Santiago Comunicação cria campanha baseada no seu propósito para divulgar novo site

Endereço apresenta lideranças, reúne trabalhos e conta um pouco mais sobre o jeito inovador de trabalhar proposto pela agência

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A pandemia fez muitas empresas pararem de anunciar, ideia que parece passar longe da Santiago Comunicação. A agência de publicidade está lançando o seu novo site (www.santiagocomunicacao.com), em um momento que muitas marcas estão de quarentena. Baseado no seu propósito de transformar a sociedade por meio da publicidade, a campanha all-type traz questionamentos sobre como as marcas estão se posicionando durante a pandemia e vivendo o atual contexto da comunicação. “Os clientes estão buscando marcas com propósito, que estejam preocupadas em deixar um legado para a sociedade e não apenas fazer mais dinheiro. Diversos estudos apontam que essa tendência já chegou ao Brasil e, atualmente, mais de 70% dos consumidores optam por algum produto ou serviço que esteja atrelado a uma causa que eles acreditam também. Isso só se intensificou com a pandemia. As pessoas estão mais sensíveis. Achamos que essa é a melhor hora para darmos o nosso recado.” – afirma Felippe Motta, sócio e Diretor de Criação da agência.

A campanha, que tem seu lançamento previsto para a próxima segunda-feira, dia 20 de julho, vai estar presente em mais de 100 pontos de mídia exterior espalhados entre o Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Além disso, a campanha ainda estará presente com um grande esforço de mídia nas rádios de Curitiba durante os próximos dois meses. “Como a campanha é pra divulgar o nosso novo site e esse é o grande CTA das peças veiculadas offline, não poderíamos estar fora dos meios digitais. Por tanto, complementamos a nossa campanha com dezenas de posts criados para os canais proprietários da agência – Facebook, Instagram, YouTube e LinkedIn, além de fazermos também um esforço extra de Google Ads durante os próximos dois meses.” – afirma Ju Selbach, sócia e Diretora de Mídia da Santiago Comunicação.

“Mais do que um site, nós estamos lançando um movimento mesmo. Queremos despertar os pequenos e médios empresários para as oportunidades de anunciar, de ter um propósito, durante a pandemia e no mundo que está por vir. O que a gente tem sentido é que muitas empresas se retraíram, sem nenhum juízo de valor, afinal, não está sendo fácil pra ninguém. Mas, nós enxergamos esse momento difícil como uma grande oportunidade para que os negócios se reinventem. E nós somos parceiros para ajudar no que for preciso.” – completa Dani Béllio, sócia e Diretora de Atendimento da agência.

Sobre a Santiago Comunicação:

A Santiago Comunicação é uma agência de publicidade e propaganda que desenvolve Campanhas Criativas Integradas, Planejamento Estratégico, Planejamento Estratégico de Mídia – ON e OFF – e tudo que for preciso criar e implementar para atrair a atenção para os seus clientes.

Mais do que isso, é uma agência de publicidade com um propósito: transformar o mundo por meio da publicidade. E acredita que a Comunicação do Bem só existe quando a agência, a marca e, principalmente, a sociedade ganham. Saiba mais em www.santiagocomunicacao.com

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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