Pesquisadores brasileiros participam de desenvolvimento de novos implantes de zircônia

Uma tecnologia avançada, desenvolvida durante cinco anos e por equipes do Brasil, Suíça e Alemanha, resultou em um novo implante dentário, que está sendo lançado mundialmente em março. A nova tecnologia utiliza uma cerâmica chamada óxido de zircônia, que possui a mesma resistência e qualidade de um implante de titânio, mas com o diferencial da qualidade estética devido à coloração branca do material, o que deixa o implante com aspecto mais natural e semelhante a raiz do dente.

“Os pacientes buscam cada vez mais resultados estéticos e conseguimos chegar a um resultado que é bonito e que também possui uma tecnologia de ponta, o que permite fazer um implante de manufatura complexa, seguro e de alta qualidade”, comenta o presidente científico e fundador da Neodent, Geninho Thomé, que também supervisionou o time brasileiro durante o desenvolvimento do projeto.

Ao longo de mais de cinco anos, as equipes dos três países trabalharam juntas no projeto para criar um sistema integral de implante em zircônia. “Unimos know-how, diferentes competências e culturas de nossas equipes de engenheiros nas áreas de manufatura, design e moldagem de materiais cerâmicos, o que foi essencial para esse desafio”, conta o diretor de engenharia da Neodent, Alexsander Golin.

Por coincidência, em 1993, Geninho também passou cinco anos desenvolvendo o projeto de implantes de titânio e começou a produzi-los no Brasil. Antes disso, os implantes eram importados e inacessíveis à maior parte da população. Atualmente, a indústria paranaense é líder no setor no país e está entre as três maiores do mundo.

Durante a fase de pré-lançamento, a tecnologia foi reconhecida por diversos profissionais do Brasil e do mundo. “O desenvolvimento desse sistema de implantes surgiu a partir da demanda de mercado e dos nossos clientes, e a aceitação está sendo ótima. Com esse produto, poderemos mudar a vida de centenas de pessoas”, comenta Geninho.

Testes de resistência e produção multinacional

Para essa nova tecnologia, o grande desafio das equipes foi chegar em um implante de qualidade estética com a mesma resistência do titânio. Foi preciso então, recorrer à aplicação do design e da engenharia já desenvolvidos pela Neodent, e ao desenvolvimento de técnicas por meio de injeção de zircônia, além de testes de resistência.

O implante, que recebeu o nome de Zi, é fabricado em parceria entre o Brasil, a Suíça e a Alemanha, através de um maquinário que trabalha a injeção e o processo de jato e ácido para construir a superfície rugosa. O sistema de implante ainda passa pelos processos de limpeza e esterilização, além de embalagem. Aqui, é distribuído para o mercado interno, ou é enviado para a Suíça, e de lá é distribuído aos demais países.

Sobre a Neodent®

Fundada há mais de 25 anos, a Neodent® é a empresa líder em implantes no Brasil, onde vende mais de um milhão e meio de implantes anualmente. A Neodent® está entre os três principais fornecedores de implantes do mundo e está disponível em mais de 80 países. O sucesso da marca se deve a suas soluções odontológicas diretas, progressivas e acessíveis, que trazem novos sorrisos para milhões de pessoas. Sediada em Curitiba, Brasil, a Neodent®️ é uma empresa do Grupo Straumann (SIX: STMN), líder global em substituição de dentes e soluções odontológicas que restauram sorrisos e confiança.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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