Safra recorde: agronegócio deve estar atento no momento de investir resultado da produção agrícola

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*Adriana Zandoná França

O Brasil é um dos maiores exportadores mundiais de produtos agrícolas e, durante a pandemia, o setor tem contribuído fortemente para a retomada econômica. Dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento mostram que as exportações brasileiras do agronegócio somaram US$ 93,62 bilhões, entre janeiro e novembro de 2020, um incremento de 4,9% em relação ao mesmo período do ano anterior, apesar das dificuldades logísticas  que surgiram com a COVID-19.

Graças à forte conexão com o campo desde a fundação, o Sicredi tem uma longa parceria com o produtor rural e o agronegócio. Em 2021, a instituição financeira cooperativa anunciou a liberação de R$ 6,9 bilhões em crédito para o pré-custeio da Safra 2021/22. O recurso é uma opção para os associados que buscam antecipar a compra de insumos, com objetivo de gerar maior rentabilidade do campo. Somente no Plano Safra 2020/21, o Sicredi disponibilizou, até dezembro, R$ 15,3 bilhões em crédito rural, totalizando 136.488 operações. O valor representa um aumento de 23% em relação ao ano-safra anterior. 

Investindo a safra para lucrar mais 

A proximidade com o produtor rural favorece o Sicredi neste bom momento da colheita da safra, pois o relacionamento próximo é fundamental na hora de sugerir as melhores alternativas de investimento. São oferecidas várias soluções financeiras e opções de investimentos voltadas ao produtor rural que pretende rentabilizar ainda mais os resultados da safra que está colhendo. E, quando se trata de portfólio de investimentos, é fundamental a busca por uma instituição financeira confiável e a ajuda de um especialista. Essas são medidas essenciais para fazer as escolhas certas e alcançar a melhor rentabilidade, de acordo com as necessidades e perfil de cada produtor rural.

O Sicredi tem se destacado no mercado financeiro, uma vez que a instituição financeira cooperativa possui grau de investimento (ratings) concedido pelas três maiores agências de classificação de risco do mundo: Moody’s, Fitch Ratings e S&P Global. São conhecidas como The Big Three, o que reforça ainda mais  a solidez financeira do sistema Sicredi.

Como a palavra do momento é diversificação, que tem como meta a busca por melhores resultados, o produtor rural encontra no Sicredi um portfólio completo para investir. São opções que vão desde produtos mais conservadores, como poupança, LCA, Sicredinvest e fundos de renda fixa, até investimentos com risco moderado e arrojado, como os fundos cambial, multimercado e de ações. O investidor pode ir até uma das agências ou marcar uma reunião on-line com um dos especialistas em investimentos para tirar dúvidas e compreender as vantagens de investir por meio da instituição financeira. 

Além de potencializar os resultados da safra, o associado que investe no Sicredi ainda conta com os diferenciais da instituição financeira cooperativa, como a participação nos resultados gerados, o relacionamento mais próximo e a promoção do crescimento regional. O Sicredi tem como base o propósito de impulsionar o desenvolvimento econômico e social das regiões onde atua, garantindo mais prosperidade no campo e  também nas cidades. Todo o recurso captado nas agências se transforma em mais capacidade de crédito para as mesmas regiões, um benefício para o associado e toda a sociedade.

*Adriana Zandoná França é gerente de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ 

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. 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