Projeto ambiental Periquito Cara-Suja é finalista do Prêmio Nacional da Biodiversidade

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O Projeto Periquito Cara-Suja, desenvolvido pela Aquasis e apoiado pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, é finalista no Prêmio Nacional da Biodiversidade, promovido pelo Ministério do Meio Ambiente.

Iniciado em 2007, o projeto tem como principal objetivo a conservação do periquito cara-suja (Pyrrhura griseipectus), espécie ameaçada de extinção, que costumava habitar as florestas serranas do Nordeste. “Com apenas 250 indivíduos na natureza em 2003, o nível de ameaça à espécie era gravíssimo. Após dez anos de iniciativas que visam a conservar a espécie, chegou-se a quase mil indivíduos vivendo na natureza, número significativo, mas ainda considerado baixo e preocupante”, cometa Malu Nunes, diretora executiva da Fundação Grupo Boticário. Atualmente, devido às frequentes ameaças, a espécie se restringe a três áreas de ocorrência: Serra de Baturité, Quixadá e Ibaretama.

O trabalho realizado no Ceará tem como foco evitar a perda de biodiversidade por meio de processos de conservação de longo prazo, envolvendo ações diretas, pesquisas de campo, sensibilização da sociedade, políticas públicas e auxílio à criação e manejo de Unidades de Conservação. Todas essas ações conjuntas beneficiam também muitas outras espécies, garantindo a manutenção dos habitats e dos serviços ambientais por eles prestados.

O Prêmio Nacional da Biodiversidade tem por finalidade reconhecer o mérito de iniciativas, atividades e projetos que se destacam por buscarem a melhoria do estado de conservação das espécies da biodiversidade brasileira, contribuindo para o alcance das Metas Nacionais de Biodiversidade. O júri popular é realizado até o dia 22 de maio, data em que ocorre a cerimônia de premiação.  Para votar basta clicar no site abaixo, selecionar a iniciativa e confirmar o voto no fim da página. http://pnb.mma.gov.br/juri_popular/

Sobre a Fundação Grupo Boticário

A Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza é uma organização sem fins lucrativos cuja missão é promover e realizar ações de conservação da natureza. Criada em 1990 por iniciativa do fundador de O Boticário, Miguel Krigsner, a atuação da Fundação Grupo Boticário é nacional e suas ações incluem proteção de áreas naturais, apoio a projetos de outras instituições e disseminação de conhecimento. Desde a sua criação, a Fundação Grupo Boticário já apoiou 1.510 projetos de 496 instituições em todo o Brasil. A instituição mantém duas reservas naturais, a Reserva Natural Salto Morato, na Mata Atlântica; e a Reserva Natural Serra do Tombador, no Cerrado, os dois biomas mais ameaçados do país. Outra iniciativa é um projeto pioneiro de pagamento por serviços ambientais em regiões de manancial, o Oásis. Na internet: www.fundacaogrupoboticario.org.br, www.twitter.com/fund_boticario e www.facebook.com/fundacaogrupoboticario.

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Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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