Projeto do IBPQ aproxima fãs das celebridades “youtubers”

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Lançamento acontece neste fim de semana com Bibi Tatto

A audiência no YouTube é construída pelo número de “likes”, visualizações e inscrições nos canais de vídeos, mas o contato com o público também pode ser presencial. Essa é a proposta do “​2b. YouTuber Selfie Show​”​, um projeto do IBPQ (Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade), que vai trazer a Curitiba celebridades nacionais da rede para conversar com os fãs, frente à frente.

A estreia da programação acontece no próximo sábado (16) com apresentação de Bibi Tatto, a garota que conquistou os internautas com vídeos sobre o game Minecraft. O nome de Bibi, que vai promover uma discussão de temas do cotidiano adolescente, foi definido após uma pesquisa feita com o público curitibano.

De acordo com Gustavo Fanaya, economista-chefe do IBPQ e coordenador do projeto “2b. YouTuber Selfie Show”, a cada sábado, um youtuber irá falar sobre a criação do seu espaço no canal de vídeos, dar dicas de como “bombar” a audiência e os próximos projetos.

No final de cada show, o público poderá tirar selfies com o convidado, mas o número de vagas é limitado: 120 pessoas, por sessão. “Tudo para garantir o máximo de proximidade e interação entre os fãs e a plateia”, explica.

Com o projeto, o IBPQ segue sua filosofia de promoção da cultura da produtividade e da mentalidade inovadora. “Por meio do uso intensivo de novas formas de comunicação online, como o YouTube, estamos estimulando o senso de integração e empreendedorismo das novas gerações, estabelecendo condições para o sucesso profissional e pessoal deles”, argumenta Fanaya.

Sobre a youtuber convidada

Aos 15 anos de idade, Bibi Tatto foi a primeira youtuber feminina a ocupar o TOP5 na categoria gamers no Brasil e TOP15 no mundo. Em março deste ano, ela atingiu a marca de 1 milhão de inscritos em seu canal do Youtube. Bibi é especialista no game Minecraft, no qual o jogador constrói um mundo virtual usando blocos. Atualmente, esse é o terceiro videogame mais vendido da história e reúne milhões de jogadores pelo mundo afora.

SERVIÇO

2b. YouTuber Selfie Show

QUANDO: 16 de abril, sábado. Duas sessões: às 10h30 e às 14h30.

ONDE: Auditório do IBPQ – Jardim Botânico (Rua Dr. Correia Coelho, 741)

COMO: Duas sessões exclusivas. Apenas 120 lugares no auditório, que possui assentos numerados.

QUANTO: A partir de R$ 80,00 (meia-entrada).

Ingressos pelo site:  www.diskingressos.com.br/grupo/321

*O IBPQ dispõe de estacionamento privativo, exclusivo para o público do evento. Para maior comodidade dos pais com filhos menores de 12 anos, o IBQP também possui um amplo espaço de convivência para permanência daqueles que optarem por aguardar ali os seus filhos, enquanto transcorre a apresentação no auditório.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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