Projeto de estudantes busca independência financeira a vítimas de violência doméstica

Colégio Positivo Joinville promove workshop com ajuda de estudantes e comunidade local. Evento acontece neste sábado, 24. Saiba como ajudar

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A dependência financeira é uma das principais justificativas para algumas mulheres permanecerem em um relacionamento abusivo. Pensando nisso, o Colégio Positivo Joinville implantou um projeto social que visa gerar oportunidades de renda para as vítimas de violência doméstica, compartilhando conhecimento de especialistas e envolvendo a comunidade para minimizar o sofrimento e contribuir para a autonomia dessas mulheres.

O projeto Todos por Elas, idealizado pela estudante Maria Alice Machado, de 16 anos, foi encampado por toda a escola, envolvendo alunos, professores e diretoria. Inicialmente, a proposta era a oferta de cursos de artesanato para mulheres que sofrem ou sofreram de violência doméstica, mas a proposta cresceu e, hoje, oferece capacitação em diferentes áreas de atuação. “Verificou-se a necessidade de envolver a sociedade de uma maneira mais ampla, e o projeto mudou para um canal de Youtube com pequenos vídeos de aperfeiçoamento pessoal nas diferentes áreas de interesse”, explica o professor tutor do programa, Cincler Tibes.

Uma nova e marcante etapa da iniciativa acontece no próximo sábado, dia 24 de agosto, quando estudantes e professores organizam workshops com atividades específicas como oficina de culinária, estética pessoal, bem-estar pessoal, RH, entre outros. “Após a realização deste evento, os alunos iniciam a busca de parceiros da comunidade para realizar a emancipação das vítimas de violência doméstica, propiciando um treinamento e, após essa ação, alcançar nossa principal meta: a realocação dessas mulheres no mercado de trabalho”, conta o professor.

Os alunos do Ensino Médio participam do projeto desde a escolha da linha de atuação, geração de ideias, planejamento, busca de solução para os desafios e execução das ações. “Com isso, também queremos desenvolver o senso crítico dos alunos, que precisam estar em sintonia não só com a própria realidade, mas também com a realidade da comunidade na qual eles estão inseridos, além de contribuir para uma prática de inclusão social, de formação da cidadania e emancipação dos sujeitos sociais”, diz o professor. “A comunidade tem um papel fundamental para este projeto. Somente com o envolvimento da sociedade, ele terá um impacto positivo nas pessoas. A sociedade vai propiciar uma nova oportunidade para estas mulheres, que saíram de uma situação de risco, humilhadas, sem perspectiva financeira e social. Com os parceiros que já conquistamos, todos voluntários, doando seu tempo, conhecimento e material, vamos transformar pelo menos um pouco a vida das mulheres que um dia tiveram a sua vida reduzidas ao desespero”, conclui.

Quem quiser contribuir com o projeto, pode ajudar de diversas formas: oferecendo oficinas, doando materiais, comprando produtos produzidos pelas mulheres atendidas pelo projeto ou empregando uma delas.

SERVIÇO

Projeto Todos por Elas

Data: 24 de agosto de 2019

Horário: das 9h às 12h

Local: Colégio Positivo Joinville (Rua Aquidaban, 200)

Mais informações: (47) 2101-4000

Sobre o Colégio Positivo Joinville

O Colégio Positivo Joinville foi incorporado à rede de colégios do Grupo Positivo em 2016 e, desde então, combina tecnologia aplicada à educação, material didático atualizado e professores qualificados, com o compromisso de formar cidadãos conscientes e solidários. Localizado em Joinville (SC), o Colégio Positivo Joinville tem turmas de Educação Infantil (Bilíngue), Ensino Fundamental I (Bilíngue), Ensino Fundamental II, Ensino Médio Regular e Ensino Médio Integral. Além disso, os alunos têm à sua disposição atividades complementares esportivas e culturais, incentivo ao empreendedorismo e aulas de Língua Inglesa diferenciadas.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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