Paulistão Sicredi 2023: pelo quinto ano consecutivo, instituição financeira cooperativa dá nome ao maior estadual do Brasil

O Sicredi, instituição financeira pioneira do cooperativismo de crédito no Brasil, renovou pelo quinto ano consecutivo a parceria com a FPF e com o campeonato estadual mais importante do país: o Paulistão Sicredi 2023. A longa trajetória de apoio é um marco na história da competição e solidifica a maior relação de uma marca com uma competição no país.

Desde 2019, o Sicredi é o “title sponsor” do Paulistão. A marca possui ativos inéditos e inovadores no mercado esportivo brasileiro. Em todos os parceiros de transmissão da competição, o campeonato é chamado pelo seu nome e “sobrenome”: Paulistão Sicredi. Narradores de Record, YouTube, HBO Max, Premiere e Paulistão Play citam a marca da instituição financeira cooperativa, algo inédito no país, fruto dos acordos da FPF com os parceiros de mídia.

Além disso, o Sicredi desfruta das propriedades mais premium nos estádios e nos ativos digitais da competição, gerando um resultado recorde de conexão da marca com seu público. Em 2022, o Paulistão Sicredi bateu recorde de pessoas alcançadas: foram 46 milhões de torcedores, ante 36 milhões em 2021.

O investimento no torneio reflete o crescimento da instituição financeira cooperativa em todo o estado. “O Sicredi tem investido no plano de expansão de suas agências. Em todo o país são mais de 2,4 mil, sendo mais de 350 agências em São Paulo. Nossa estratégia de ampliação visa oferecer um atendimento cada vez melhor aos nossos associados e, ao mesmo tempo, fomentar negócios, geração de empregos e renda para as comunidades. O Paulistão Sicredi é uma competição sólida e uma ótima maneira de nos mantermos mais próximos a esse estado que tem recebido o Sicredi de braços abertos há tantos anos”, destaca o gerente de Comunicação e Marketing da Central Sicredi PR/SP/RJ, Rogério de Lorenzo Leal.

“É raro no futebol contar com parcerias tão sólidas e longevas como ocorre no Paulistão Sicredi. O Sicredi já é o sobrenome do Paulistão há cinco anos consecutivos, e neste ano o Sicredi também abraçou o futebol feminino. Essa renovação certamente irá fortalecer ainda mais nossa parceria e as marcas do Paulistão e do Sicredi”, diz o presidente da FPF, Reinaldo Carneiro Bastos.

Com a renovação de patrocínio, o Sicredi ainda poderá realizar ativações e ações de relacionamento com associados da instituição financeira cooperativa durante as partidas.

Sorteio define grupos do Paulistão Sicredi 2023

Na terça-feira (1º), a Federação Paulista de Futebol realizou o sorteio de grupos do Paulistão Sicredi 2023. Durante a cerimônia, no estádio do Pacaembu, também foram anunciadas as novidades da próxima temporada do torneio, que contará com a participação de 16 equipes.

Comprometimento do Sicredi com o esporte 

Nos últimos anos, o Sicredi tem fortalecido a parceria com o esporte. Em 2022, a instituição financeira cooperativa assinou como patrocinadora do Paulistão Feminino, com transmissão ao vivo de todos os jogos. A competição que destaca o protagonismo feminino no futebol tem nesta edição a maior premiação da modalidade: R$ 2,6 milhões distribuídos aos clubes. O Sicredi também patrocina campeonatos como a Copa do Brasil de Futebol Masculino e a Brasil Ladies Cup, outra importante competição de futebol feminino. “Regionalmente, nossas cooperativas apoiam inúmeros clubes e atletas de diferentes modalidades. Isso porque acreditamos na força do esporte para a construção de uma sociedade mais colaborativa e próspera”, finaliza Leal.

 

Sobre o Sicredi 

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 6 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 2.400 agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando mais de 300 produtos e serviços financeiros. 

Site do Sicredi: www.sicredi.com.br

Redes Sociais: Facebook |Instagram | Twitter | LinkedIn | YouTube

 

Legenda: Desde 2019, o Sicredi é o “title sponsor” do Paulistão
Créditos: Alexandre Battibugli/Agência Paulistão

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*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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