Promoções na baixa temporada são “convites para viagens”

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Reservas realizadas entre os dias 23 e 26 de fevereiro na Rede de Hotéis Deville terão desconto de 25%

Tradicionalmente, março não é a primeira opção para se tirar férias. Considerada uma época de baixa temporada, as cidades ficam com menos turistas, mas isso possibilita uma visita mais tranquila às principais atrações ou até mesmo para viajar a trabalho. Além disso, o clima mais ameno de final de verão faz com que atividades simples se tornem mais agradáveis, como fazer um tour a pé pelas cidades ou visitar ambientes fechados. Outra vantagem do mês são os preços mais baixos de passagens e hospedagens, o que pode facilitar a viagem para aquele destino dos sonhos.
Para tornar o período ainda mais atrativo, a Rede de Hotéis Deville traz de volta Mega Promo em sua edição “Bye Bye Verão”, período de quatro dias no qual as reservas para o mês de março poderão ser realizadas com 25% de desconto. Para cada dia do mês estarão disponíveis em caráter promocional apenas cinco apartamentos em cada hotel da Rede. As reservas devem ser realizadas entre 23 e 26 de fevereiro, e incluem café da manhã e acesso ao wi-fi. A hospedagem ainda contempla de maneira gratuita uma criança de até 10 anos no mesmo apartamento dos pais, em qualquer unidade da rede, com exceção de Salvador, que possibilita a inclusão de duas crianças de até 12 anos.
Com unidades na capital baiana, Porto Alegre, Curitiba, Maringá, Cascavel, Guaíra, Cuiabá e Campo Grande, a promoção da Rede Deville ainda é benéfica para quem gosta de viajar com seu animal de estimação: as tarifas promocionais também estão disponíveis para hospedagens com cães ou gatos, sendo que cada apartamento comporta um animal de até 10 kg (conforme normas https://www.deville.com.br/pet_friendly/).
As reservas podem ser realizadas pelo site https://www.deville.com.br/  ou pela Central de Reservas (0800 703 1866). É necessário informar o código promocional para garantir os descontos. Os valores podem ser parcelados em até cinco vezes nos cartões de crédito e as tarifas são válidas para pontuação em programas parceiros, como Smiles, Tudo Azul e Multiplus. Consulte todas as condições no site da promoção https://www.deville.com.br/megapromo-fevereiro/ e aguarde o código para fazer suas reservas.
 
O GRUPO
A Rede Deville começou suas atividades com o Hotel Deville Colonial, no centro de Curitiba. Desde então, vem crescendo e se consolidando como um dos principais grupos hoteleiros do País. Atualmente, atua como operador e investidor nas regiões Sul, Sudeste, Centro Oeste e Nordeste, com nove hotéis, 1.479 acomodações e mais de 1.100 funcionários. Administra o São Paulo Airport Marriott Hotel (SP), Deville Prime Campo Grande (MS), Deville Prime Cuiabá (MT), Deville Prime Porto Alegre (RS), Deville Prime Salvador (BA), Deville Business Curitiba (PR), Deville Business Maringá (PR), Deville Express Cascavel (PR) e Deville Express Guaíra (PR).

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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