Páscoa leve e com poucas calorias? Sim, é possível

Páscoa e chocolate são praticamente sinônimos. Quando se pensa na data, não vem outra ideia à cabeça senão o chocolate e as surpreendentes e muito açucaradas sobremesas. Mas isso não quer dizer que não é possível planejar uma Páscoa um pouco mais leve e saudável, e igualmente saborosa.

O cacau já foi considerado ‘fruto ouro’ e o chocolate uma bebida dos deuses. Esse fruto é muito versátil e pode ser aproveitado de diversas maneiras, desde a polpa na preparação de suco até as sementes. A manteiga de cacau e o cacau em pó compõem a formulação dos verdadeiros chocolates, quanto maior o % de cacau, melhor! Prefira os acima de 70% e evite chocolate feito com gordura hidrogenada”, explica a gerente de P&D da Jasmine Alimentos, Melissa Carpi.

Inclusive, o consumo regular do cacau traz benefícios para a saúde, como a melhora do humor e da circulação sanguínea, além de regular os níveis de açúcar no sangue e proteger a saúde do coração com suas propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias.

Confira abaixo sete receitas surpreendentes e saborosas que comprovam a versatilidade do cacau.

Mousse de chocolate vegana

Ingredientes:

2 xícaras (chá) de leite de coco

100 g de chocolate escuro sem leite, picado, com 70% de cacau ou mais

1 colher (sopa) BioV de Aveia + Cálcio

1 colher (sopa) de gelatina vegana sem sabor

1 colher (chá) de extrato puro de baunilha

2 colheres (sopa) de Calda de Agave Jasmine

½  xícara (chá) de morangos grosseiramente picados

1 colher (sopa) de Chia em Grãos Jasmine

Suco de 1 laranja

Lascas de chocolate e Red berries Jasmine para decorar

Modo de preparo:

  • Aqueça o leite de coco em fogo médio.
  • Adicione o chocolate e o BioV de Aveia + Cálcio e mexa até derreter.
  • Reduza o fogo para médio-baixo e, lentamente, adicione a gelatina enquanto bate.
  • Adicione o extrato de baunilha, a calda de agave e bata bem.
  • Despeje a mistura em frascos e deixe esfriar em temperatura ambiente por 15 minutos.
  • Cubra e leve à geladeira por, pelo menos, duas horas.
  • Para a calda, cozinhe os morangos, a chia em grãos e o suco de laranja em fogo médio.
  • Quebre os morangos com uma espátula por cinco minutos, até que amoleça.
  • Transfira a mistura para um processador de alimentos e pulse algumas vezes até que vire um purê.
  • Antes de servir, regue a mousse com a calda fria e acrescente as raspas de chocolate e as red berries.

Ovo de Páscoa com mix de sementes e frutas

Ingredientes:
200 g de chocolate amargo
1 Mix de Sementes e Frutas Jasmine

Modo de preparo:

  • Derreta o chocolate amargo em banho-maria e misture com uma espátula o mix de sementes e frutas no chocolate.
  • Despeje em uma forma de ovo de Páscoa e leve à geladeira por 30 minutos.

Ovo de Páscoa com granola

Ingredientes:

500 g de chocolate meio amargo sem lactose
6 colheres (sopa) de Granola Integral Jasmine de sua preferência

Modo de preparo:

  • Rale ou pique o chocolate e derreta em banho-maria, mexendo continuamente. Assim que derreter, desligue o fogo, retire e mexa até esfriar.
  • Em formas próprias para ovos de Páscoa, coloque 2 colheres (sopa) do chocolate derretido, espalhe com pincel até ficar uniforme e leve à geladeira por cerca de 10 minutos para endurecer.
  • Repita a operação nas duas formas. Na terceira camada, antes de colocar na geladeira, espalhe 3 colheres (sopa) de granola Jasmine em cada forma, espalhe chocolate e leve novamente à geladeira para endurecer.
  • Repita a operação até terminar o chocolate e, na última vez, deixe o ovo na geladeira cerca de 30 minutos. O ponto de retirar das formas é a forma ficar esbranquiçada.
  • Vire a forma do ovo e ele começará a descolar. Mas antes, passe uma faca pela lateral da forma de modo que o ovo saia corretamente. Sirva gelado ou em temperatura ambiente.

Muffin de Chocolate com Aveia 

Ingredientes:

1 xícara de Farinha de Trigo Jasmine

2 colheres (sopa) de cacau em pó

½ xícara (chá) de Açúcar Fit Jasmine

1 colher (chá) de fermento em pó

¼ de xícara (chá) de Bebida Vegetal Orgânica de Aveia com Cálcio Jasmine

⅓ de xícara de creme de leite

2 ovos

1 colher (chá) de essência de baunilha

¼ de xícara (chá) de óleo de coco

Aveia em Flocos FInos Jasmine a gosto

Modo de Preparo:

  • Misture em um bowl a Farinha de Trigo Jasmine, o cacau em pó, o Açúcar Fit Jasmine e o fermento em pó.
  • Adicione a Bebida Vegetal Orgânica de Aveia com Cálcio Jasmine, o creme de leite, os ovos, a essência de baunilha, o óleo de coco e misture bem até ficar homogênea.
  • Unte as forminhas de silicone com óleo de coco e distribua a massa.
  • Polvilhe Aveia em Flocos Finos Jasmine em cima dos muffins e leve para assar em forno preaquecido a 180º graus. Está pronto!

Receita de Torta de Chocolate Zero Açúcar⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

Ingredientes para a base:

2 pacotes de Cookies Damasco com chocolate Zero Açúcar Jasmine

4 colheres (sopa) de óleo de coco

Ingredientes para o recheio:

400 g de chocolate zero açúcar

200 ml de Bebida de Aveia com Cálcio Biov Jasmine

Modo de preparo:

  • Bata em processador os cookies e o óleo de coco até obter uma massa uniforme.
  • Coloque em uma forma de fundo removível e aperte com os dedos até ficar bem firme no fundo da forma, e leve à geladeira por 20 minutos.
  • Ferva a bebida de aveia e acrescente no chocolate zero açúcar picado; mexa até ficar liso e brilhante.
  • Junte a massa já gelada e volte para a geladeira por mais 30 minutos.

Receita Fudge de Chocolate com berries

Ingredientes:
200 g de chocolate 70%
⅓ xícara de RedBerries Jasmine
⅓ xícara de Cranberries Jasmine
⅓ xícara de Mix de Fruits Jasmine

Modo de preparo:

  • Derreta o chocolate em banho-maria e misture com as berries e o Mix Fruit Jasmine em um bowl.
  • Despeje essa massa em forminhas de silicone.
  • Leve ao congelador por aproximadamente 45 minutos.

Receita de Copinhos de Chocolate e Redberries

Ingredientes – Recheio:

70 g de Red Berries Jasmine
1 colher (sopa) de Calda de Agave Jasmine
½ colher (chá) de extrato de baunilha

Ingredientes – Copinho de Chocolate:
¼ de xícara de óleo de coco não refinado
¼ de xícara de cacau em pó
2 colheres (sopa) de Calda de Agave Jasmine
1 pitada de Sal Atlantis Jasmine

Modo de preparo do recheio:

  • Em uma panela, adicione as red berries, a calda de agave,  a baunilha e ferva em fogo baixo até engrossar. Reserve.

Modo de preparo do copinho:

  • Acrescente o óleo de coco em uma panela em fogo baixo.
  • Retire do fogo e misture com o cacau em pó, a calda de agave e o sal Atlantis até ficar homogêneo.
  • Preencha ⅓ de forminhas de papel com o chocolate derretido e deixe na geladeira por 15 minutos até endurecer.
  • Retire da geladeira e acrescente o recheio de red berries, preenchendo com o restante do chocolate por cima.
  • Leve ao freezer por 1 hora e está pronto!

 

Sobre a Jasmine Alimentos

A Jasmine Alimentos é uma empresa referência em alimentação saudável. Com produtos categorizados em orgânicos, zero açúcar, integrais e sem glúten, a marca visa atingir o público que busca alimentos saudáveis de verdade e qualidade de vida. A operação da Jasmine começou de forma artesanal no Paraná, há 30 anos. A Jasmine está consolidada em todo Brasil e ampliando sua atuação para a América Latina. Desde 2014 a marca pertence ao grupo francês Nutrition et Santé, detentor de outras marcas líderes no segmento saudável na Europa.

Share:

Latest posts

Bem-estar (1)
Bem-estar emocional como foco no ambiente de trabalho: mudanças na NR-1 colocam a saúde mental como pilar essencial nas estratégias corporativas
*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
ARTIGO: Mentalidade AI First: cinco skills fundamentais para os gestores de RH desenvolverem ainda este ano
Dr. Geninho Thomé, fundador da Neodent.
Paranaense Geninho Thomé é reconhecido entre os 100 Mais Influentes da Saúde na categoria Empresário

Sign up for our newsletter

Acompanhe nossas redes

related articles

Bem-estar (1)
Bem-estar emocional como foco no ambiente de trabalho: mudanças na NR-1 colocam a saúde mental como pilar essencial nas estratégias corporativas
Modelo cooperativista se destaca pelo pioneirismo em ações voltadas ao bem-estar emocional dos colaboradores O...
Saiba mais >
*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
ARTIGO: Mentalidade AI First: cinco skills fundamentais para os gestores de RH desenvolverem ainda este ano
*por Juliana Maria – head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em...
Saiba mais >
Dr. Geninho Thomé, fundador da Neodent.
Paranaense Geninho Thomé é reconhecido entre os 100 Mais Influentes da Saúde na categoria Empresário
Trajetória marcada pela inovação e pela ampliação do acesso à saúde bucal coloca o fundador da Neodent...
Saiba mais >
Divulgação Valmet
Valmet amplia segurança em linhas de conversão de tissue com tecnologia que reduz exposição à poeira
Conceito do Sistema DustControl faz parte de uma abordagem mais ampla da Valmet para elevar os níveis...
Saiba mais >