Revestimento de poliuretano aumenta vida útil de feltro em máquina de celulose e papel

Tecnologia Valmet representa ganhos em posições críticas de máquinas e aumento da produtividade

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A aplicação do feltro com revestimento de poliuretano Valmet Press Felt SMO, apresentou ganhos de 25% em vida útil na posição Pick Up na máquina de celulose. Geralmente o feltro Pick Up é a posição mais crítica da máquina e, dependendo da configuração das prensas, apresenta um alto desgaste causando perda de volume ativo. Como consequência, reduz sua capacidade hidráulica e a eficiência da máquina.
A decisão pela aplicação de poliuretano foi tomada após a realização de alguns testes na matriz da Valmet localizada em Tampere, na Finlândia, onde encontram-se modernos equipamento que simulam a real situação dos feltros em máquina. Com isso, ficou comprovado que o feltro revestido da Valmet seria mais resistente ao feltro padrão. O resultado alcançado aumentou a vida útil de 120 para 150 dias.
“Em um dos casos, após a remoção prematura de alguns feltros e diagnosticado um elevado desgaste, verificamos que existiam altos índices de hidrogênio de peróxido no sistema, fazendo com que a poliamida e as fibras dos feltros perdessem suas propriedades quando eram expostos a esse contaminante. O principal desafio foi adaptar nosso produto a essa condição de processo, e partimos para alguns estudos junto aos nossos especialistas da nossa matriz em Tampere”, explicou Daniel Nogueira, técnico de vendas sênior da Valmet para vestimentas.
O revestimento de poliuretano também pode ser aplicado em qualquer tipo de feltro para diferentes finalidades, como máquinas de papel onde apresentam problemas de qualidade da folha como shadowmarking, dupla face, entre outros.
“É muito importante que o aumento de vida útil esteja diretamente relacionado à produtividade da máquina de papel ou celulose. É preciso manter no mínimo a mesma qualidade de produção durante todo o período de vida útil das vestimentas, por isso devemos estar sempre atentos a algumas variáveis das máquinas, tais como capacidade hidráulica dos feltros, drenagem das telas formadoras, consumo de energia, consumo de vapor, entre outros”, disse Nogueira.
 
Sobre a Valmet
A Valmet é líder mundial no desenvolvimento e fornecimento de tecnologias, automação e serviços para os setores de celulose, papel e energia, com mais de 220 anos de história e 13.000 funcionários. No Brasil, a Valmet está presente com quatro unidades. A gestão da Valmet na América do Sul está concentrada na unidade de Araucária-PR, com o suporte das unidades de Sorocaba-SP, Campinas-SP, Belo Horizonte-MG, Santiago e Concepción, as duas últimas no Chile. Mais informações em: https://www.valmet.com.br

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. 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