Positivo lança curso preparatório para UEL

O Colégio Positivo – Londrina lança o curso Prepara UEL 2024, voltado a apoiar os candidatos na reta final de preparação para o vestibular da Universidade Estadual de Londrina (UEL). As inscrições estão abertas até o dia 26 de julho, tanto para a comunidade interna quanto para estudantes de outras instituições. 

Com a experiência do Positivo, conhecido pela tradição em aprovações nas principais universidades do país, o Prepara UEL oferece aulas ministradas por professores especializados em cursos pré-vestibulares, que possuem profundo conhecimento da estrutura das provas da UEL. Além disso, o curso disponibiliza material didático próprio, organizado pelo time de docentes da Rede Positivo, e realiza simulados antes da prova oficial, com correção comentada pela equipe de professores ao longo das aulas. 

Mudanças no vestibular UEL 

Para 2024, o vestibular passou por alterações importantes. Diferente do modelo tradicional de duas fases, a seleção agora ocorre em uma única etapa. O diretor do Colégio Positivo – Londrina, Heverton Ragazzi, explica que isso impacta diretamente na rotina de estudos dos candidatos. O Prepara UEL foi desenvolvido para atender a essa nova demanda. “Com a mudança, é preciso que os vestibulandos tenham um foco imediato em todos os conteúdos, gerenciem bem o tempo de estudo e cuidem também dos aspectos psicológicos. Estamos adaptando as estratégias para preparar os candidatos frente à nossa estrutura de vestibular. Desta forma, com turma reduzida, o curso foi organizado para oferecer suporte individualizado a estudantes com necessidades específicas ou dificuldades em determinadas áreas, ajudando-os a criar estratégias personalizadas de estudo”, explica. 

Duração do curso 

As aulas do curso Prepara UEL 2024 no Colégio Positivo – Londrina começam no dia 5 de agosto e vão até 14 de novembro, com aulão de véspera no Aurora Shopping, focado em revisão e incentivo aos alunos. Serão 20 aulas semanais, realizadas todos os dias da semana, exceto às terças-feiras, das 13h45 às 17h15. 

Inscrições 

As inscrições podem ser feitas por meio deste link. Com prioridade nas vagas, os alunos do Colégio Positivo podem fazer a inscrição diretamente no atendimento da escola. As vagas são limitadas. 

Serviço

Prepara UEL Colégio Positivo – Londrina

Inscrições até 26 de julho

Por meio do site colegiopositivo.com.br/noticias/noticias/prepara-uel-2024-inscricoes-abertas

Sobre o Colégio Positivo – Londrina

O Colégio Positivo – Londrina foi incorporado à rede de colégios do Grupo Positivo em 2017 e, desde então, combina tecnologia aplicada à educação, material didático atualizado e professores qualificados, com o compromisso de formar cidadãos conscientes e solidários. O Colégio Positivo – Londrina tem turmas de Educação Infantil (Regular e Bilíngue), Ensino Fundamental – Anos Iniciais (Regular e Bilíngue), Ensino Fundamental – Anos Finais e Ensino Médio. Além disso, os alunos têm à disposição atividades complementares esportivas e culturais, incentivo ao empreendedorismo e aulas de Língua Inglesa diferenciadas.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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