Previsão de investimentos ultrapassa 430 milhões nos próximos dois anos

O segmento da construção civil estima ter um desempenho altamente positivo em Campinas (SP), ao longo de 2023. Recém-chegada à cidade, a Construtora Yticon prevê investir R$ 180 milhões em empreendimentos residenciais neste ano, e outros R$ 250 milhões em 2024. Além desse montante, a empresa deve gerar 250 empregos diretos ainda neste ano, com obras da construtora, incluindo o residencial Graciosa Mansões, localizado no bairro Mansões Santo Antônio. Somente por conta desse projeto, o bairro e a região vão receber R$ 2,5 milhões de investimentos da empresa em melhorias de infraestrutura no entorno. Esse é o segundo empreendimento da construtora em Campinas, que prevê o lançamento de outro projeto no segundo semestre de 2023.

De acordo com o diretor da unidade da Yticon em Campinas, Kalel Costa Aiache, além da quantidade de itens de lazer e coletivos, a localização do empreendimento é um diferencial à parte. “O bairro Mansões Santo Antônio é uma das regiões mais valorizadas da cidade e a área onde será construído o residencial possui uma vista privilegiada”, afirma. O empreendimento contará com duas torres e apartamentos de 66 metros quadrados de área privativa. Todos possuem uma suíte, com plantas de opção de dois ou três dormitórios e sacada com churrasqueira a carvão.

Neste projeto, ainda há apartamentos com espaço exclusivo, os gardens, tendência presente em diversos projetos. Um diferencial da construtora é a entrega dos apartamentos com excelente estrutura de acabamento, que inclui piso laminado nos quartos e salas, porcelanato nas áreas frias como cozinha, sacada, louças e metais, esquadrias e bancadas em granito na cozinha, sacada e banheiros.

Economia compartilhada

O Graciosa Mansões adotará o conceito de economia compartilhada, reunindo diversas soluções e facilidades para o cotidiano dos moradores, como lavanderia, minimercado, horta compartilhada, delivery e o Compartycon, modelo criado pela construtora que possibilita o uso compartilhado de bicicletas, ferramentas e materiais esportivos entre os moradores. O conceito de economia compartilhada, também chamada de colaborativa, já é amplamente utilizado em outros países e cada vez mais presente na vida dos brasileiros. A Yticon incorporou esse conceito nos seus projetos, promovendo um modelo de moradia inteligente e sustentável, tudo para ampliar e melhorar a qualidade de vida dos clientes.

Área de lazer completa é marca registrada dos empreendimentos da construtora. E, neste empreendimento, os espaços vão desde espaços gourmet, academia, até espaço de relaxamento, churras place, piscina com prainha, pensados para os momentos de descontração com a família e amigos. Prezando pela qualidade de conforto dos clientes, toda a área comum será entregue inteiramente mobiliada. O apartamento decorado já está aberto à visitação ao lado de onde será construído o condomínio. Além de um atendimento diferenciado e personalizado, o público também tem acesso à maquete e apresentação, em tela interativa do projeto arquitetônico.

O apartamento decorado está aberto à visitação todos os dias, inclusive aos finais de semana, das 9h às 18h, na Rua Adelino Martins, 553.

 

Sobre a Yticon Construção e Incorporação

A Yticon é uma construtora e incorporadora que atua há 14 anos nas cidades de Londrina, Maringá e Cambé, no Paraná, além de Campinas, em São Paulo. A empresa do Grupo A.Yoshii desenvolve empreendimentos localizados em regiões de potencial valorização, especialmente para quem quer conquistar o primeiro imóvel. A Yticon já construiu mais de 6,2  mil unidades, todas entregues rigorosamente no prazo, somando mais de 612 mil metros quadrados de área construída. Mais informações: www.yticon.com.br.

 

Sobre o Grupo A.Yoshii

Fundado há 57 anos, o Grupo A.Yoshii já construiu mais de 2 milhões de metros quadrados do sul ao nordeste do Brasil, entre obras industriais, edifícios corporativos e residenciais, escolas, universidades, teatros e centros esportivos. É composto pela A.Yoshii Engenharia, com sólida atuação em construções de edifícios residenciais e comerciais de alto padrão em Londrina, Maringá, Curitiba e Campinas; pela Yticon Construção e Incorporação, que realiza empreendimentos voltados para o primeiro imóvel, localizados em regiões de potencial valorização em municípios do Paraná e do interior de São Paulo; e pelo Instituto A.Yoshii, braço de responsabilidade social, com foco em educação, cultura e meio ambiente. Além disso, atua em obras corporativas, atendendo grandes corporações em suas plantas industriais, nos mais variados segmentos da economia, como papel e celulose, alimentício, químico, agronegócio, energia, assim como em usinas sucroalcooleiras, centros logísticos, plantas automobilísticas, entre outros. Mais informações: www.ayoshii.com.br.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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