Roberto Carlos confirma duas datas no Teatro Positivo

Maior teatro do Paraná recebe grandes artistas da cena nacional e internacional no mês de maio

Shows para todos os gostos e para todas as idades. A programação do Teatro Positivo em maio traz o show da banda internacional, Dire Straits Legacy, e uma superdose romântica, com Fábio Jr. e Roberto Carlos. Ainda tem Luccas Neto para divertir a criançada e Leandro Karnal, que volta a Curitiba filosofando com bom humor. A programação também conta com Paula Fernandes, Padre Fábio de Melo, Gabriela Rocha e Queen Experience. 

Nesta quarta-feira, dia 3, a banda Dire Straits Legacy apresenta canções icônicas interpretadas pelos músicos que fizeram parte da lenda do Rock Britânico por mais de 30 anos. Baseada em seis álbuns de platina, a banda apresenta os maiores sucessos de Dire Straits, como Money for Nothing, Sultans of Swing, Romeo and Juliet, e muito mais. O show começa às 21h e faz parte das comemorações de 15 anos do Teatro Positivo.

O grande romântico Fábio Jr. interpreta sucessos da carreira que continuam mastigando corações. No show, que acontece no dia 6 de maio, às 21h15, o ícone do amor relembra canções como Só Você, Alma Gêmea e Caça e Caçador.

Sucesso entre o público infantil, Luccas Neto apresenta O Bem Vs O Mal, em duas sessões, no dia 7 de maio. Com mais de 32 milhões de inscritos no YouTube, o jovem também se aventura pelos palcos. O musical repleto de efeitos especiais promete muita diversão para a criançada, além de reforçar a importância da amizade e do amor. A primeira sessão começa  às 13h e a segunda às 18h30.

Após quatro anos longe dos palcos da capital paranaense, o rei Roberto Carlos causou uma corrida do público por ingressos do show confirmado para o dia 9 de maio, fazendo com que a produção decidisse abrir nova data, no dia 8. As apresentações são um presente da produtora CULT! Produções pelos 330 anos de Curitiba e 15 anos do Teatro Positivo. Ídolo da canção latino-americana, Roberto Carlos celebra também o seu aniversário de 82 anos e os 66 anos de carreira. As duas apresentações começam às 21h e os ingressos estão à venda no Eventim. 

Historiador e um dos maiores pensadores da atualidade, Leandro Karnal apresenta, no dia 12, às 20h, o espetáculo Prazer Karnal – O Show. Combinando aula, show, palestra e humor, o professor compartilha a trajetória pessoal e reflexões inspiradas em grandes pensadores do passado e do presente: Aristóteles, Santo Agostinho, Albert Camus, Schopenhauer, Nietzsche, Bauman, Kant, entre outros. 

A mineira Paula Fernandes, conhecida como a “princesa do sertanejo” no Brasil, apresenta a turnê 11:11, no palco do Teatro Positivo, no dia 13 de maio. No repertório, mix de composições inéditas, grandes releituras dos clássicos e outras canções de sua carreira. O show, que promete bastante interação com o público, começa às 21h15.

No domingo 14 de maio, Padre Fábio de Melo se apresenta em Curitiba, às 19h. Com o projeto Este sou eu, o religioso reúne clássicos e composições autorais que foram sucessos ao longo dos 25 anos de carreira musical. A apresentação promete ser marcada por mensagens de amor, fé e esperança em um show especial de Dia das Mães.

Ainda na pegada religiosa, com 3,8 bilhões de visualizações no YouTube, a cantora gospel Gabriela Rocha chega em Curitiba com o novo projeto A Presença, no dia 19 de maio, às 21h. A artista lidera o ranking Melhores do Ano Gospel 2022 e tem se destacado pela voz marcante e autenticidade.

No dia 20, o Teatro Positivo recebe uma experiência artística memorável, embalada por canções de uma das bandas mais lendárias de todos os tempos. Queen Experience promete uma imersão aos maiores sucessos da banda britânica como Don’t Stop me Now, Killer Queen e Under Pressure. O concerto traz ao palco uma releitura da obra de Freddie Mercury, Brian May, John Deacon e Roger Taylor, com arranjos exclusivos.

Mais detalhes sobre essas e outras atrações que acontecem no complexo da UP Experience podem ser encontrados no site upx.art.br.

Programação maio 2023 – Teatro Positivo

Dire Straits – 3 de maio, 21h

Fábio Jr. – 6 de maio, 21h15

Luccas Neto – 7 de maio,13h (1.ª sessão) – 18h30 (2.ª sessão)

Roberto Carlos – 8 de maio, 21h

Roberto Carlos – 9 de maio, 21h

Leandro Karnal – 12 de maio, 20h

Paula Fernandes – 13 de maio, 21h15

Padre Fábio de Melo – 14 de maio, 19h

Gabriela Rocha – 19 de maio, 21h 

Queen Experience – 20 de maio, 21h

Share:

Latest posts

Bem-estar (1)
Bem-estar emocional como foco no ambiente de trabalho: mudanças na NR-1 colocam a saúde mental como pilar essencial nas estratégias corporativas
*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
ARTIGO: Mentalidade AI First: cinco skills fundamentais para os gestores de RH desenvolverem ainda este ano
Dr. Geninho Thomé, fundador da Neodent.
Paranaense Geninho Thomé é reconhecido entre os 100 Mais Influentes da Saúde na categoria Empresário

Sign up for our newsletter

Acompanhe nossas redes

related articles

Bem-estar (1)
Bem-estar emocional como foco no ambiente de trabalho: mudanças na NR-1 colocam a saúde mental como pilar essencial nas estratégias corporativas
Modelo cooperativista se destaca pelo pioneirismo em ações voltadas ao bem-estar emocional dos colaboradores O...
Saiba mais >
*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
ARTIGO: Mentalidade AI First: cinco skills fundamentais para os gestores de RH desenvolverem ainda este ano
*por Juliana Maria – head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em...
Saiba mais >
Dr. Geninho Thomé, fundador da Neodent.
Paranaense Geninho Thomé é reconhecido entre os 100 Mais Influentes da Saúde na categoria Empresário
Trajetória marcada pela inovação e pela ampliação do acesso à saúde bucal coloca o fundador da Neodent...
Saiba mais >
Divulgação Valmet
Valmet amplia segurança em linhas de conversão de tissue com tecnologia que reduz exposição à poeira
Conceito do Sistema DustControl faz parte de uma abordagem mais ampla da Valmet para elevar os níveis...
Saiba mais >