Quadra de pickleball

Pickleball: “mini-tênis” ganha adeptos e valoriza imóveis de luxo

Esporte inclusivo e em ascensão nos Estados Unidos começa a se popularizar no Brasil e já movimenta o mercado imobiliário, tornando-se diferencial em condomínios de alto padrão

Uma mistura de tênis, badminton e tênis de mesa, o pickleball vem conquistando espaço nas quadras brasileiras e atraindo a atenção de esportistas, investidores e empreendedores do setor imobiliário. Criado em 1965, nos Estados Unidos, o esporte vive um período de ascensão — mais de 36 milhões de americanos o praticam apenas no país, segundo a Professional Pickleball Association (PPA). Agora, a modalidade começa a ganhar força no Brasil e já se consolida como diferencial de lazer e bem-estar em empreendimentos de alto padrão.

Com partidas rápidas, regras simples e uma quadra reduzida, o jogo se destaca por ser inclusivo e acessível em todas as idades. A dinâmica do esporte, que pode ser praticado em duplas ou individualmente, exige movimentação intensa, mas de curta distância, tornando-se uma boa opção para quem busca atividade física sem o impacto e a intensidade do tênis tradicional. A bola perfurada e leve, aliada a raquetes menores, garante um ritmo mais suave às partidas.

Além dos ganhos físicos, o pickleball promove interação social e bem-estar mental — aspectos cada vez mais valorizados no estilo de vida contemporâneo. Essa soma de lazer, saúde e convivência impulsiona a aposta de condomínios e clubes de alto padrão, que incorporam quadras para práticas esportivas em seus projetos para se destacar em um mercado competitivo.

“A demanda por opções de lazer diferenciadas e funcionais impulsionou a adoção do pickleball em nossos empreendimentos”, afirma o diretor de incorporação da GT Building, Marcello Malucelli Thá. “Trata-se de um esporte democrático, fácil de aprender, de baixo custo de implementação e que agrega diferenciais atrativos tanto aos moradores quanto aos investidores.”

É nesse cenário que se insere o Casa Jobim, empreendimento recém-lançado que aposta na inovação ao incluir uma arena oficial da modalidade em sua área de lazer — reforçando uma tendência que ganha cada vez mais força.

Além da quadra, o projeto se destaca por oferecer mais de 578,50 m² voltados ao lazer e ao bem-estar, com infraestrutura que reúne piscina, academia, sauna, brinquedoteca, salão de festas, piano lounge, rooftop bar, além de espaços pensados para contemplação e convívio social.

A instalação de espaços esportivos vem se firmando como diferencial estratégico. Por demandar menos espaço que uma quadra de tênis, o pickleball garante uso mais eficiente das áreas comuns e reforça o conceito de conveniência aliado à sofisticação. Para os moradores, é uma nova opção de lazer em família — para os investidores, um atrativo que valoriza o imóvel.

“Com a busca crescente por experiências que unam qualidade de vida, inovação e bem-estar, essa atividade se afirma como símbolo de uma nova era de empreendimentos inteligentes e voltados para o futuro. Uma tendência que veio para ficar”, finaliza o diretor.

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Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. 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