Quatro dicas de decoração industrial em diversos espaços da casa

Móveis e suportes em alumínio ganham destaque em diferentes ambientes por serem discretos e práticos

Contemporânea e funcional, a tendência da serralheria é uma opção inovadora que harmoniza perfeitamente com móveis de marcenaria. A combinação de metal e madeira cria um estilo de decoração industrial que gera um ambiente descontraído e aconchegante. Devido à facilidade de manutenção e à simplicidade dos objetos, essa abordagem combina com diversas outras peças decorativas. Adequado para espaços de qualquer dimensão, seja em casas ou apartamentos, esse estilo vem conquistando espaço em diversos ambientes domésticos.

“Ao mesmo tempo que cria um ambiente despojado, a serralheria também confere sofisticação e organização ao espaço. Esse conceito é particularmente eficaz em locais menores, como apartamentos compactos e estúdios, já que transforma espaços inutilizados em áreas úteis, como prateleiras e displays metalizados”, explica a arquiteta da Yticon, Maria Fernanda Picotti Marques. Pensando nisso, ela preparou quatro dicas de como aplicar a serralheria em diferentes ambientes da casa.

1. Sala de estar

Mesas menores, com tampos em granito ou mármore e bases de  alumínio, criam composições elegantes que liberam espaço para o sofá e a televisão, preenchendo o ambiente de forma sutil sem atrapalhar a circulação. Persianas de madeira fina também se destacam como elementos versáteis, substituindo cortinas de tecido e evitando o acúmulo de poeira nos cantos da casa.

“Optar por mesas menores e mais prateleiras incorporadas ao rack da televisão são estratégias que economizam espaço e facilitam a circulação no ambiente. Uma sugestão  mais audaciosa é manter aberto o espaço entre a área de jantar e a sala, separadas apenas pelo suporte de televisão, como foi feito no decorado do Hype, em Londrina (PR)”, explica Maria.

2. Livings e sala de jantar

Na sala de jantar, a serralheria se destaca na iluminação e nas bancadas de armário, contrastando com mesas maiores em cores que se distanciam dos tons cinza e amadeirados. “Nestas áreas, o uso de móveis brancos e plantas pode proporcionar uma sensação de tranquilidade. Colorir uma das paredes, por exemplo, pode dar mais vida ao ambiente e combina muito bem com a estética promovida pelo uso da serralheria”, comenta.

3. Banheiros

O alumínio não é exclusivo das áreas comuns; ele também pode aparecer na decoração dos banheiros. Em contraste com as peças em porcelana, o metal inoxidável tem grande utilidade como suporte para espelhos, seja para armazenar cosméticos quanto para acomodar pequenas plantas aromáticas ou aromatizadores. “Neste ambiente, a iluminação em LED pode potencializar a decoração, especialmente quando aplicada ao redor do espelho e de maneira discreta no teto”, enfatiza a arquiteta.

4. Quarto infantil

Além de seu aspecto industrial, a serralheria oferece alternativas criativas para a decoração. Em quartos infantis, as tradicionais prateleiras de madeira podem ser substituídas por tábuas que imitam pranchas de skate, enquanto os armários convencionais ganham uma estética mais escolar. “Para fugir um pouco do cinza, as cores devem aparecer nas paredes, tapetes e em acessórios menores, como porta-retratos e almofadas. O laranja e os tons de azul esverdeado são escolhas interessantes por se desviarem do padrão e trazerem vivacidade ao espaço”, detalha.

Sobre a Yticon Construção e Incorporação

A Yticon é uma construtora e incorporadora que atua há 14 anos nas cidades de Londrina, Maringá e Cambé, no Paraná, além de Campinas, em São Paulo. A empresa do Grupo A.Yoshii desenvolve empreendimentos localizados em regiões de potencial valorização, especialmente para quem quer conquistar o primeiro imóvel. A Yticon já construiu mais de 6,2  mil unidades, todas entregues rigorosamente no prazo, somando mais de 612 mil metros quadrados de área construída. Mais informações: www.yticon.com.br.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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