dos meus colegas”, acrescenta Jucilaine, que possui formação tecnóloga em fabricação mecânica e iniciará, neste ano, uma pós-graduação em gestão estratégica para indústria.

Rede de apoio é diferencial

Para a gerente de recursos humanos da Neodent, Milena Silva, uma rede de apoio vinda da empresa para as colaboradoras é essencial para esse crescimento. O projeto Juntas, promovido pela empresa, reúne mais de 300 mulheres que participam de reuniões e workshops para incentivar a carreira e também gerar uma rede de contatos e apoio entre as colaboradoras. “Atualmente são 695 mulheres na empresa, ou seja 47% do quadro de funcionários, e fazer com que todas elas pudessem conversar entre si, conhecer novas histórias e compartilhar motivações foi uma forma que a Neodent encontrou de mostrar que nenhuma de nós está sozinha”, ressalta. 

E essa busca por apoio cresceu mais ainda na pandemia. “Nós sentimos que, com a chegada da pandemia e do trabalho remoto, muitas mulheres vieram em busca de dicas sobre como dar conta da rotina da casa, dos filhos, que estão sem aula, e ainda manter o ritmo de trabalho”, conta. 

Dentro do projeto, além da conversa, as atitudes são essenciais. “No Juntas, não ficamos apenas com a reflexão e debate de temas importantes. A empresa já desenvolveu diversos projetos que surgiram a partir de sugestões dessas mulheres e também pôde auxiliar em casos individuais que foram compartilhados conosco. Mais do que incentivo, as mulheres precisam ser ouvidas e apoiadas”, finaliza Milena. 

Sobre a Neodent®

Fundada há mais de 25 anos, a Neodent® é a empresa líder em implantes no Brasil, onde vende mais de um milhão e meio de implantes anualmente. A Neodent® está entre os três principais fornecedores de implantes do mundo e está disponível em mais de 70 países. O sucesso da marca se deve a suas soluções odontológicas diretas, progressivas e acessíveis, que trazem novos sorrisos para milhões de pessoas. Sediada em Curitiba, Brasil, a Neodent®️ é uma empresa do Grupo Straumann (SIX: STMN), líder global em substituição de dentes e soluções odontológicas que restauram sorrisos e confiança.

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Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. 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