Saiba como reciclar materiais escolares e de escritório em Londrina

Projeto de logística reversa do Colégio Positivo – Londrina coleta materiais de escritório, didáticos e livros desatualizados

O papel leva até seis meses para se decompor no meio ambiente, mas, apesar do curto tempo de decomposição, o consumo contínuo contribui para as 80 milhões de toneladas de lixo geradas anualmente no Brasil. Segundo a Associação Brasileira de Resíduos e Meio Ambiente, cada pessoa descartou, em média, 382 quilos de resíduos em 2023.

O Colégio Positivo – Londrina promove a campanha Logística Reversa Positivo, incentivando a destinação correta de livros, apostilas, materiais didáticos e papel limpo em Londrina e região. A iniciativa evita o descarte inadequado e reintegra esses itens ao ciclo produtivo.

Os materiais arrecadados são encaminhados para reciclagem por fornecedores especializados. O valor obtido com a venda do papel reciclado é integralmente revertido para projetos socioambientais desenvolvidos por alunos e professores em comunidades escolhidas por eles próprios. O Instituto Positivo gerencia os recursos, além de orientar e acompanhar os projetos.

Resultados

Desde o início da campanha, em 2018, mais de 96 toneladas de materiais já foram arrecadadas, o equivalente a cerca de 128 mil livros. Somente em 2024, aproximadamente 27 toneladas foram coletadas, transformando resíduos em ações socioambientais. Entre os projetos beneficiados, destaca-se a melhoria das instalações do Centro de Educação Infantil (CEI) Maria Cazetta, em Curitiba. Em 2024, o CMEI Prof.ª Odette Cominato, em Ponta Grossa (PR), recebeu uma revitalização e um novo parquinho infantil.

Como participar

Moradores de Londrina e região podem participar da campanha, descartando os materiais nas caixas coletoras disponíveis no Colégio Positivo – Londrina. Além disso, a iniciativa se estende a outras cidades paranaenses, como Curitiba, Ponta Grossa, Cascavel e Foz do Iguaçu, bem como Joinville e Florianópolis, em Santa Catarina.

O que descartar

Cadernos, blocos de anotações, agendas, revistas, apostilas, livros desatualizados, como os de legislação, informática e guias de viagem, estão entre os materiais aceitos. A representante do Sistema de Gestão Ambiental (SGA) dos Colégios do Grupo Positivo, Anna Caroline de Souza, reforça a importância da iniciativa: “Todo tipo de papel limpo pode ser doado. Além de itens didáticos e cadernos, a campanha também recebe materiais de escritório e livros jurídicos, que rapidamente se tornam obsoletos”, explica.

Diante dos bons resultados, a iniciativa tornou-se permanente, com maior arrecadação entre novembro e março. Para Anna, o impacto vai além da reciclagem: “Ao envolver a comunidade, mostramos na prática a importância da valorização ambiental e da economia circular, formando cidadãos mais conscientes e engajados em boas ações socioambientais”, afirma.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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