Rede Deville aposta no uso de energia limpa e renovável

Oito hotéis do grupo mudam sistema de consumo energético, a partir da migração para o “mercado livre”

Atenta às demandas globais por redução no consumo de energia e por uso de fontes renováveis de geração energética, a Rede de Hotéis Deville concluiu, no início do mês, a implantação de um sistema de consumo de energia exclusivo a partir de fontes consideradas limpas.
Desde o dia 1º de julho, toda a energia consumida pelos hotéis do grupo é gerada a partir de matrizes energéticas não poluentes, como parques eólicos, Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) e usinas térmicas a biomassa, que consiste em energia gerada por meio da decomposição de materiais orgânicos. O abastecimento com origem em usinas limpas está garantido pelo fornecedor de energia da Rede Deville, com quem foi firmado um acordo de quatro anos e meio.
Para que isso fosse possível, a rede migrou do “mercado cativo”, no qual a energia é fornecida por empresas estatais, para o “mercado livre”, que permite a contratação do fornecimento a partir de diversas empresas, das mais variadas matrizes. O grupo hoteleiro optou pela chamada energia incentivada, que consiste na geração via fontes renováveis. “Foi uma decisão de consciência ambiental. A empresa, inclusive, já tem diversas outras políticas de sustentabilidade implantadas”, explica o gerente de Manutenção e Patrimônio da Rede Deville, Alan Nogueira dos Santos.
Entre as ações prévias para reduzir o impacto ambiental, estão substituições recentes nos aparelhos de ar condicionado, com a aquisição de modelos mais econômicos, a troca de lâmpadas frias por equipamentos de LED, assim como a instalação de sensores de presença e a destinação adequada dos resíduos.
A adoção do novo modelo energético, via “mercado livre”, permitiu também o desligamento dos geradores próprios, que eram usados como alternativa de economia no horário de ponta, quando o custo da energia no mercado cativo chega a ficar 10 vezes mais alto que o normal. Essa medida também traz ganhos ambientais, já que os geradores eram movidos a base de diesel, que é um combustível fóssil e altamente poluente.
 
Custos e economia
O processo de substituição das fontes de energia do grupo, bem como a migração para o novo modelo, durou cerca de nove meses, entre novembro de 2015 e julho deste ano. Cada unidade precisou fazer adaptações, que incluíram adequações no Sistema de Medição de Faturamento (SMF). Entre elaboração e execução de projeto, despesas com mão de obra e aquisição de materiais, a Rede Deville investiu em torno de R$ 35 mil em cada unidade, totalizando aproximadamente R$ 300 mil.
Por outro lado, a nova realidade permitirá uma redução de custo anual estimada em R$ 1,8 milhão, já que a energia advinda do “mercado livre” é significativamente mais barata. “Comprar energia no mercado cativo custaria quase o dobro do que pagamos agora por cada Megawatt-hora (MWh)”, explica Santos.
O impacto econômico da mudança é grande, já que o consumo de energia elétrica é o segundo maior custo da Rede Deville, atrás apenas das despesas com folha de pagamento. Atualmente, o peso da energia sobre a receita total da rede gira em torno de 5%.
O sistema de consumo de energia exclusivo a partir de fontes renováveis está implantado e em funcionamento nas unidades de Campo Grande, Cascavel, Cuiabá, Maringá, Porto Alegre, Salvador e São Paulo. Em Curitiba, o modelo está em fase final de implantação e deve entrar em funcionamento a partir de agosto, após a finalização do processo de migração. A unidade de  Guaíra (PR) é franqueada e, assim, não integra o rol de hotéis contemplados com a mudança.
 
O Grupo
A Rede Deville começou suas atividades com o Hotel Deville Colonial, no centro de Curitiba. Desde então, vem crescendo e se consolidando como um dos principais grupos hoteleiros do país. Atualmente, atua como operador e investidor nas regiões Sul, Sudeste, Centro Oeste e Nordeste, com nove hotéis, aproximadamente 1.500 acomodações e mais de 1.100 funcionários. Administra o São Paulo Airport Marriott Hotel (SP), Deville Prime Salvador (BA), Deville Prime Cuiabá (MT), Deville Prime Porto Alegre (RS), Deville Business Curitiba (PR), Deville Business Maringá (PR), Deville Express Cascavel, Deville Express Guaíra (PR) e o novo Deville Prime Campo Grande (MS).

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Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. 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