Programa do Sicredi voltado ao empreendedorismo feminino recebe premiação internacional 

O Sicredi, instituição financeira cooperativa com presença em todo o Brasil, conquistou reconhecimento internacional no WYCUP – World Council Young Credit Union People, concurso realizado com o objetivo de estimular a formação de jovens lideranças e reconhecer projetos com potencial de causar influência global no cooperativismo de crédito. A premiação aconteceu no sábado (22), em Vancouver no Canadá, dentro da programação da Conferência Mundial do WOCCU (Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito, na tradução da sigla em inglês), e agraciou o programa “Donas do Negócio”, desenvolvido de forma colaborativa na cooperativa Sicredi União MS/TO e Oeste da Bahia. Ariane Zen, uma das líderes da iniciativa, representou a cooperativa na cerimônia do WYCUP.

O Donas do Negócio visa estimular o empreendedorismo, o empoderamento e a qualificação das mulheres, agentes fundamentais na transformação socioeconômica do país. O programa é realizado em parceria com a International Finance Corporation (IFC) com o objetivo de potencializar o segmento de micro e pequenas empresas lideradas por mulheres e integrá-lo ao seu modelo de negócio de forma sustentável para atender as necessidades financeiras, técnicas, sociais e emocionais das empreendedoras.

“Esse reconhecimento no WYCUP é muito especial para todas as participantes do Donas do Negócio. A nossa proposta é que as mulheres sejam protagonistas da sua carreira, da empresa e da sua vida. Por meio do programa, elas fazem uma trilha de empreendedorismo em quatro pilares: informar, conectar, capacitar e inspirar. Ou seja, elas têm acesso a conteúdos do seu segmento, fortalecem o networking em eventos exclusivos, qualificam as suas habilidades e ainda compartilham e observam histórias de superação”, comemora Ariane Zen, gerente de relacionamento da Sicredi União MS/TO e Oeste da Bahia. 

Desde o lançamento da inciativa, há cerca de um ano, foram engajadas 375 empreendedoras em 45 rodadas de negócios e realizadas mais de 570 visitas a empresas, seis feiras voltadas ao empreendedorismo. Uma das beneficiadas foi Leila Almeida, dona do Ateliê das Unhas e associada da cooperativa Sicredi União MS/TO e Oeste da Bahia. “O programa tem me ajudado muito na parte financeira e mais burocrática da loja. Fiz conexões com mulheres maravilhosas e estou aprendendo muito no game de educação financeira, sobretudo a lidar com finanças na família, educação dos filhos e metas para alcançar sonhos”, ressalta.

O Donas do Negócio conta com uma plataforma digital donasdonegociosicredi.com.br, com informações atualizadas sobre temas diversos como cenário econômico, carreira, liderança feminina, inovação e gestão de negócios. Na plataforma digital, também consta um game interativo de educação financeira para melhoria de habilidades e dos conhecimentos das mulheres. Até o momento, foram registrados mais de 31,6 mil acessos.

Abertura da Conferência – Já no domingo (23), ocorreu a cerimônia de abertura oficial da Conferência Mundial do WOCCU, com mais de três mil profissionais de cooperativas de crédito de 60 países. Este foi o momento que marcou oficialmente o início do evento e demonstrou mais uma vez a pluralidade das cooperativas de diferentes partes do mundo. 

Nesta segunda, 24, César Bochi, diretor presidente do Banco Cooperativo Sicredi, e Manfred Alfonso Dasenbrock, diretor do WOCCU e presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ, representam o Sicredi na Assembleia Geral do Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito, momento em que os líderes do WOCCU se reúnem para tomar decisões conjuntas. A Conferência Mundial do WOCCU (Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito, na tradução da sigla em inglês), acontece até 26 de julho, em Vancouver, no Canadá.

“Participar da Conferência Mundial do WOCCU e ver cases do Sicredi sendo apresentados por representantes das nossas entidades, especialmente nas temáticas de diversidade, inclusão e sustentabilidade, mostra que estamos na direção certa. As cooperativas de crédito são um forte elemento da economia, sendo responsáveis por gerar impacto positivo na sociedade por meio de conexões humanas. Neste evento temos a oportunidade de conhecer diferentes realidades cooperativas e debater a respeito dos nossos desafios atuais e do futuro, juntando forças para ampliar ainda mais a nossa relevância na sociedade ao redor do mundo”, afirma César Bochi.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 7 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 2.500 agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.

Site do Sicredi: www.sicredi.com.br 

Redes Sociais: Facebook |Instagram | Twitter | LinkedIn | YouTube

Share:

Latest posts

Ganhador-poupanca-cianorte - -Jhon-Marlon-Feltrin-Prodentes - -eletricista-industrial (1)
Sicredi já distribuiu mais de R$ 3 milhões em prêmios para estimular o hábito de poupar
LORD-KRONY
Hard Rock Cafe Curitiba recebe espetáculo em homenagem a Freddie Mercury e o Queen
Bem-estar (1)
Bem-estar emocional como foco no ambiente de trabalho: mudanças na NR-1 colocam a saúde mental como pilar essencial nas estratégias corporativas

Sign up for our newsletter

Acompanhe nossas redes

related articles

Ganhador-poupanca-cianorte - -Jhon-Marlon-Feltrin-Prodentes - -eletricista-industrial (1)
Sicredi já distribuiu mais de R$ 3 milhões em prêmios para estimular o hábito de poupar
Mais de 400 associados já foram contemplados em 2026 na campanha Poupança Premiada, que segue até dezembro...
Saiba mais >
LORD-KRONY
Hard Rock Cafe Curitiba recebe espetáculo em homenagem a Freddie Mercury e o Queen
Freddie-Verso, apresentado por Lord Krony, reúne clássicos da banda em noite dedicada ao legado do cantor O...
Saiba mais >
Bem-estar (1)
Bem-estar emocional como foco no ambiente de trabalho: mudanças na NR-1 colocam a saúde mental como pilar essencial nas estratégias corporativas
Modelo cooperativista se destaca pelo pioneirismo em ações voltadas ao bem-estar emocional dos colaboradores O...
Saiba mais >
*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
ARTIGO: Mentalidade AI First: cinco skills fundamentais para os gestores de RH desenvolverem ainda este ano
*por Juliana Maria – head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em...
Saiba mais >