Pesquisa revela mudanças no comportamento dos pais na hora de escolher a escola dos filhos

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A crise econômica que atingiu o país nos últimos anos obrigou as famílias brasileiras a modificarem os hábitos de consumo. Essa mudança de comportamento trouxe impactos também para a forma como os pais decidem uma questão bastante importante para o universo familiar: a educação dos filhos. Uma pesquisa do Sistema Positivo de Ensino, realizada em 11 cidades brasileiras, mostrou as tendências de comportamento e consumo quando se trata de pagar por ensino privado para os filhos. O levantamento ajuda a compreender como as famílias escolhem a escola dos filhos em momentos de crise e instabilidade econômica. Os entrevistados têm filhos entre 4 e 17 anos, todos matriculados em escolas particulares.
A pesquisa investigou o perfil das famílias, quais são os principais canais de busca por uma escola, os fatores primordiais da escolha, o período do ano em que a decisão foi tomada e qual é a importância do material didático na decisão. A coordenadora de marketing da Editora Positivo, Priscila Padilha, afirma que os dados mostram pais mais cautelosos em relação a preços e exigentes com a qualidade de ensino. “Essas informações são importantes porque ajudam as escolas a entenderem melhor o seu público e se prepararem para as mudanças. É preciso se adaptar rapidamente às novas realidades econômicas das famílias”, explica Priscila. A principal mudança, segundo ela, é que os pais, que antes escolhiam a escola entre outubro e dezembro do ano anterior, agora estão deixando para escolher poucos dias antes do início das aulas – a maior parte deles (25%) no mês de janeiro.
O levantamento deixa claro também o papel das redes sociais no momento da escolha. Com a facilidade de acesso às informações que as escolas oferecem em suas páginas e perfis sociais, fica mais fácil investigar sobre serviços, valores e a reputação das marcas. O primeiro passo é buscar informações pela internet. O Facebook é a rede social mais utilizada para isso, com 59% dos pais utilizando esse canal para suas pesquisas. “Dessa forma, o consumidor consegue comparar, trocar experiências e se até se transformar em influenciador no processo de escolha de outros pais. É certo que tudo isso conta na tomada de decisão”, destaca Priscila. Cientes disso, escolas investem cada vez mais em presença on-line e campanhas de mídia digital.
Com o aumento da participação feminina no mercado de trabalho e no orçamento doméstico, o poder de decisão da mãe na hora de escolher a escola dos filhos também é cada vez maior. Em 82,5% dos casos, a mãe tem influência nessa escolha, contra 52,7% dos pais. Por fim, entre os fatores decisivos no momento de escolha estão: ensino de qualidade, localização, mensalidade, segurança e bons professores. Tais tendências e comportamento dos pais foram tema de uma das palestras do “Um Dia Positivo”, evento realizado pelo Sistema Positivo de Ensino em Porto Alegre, no último dia 16. O encontro reuniu educadores para debater o cenário atual e as possibilidades para o campo da Educação.
 
Sobre a Editora Positivo
Fundada em 1979, a Editora Positivo tem a missão de construir um mundo melhor por meio da educação. Tendo as boas práticas de ensino como seu DNA, a Editora especializou-se ao longo dos anos e tornou-se referência no segmento educacional, desenvolvendo livros didáticos, literatura infantil e juvenil, sistemas de ensino e dicionários. A Editora Positivo está presente em milhares de escolas públicas e particulares com os seus sistemas de ensino. Amplamente recomendados pela área pedagógica e reconhecidos pelos seus resultados, os sistemas foram criados de modo a atender a realidade de cada unidade escolar. Mais de 800 mil alunos utilizam os sistemas de ensino da Editora Positivo, em escolas públicas e particulares, no Brasil e no Japão.
 
Sobre o Sistema Positivo de Ensino
É o maior e mais tradicional sistema voltado ao ensino particular no Brasil. Com um projeto sempre atual e inovador, ele oferece às escolas particulares diversos recursos que abrangem alunos, professores, gestores e também a família do aluno com conteúdo diferenciado. Para os estudantes, são ofertadas atividades integradas entre o livro didático e plataformas educacionais que o auxiliam na aprendizagem. Os professores recebem propostas de trabalho pedagógico focadas em diversas disciplinas, enquanto os gestores recebem recursos de apoio para a administração escolar, incluindo cursos e ferramentas que abordam temas voltados às áreas de pedagogia, marketing, finanças e questões jurídicas. A família participa do processo de aprendizagem do aluno recebendo conteúdo específico, que contempla revistas e webconferências voltados à educação. Presente em 1.890 escolas e atendendo mais de 500 mil alunos em 950 municípios do território nacional, o Sistema Positivo de Ensino está presente em 89 escolas do Rio Grande do Sul, atendendo mais de 31 mil alunos do Estado. Na capital, são 6 escolas conveniadas e mais de 2.100 alunos atendidos.
 
Entre as escolas conveniadas no Rio Grande do Sul, estão:
 

  • Colégio Luterano São Paulo – Porto Alegre
  • Colégio Luterano da Paz – Porto Alegre
  • Escola Vinícius de Moraes – Porto Alegre
  • Colégio Scalabriniano N. Sra. Medianeira – Bento Gonçalves
  • Colégio La Salle – Canoas
  • Centro Técnico Social – Caxias do Sul
  • Colégio Salvatoriano Bom Conselho – Passo Fundo
  • Escola de Ensino Fundamental e Médio Santa Mônica – Pelotas
  • CESI Viamópolis – Viamão

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. 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